Thirteen

BABY TALK | Babywearing

O Babywearing tem ganho cada vez mais fãs nos últimos tempos mas a verdade é que esta técnica de transporte é, na verdade, a mais tradicional que existe (as mães africanas são especialistas neste tema!). Há umas décadas não havia carrinhos de passeio – nem duos, nem trios, nem carrinhos-bengala – e as mães precisavam de ter as mãos livres para trabalhar mas continuavam a querer ter os seus rebentos junto a si. Como conciliar as duas coisas? Babywearing (vestir o bebé, traduzido à letra)!

Atualmente, o babywearing continua a ser escolhido pelas mamãs por ter inúmeras vantagens e são, cada vez mais, as mães que deixam o carrinho em casa e optam pelo transporte dos bebés junto a si. Existem vários modelos no mercado e cada um será mais indicado para diferentes pais, bebés e carteiras. Quase todos os modelos (à exceção das mochilas) podem ser usados logo após o nascimento do bebé. No entanto, há uns mais confortáveis do que outros (tanto para os pais como para os seus rebentos) consoante as etapas e peso de cada criança.

Pano – O bebé fica enroladinho na mãe (ou no pai) e por isso sente-se aconchegado e fica quentinho (não necessita de muitos agasalhos). Existem vários tecidos – mais ou menos elásticos – com diferentes padrões e cores e este pano acaba por ser bastante versátil na medida em que pode ser utilizado desde o nascimento não só como meio de transporte mas também como cobertor se for necessário e/ou desejado. No entanto, em dias de verão, pode ser muito desconfortável tanto para o adulto como para o bebé.

Sling de Argolas – Este é um sistema curioso que, para além de poder ser usado desde o nascimento, inclui uma argola que permite ajustar o sling à medida do seu portador. É perfeito para passeios curtos, viagens ou até mesmo para andar em casa sendo que o bebé pode ser transportado em diferentes posições: virado para a mamã, deitado (posição de berço, perfeito para a mãe poder amamentar) e lateral (a partir do momento em que o bebé já é capaz de se sentar sozinho).

Pouch Sling – Este é um porta-bebés (que se usa a tira-colo) com uma estrutura simples: trata-se de uma tira de pano cujas extremidades estão cosidas uma à outra, formando uma bolsa onde se pode deitar o bebé. É um dos sistemas menos versáteis pois o bebé não pode ser transportado em diversas posições nem o sling pode ser usado por pessoas com diferentes estaturas, uma vez que não é ajustável. No entanto, é um dos mais populares para mães de bebés pequeninos pela sua simplicidade, comodidade e pragmatismo.

Meh Dai (Mei Tai) – Um porta-bebés de origem asiática que permite fazer a transição entre o sling e a mochila. Tem umas fitas na zona dos braços e da cintura do adulto que lhe permitem fazer o ajuste para que o transporte seja confortável mas, ao mesmo tempo, tem uma bolsa estruturada que faz com que o bebé fique sentado, com a coluna direita. A zona lateral do assento onde ficam os joelhos do bebé é, normalmente, almofadada.

Mochilas Ergonómicas – Este é o sistema mais caro de todos mas é também um dos mais escolhidos pelos pais. As mochilas ergonómicas podem ser usadas desde o nascimento (existem redutores para recém-nascidos que variam de marca para marca pelo que nem todas serão indicadas para os bebés mais pequeninos), distribuem e suportam o peso do bebé de forma equivalente e confortável e, por terem alças almofadadas, são fantásticas para passeios longos ou viagens. A mochila ergonómica é muito versátil pois é ajustável consoante o adulto que carrega o bebé e é também muito prática.

Para os fãs de babywearing, as principais vantagens apontadas são: 1) o facto do bebé estar sempre juntinho ao portador, 2) a possibilidade de escolha entre diferentes modelos e cores, 3) as mãos-livres, 3) o facto de não haver limitações na escolha do caminho (não existe o problema dos passeios demasiado estreitos onde não se possa passar por causa do carrinho ou a necessidade de evitar escadas) e 4) o facto do bebé ficar mais tranquilo por sentir a mãe (ou o pai) por perto.

Apesar de todas estas vantagens, é essencial relembrar a importância de aprender a colocar o pano corretamente e de treinar algumas vezes antes de experimentar com o bebé, no caso da mãe (ou do pai) escolher as versões mais flexíveis e ajustáveis. Este meio de transporte deve ser tão seguro como um carrinho e deve ser tranquilo tanto para o adulto que carrega o bebé como para o pequenino que ali se sente mais aconchegado.


Texto adaptado. Versão original publicada no site De Mãe Para Mãe.

LIVRO | Licenciei-me... E Agora?

Este é um livro que guardo com muito carinho na minha estante. Primeiro, porque foi escrito pela Catarina - uma blogger que acompanho há já vários anos e a quem desejo o maior sucesso -, segundo, porque tive a oportunidade de dar o meu testemunho e de contribuir para que as ideias da autora tivessem o formato que ela desejava e, terceiro, porque a Catarina fez questão de me oferecer um exemplar.

