Thirteen

BABY TALK | Prontos para as férias?

As férias de Verão estão aí à porta e a vontade de sair de casa e passar uns dias noutro ambiente aumenta a cada dia que passa. Porém, com um bebé pequenino, este momento tem de ser adaptado. Para diminuir a sensação de ansiedade e preocupação, existem alguns truques. Se vão viajar com bebés ou crianças pequenas, deixo-vos algumas dicas para que tudo seja mais tranquilo:

Façam a viagem de noite | Sobretudo se viajarem de carro, façam a viagem de noite. Dessa forma, a rotina do bebé não será interrompida e este poderá dormir durante a viagem pois a claridade não irá incomodá-lo. À noite há menos trânsito e menos confusão nas ruas – dois fatores que também ajudarão o bebé a relaxar enquanto é embalado pelo movimento do carro. 

Escolham um hotel baby-friendly | Os hotéis familiares baby-friendly estão inteiramente adaptados às necessidades dos mais pequeninos. Se a vossa escolha for um hotel, optem por um com serviços adequados e segurança extra. Um hotel baby-friendly disponibilizará berço no quarto, cadeirinha no restaurante, clube de atividades, funcionários atentos à piscina das crianças e animação para os mais pequeninos - um hotel que não comunique esta característica provavelmente não terá tudo isto.

Tenham atenção às horas de maior calor | O sol e o calor podem ser realmente prejudiciais para os mais pequeninos - se o são para os adultos, são ainda mais perigosos para as crianças - e, por isso, é importante evitar as horas de sol mais críticas. Ficar em locais frescos e com sombra entre as 11h00 e as 17h00 é extremamente importante para proteger a pele do bebé.

Se o destino for de praia, façam algumas experiências antes | Ir à praia algumas vezes antes das férias que estão programadas pode ser uma boa forma de perceber como o bebé se adapta ao novo ambiente, se gosta da areia e da água, se dorme tranquilamente na sombra e se consegue ficar entretido durante algum tempo com os seus brinquedos. Fazer algumas experiências antes de ir para longe irá permitir ao bebé perceber que aquele é um local seguro e que pode ser muito divertido, apesar de diferente do que já conhece. 

Façam viagens de teste | Se não costumam fazer longas viagens e se planeiam fazê-lo nas férias de Verão, talvez seja boa ideia fazerem viagens de teste mais pequeninas. Passem o dia numa cidade vizinha ou um fim de semana num local um pouco mais longínquo para que possam percebam aquilo que precisam de levar na mala e qual o comportamento do bebé nas novas situações. Cada bebé reage de forma diferente aos novos estímulos e, dessa forma, poderão avaliar qual a melhor forma de contornar os obstáculos que aparecerem. Depois de alguns testes, todos estarão mais preparados e menos ansiosos – a primeira viagem mais longa será um sucesso!

Façam a mala de acordo com as necessidades do bebé e do destino | Roupa prática, agasalhos, biberões, brinquedos, termómetro (…). Cada bebé e cada situação terá as suas exigências e é sempre preciso fazer a mala não só de acordo com a altura do ano e o número de dias de viagem mas também de acordo com aquilo que o destino proporciona e as necessidades especiais de cada bebé. Se forem para um hotel baby-friendly, provavelmente não terão de levar a caminha do bebé mas, se escolherem um apartamento arrendado, o mais provável é necessitarem também disso.


Artigo adaptado. Escrito originalmente para o De Mãe para Mãe.

BLOGOSFERA | Inspiração de Domingo... Offline!

Criar este blogue foi uma das melhores decisões que tomei em toda a minha vida. Não só porque é um projeto só meu, onde posso escrever sobre aquilo que desejo - e a minha Liberdade, reconheço, é representada pelo Thirteen de uma forma muito especial - mas também porque me permitiu conhecer pessoas que não conheceria de outra forma e que foram e são importantes para o meu crescimento, para a minha aprendizagem, para a minha capacidade de ser a Carolina que sou neste momento e que serei no futuro, com as mudanças que o tempo e as experiências me trarão.

Depois de, em Setembro, ter tido a maravilhosa oportunidade de tomar um café marcado em cima da hora com a Joaninha, a Cherry e a Rita, no passado domingo repeti a experiência e comecei o dia à mesa com a Inês e a Cherry. Mesmo ao lado do Arco da Porta Nova, um monumento icónico da cidade, e do Museu da Imagem - que representa tão bem o nosso gosto pela fotografia e este mundo da Blogosfera e das redes sociais - algo de épico aconteceu: os astros - e horários! - alinharam-se e um pequeno-almoço diferente surgiu nos planos do fim-de-semana.

Depois de presentes de aniversário, centenas de comentários, milhares de publicações e oito anos de leituras sabendo que não há mais nenhuma pessoa na blogosfera com quem me identifico tanto... eu e a Inês finalmente conseguimos compatibilizar horários e tomar o pequeno-almoço juntas, na companhia da Cherry, que eu já conhecia mas que é sempre um gosto rever. 

Tanto a Cherry como a Inês são EXATAMENTE o que mostram ser nos seus blogues. Com uma particularidade fascinante e absolutamente maravilhosa: pessoalmente, estas miúdas são ainda mais inspiradoras (conseguem imaginar?). Nenhuma delas tenta ser, online, algo que não é offline e isso é o que torna o Bobby Pins e o Life of Cherry tão reais e genuínos. Não podia estar mais feliz por saber que os nossos caminhos se cruzaram da forma mais aleatória possível mas que nós estreitamos os laços e caminhamos lado a lado tantas vezes.

Depois de uma semana dura, este início de domingo foi uma verdadeira lufada de ar fresco que trouxe uma certeza que nós já tínhamos: o melhor da Blogosfera são as pessoas. Só posso agradecer a oportunidade. Foi uma honra partilhar duas horas do meu dia - que voaram! - com quem já faz parte do meu quotidiano de forma tão natural. Obrigada às duas. Por tudo!

SAÚDE | Ansiedade e Intimidade

Se a relação que temos com os outros e se a forma como os fazemos sentir depende (muito!) da maneira como nós próprios nos sentimos, então será óbvio que um momento de ansiedade afete também o tipo de relação que conseguimos ter - ou não - com os outros. Seria errado assumir o contrário.

Nunca fui apologista de andar agarrada a outra pessoa todo o dia. Detesto ser culturalmente obrigada a cumprimentar toda a gente com dois beijinhos. Não toco nos braços ou nas mãos das outras pessoas quando converso com elas. Não abraço alguém só porque sim e sinto alguma revolta quando uma mãe ou um pai obriga o filho a cumprimentar-me com um beijinho no rosto. O toque não é algo natural para mim - como sei que não é para muita gente - e, nos dias em que estou mais ansiosa (ou nos períodos mais prolongados de ansiedade), isso acaba por ser verdadeiramente sufocante.

Sinto que este é (mais) um tema pouco explorado quando se conversa - ou escreve - sobre doenças de foro psicológico. Não é fácil para quem está de fora compreender que não estamos a ser antipáticos, que não somos bichinhos do mato, que não somos anti-sociais. Ninguém pára para pensar que precisamos do nosso espaço - talvez mais do que outras pessoas - ou que existem alturas em que um simples toque nos irrita profundamente. 

Devemos sair da nossa bolha e da nossa zona de conforto para aprender e crescer mas, quando lidamos com o monstro da ansiedade, essa transição acaba por ser mais delicada e nem sempre - porque é mesmo assim - somos capazes de dar a volta à situação, de estar confortáveis num ambiente que nada tem de maligno, de ser o que outra pessoa precisa que sejamos naquele momento. É