"Licenciei-me... E Agora?" é um livro muito objetivo. Escolher um curso e enfrentar o primeiro ano de Faculdade é assustador mas ser Finalista e saber que a entrada no mercado de trabalho se aproxima é aterrorizante. Quando nos despedimos das rotinas académicas depois de quinze - ou mais - anos a vivê-las, somos atirados aos lobos e vamos andando e aprendendo, enquanto cometemos alguns erros pelo meio. O diploma serve-nos de pouco e a falta de experiência deixa-nos inseguros - é normal.

A Catarina agarrou-se às dúvidas e perguntas que um recém-licenciado faz assim que se vê num momento de incerteza e compilou nas páginas do "Licenciei-me... E Agora?" as respostas. O resultado? Um livro extremamente informativo e útil que não esquece as várias possibilidades para uma só situação e que oferece dicas, truques e conselhos pertinentes sobre tudo o que está relacionado com uma fase de vida que tem tanto de importante como de desafiante.

A leitura é fluída e a inclusão de experiências pessoais e de testemunhos de outras pessoas faz com que o livro, para além de acessível, seja equilibrado e imparcial. Não há uma fórmula infalível para o sucesso empresarial mas este "Licenciei-me... E Agora?" poderá ser uma excelente ajuda para quem está mais perdido ou não vê resultados nas suas ações.

Não posso dizer que este livro tenha sido essencial para mim pois chegou numa fase relativamente estável da minha vida profissional mas guardo-o com carinho e sinto que, se - e/ou quando - precisar de fazer um CV ou de abraçar um emprego novo, irei consultá-lo. Quanto ao meu testemunho... escrevê-lo-ia de uma forma completamente diferente se o escrevesse agora (não é sempre assim?)  porque já estou a trabalhar noutros projetos e noutras áreas mas não posso deixar de me sentir orgulhosa (e honrada) por ver o meu nome e o link para o "Thirteen" num livro tão bem conseguido. Parabéns, Catarina, e obrigada pela confiança!

FORMAÇÃO | Masterclass de Marketing Digital: Omnichannel

No próximo dia 27 de Setembro, às 18h30, o Factory Braga promove mais uma Masterclass de Marketing Digital. Depois de várias aulas - inseridas em diferentes temáticas apresentadas por diversos especialistas convidados -, desta vez será abordado o potencial da estratégia omnichannel.

Para quem pretende compreender melhor esta estratégia de venda e experiência de cliente que garante a presença, interação e complementaridade entre canais - tanto online como offline, físicos ou digitais - a aula de Rui Humberto poderá ser um excelente plano para o final da tarde de quarta-feira. Está prometida uma perspetiva prática, com recurso a casos reais e a explicação do impacto desta abordagem na estratégia de venda digital por isso... eu lá estarei e convido-vos a aparecerem também! A entrada é totalmente gratuita e a inscrição (limitada à capacidade da sala), pode ser feita AQUI. Vemo-nos lá?

CINEMA | Crash [2004]

Ainda estou a tempo de vos fazer uma recomendação para este fim de semana? Então, aqui vai: "Crash", um filme de 2004 que continua atual e que nos apresenta histórias paralelas que têm sempre em comum o preconceito, a corrupção e a discriminação racial.

Vencedor de três Oscars, "Crash" consegue ser imprevisível na medida certa e surpreende-nos enquanto o argumento se vai desenrolando e intensificando. As personagens são trabalhadas com detalhe e são tão importantes para o desenvolvimento da(s) história(s) que acabamos por querer saber sempre mais sobre as suas vidas, as suas batalhas, os seus problemas e a forma como se cruzam umas com as outras. Não há momentos mortos e, enquanto espectadores, sentimo-nos presos ao ecrã e queremos seguir atentamente os seus comportamentos e atitudes (ninguém é verdadeiramente inocente).

"Crash" é um retrato do preconceito: as pessoas dizem o que pensam sem filtros, os abusos de poder são constantes, a discriminação racial é óbvia desde o primeiro momento e não há meias palavras. "Crash" conta com um elenco de excelência e é, na verdade, um grande filme por apresentar realidades muito atuais de uma maneira muito concreta e objetiva. Acredito que esta longa metragem possa ser, inclusive, um abre-olhos para muita gente que pensa que as coisas só acontecem longe.

INSTAGRAM | @lauraiz

Laura Izumikawa - @lauraiz -, nasceu em Tóquio mas atualmente vive atualmente na Califórnia com o seu marido e a sua filha Joey Marie. Laura é fotógrafa nos mais variados eventos mas a sua popularidade (pelo menos a nível global) está relacionada com o seu projeto mais caseiro: Laura mascara a filha durante a hora da sesta – com figurinos, perucas e até acessórios! – e tira-lhe as fotografias mais criativas! Entre ícones do cinema, profissões ou trajes tradicionais (#JoeyWorldProject), Joey tem já uma coleção de fotografias divertidas que, com certeza, irá adorar ver um dia mais tarde! Quão amorosas são?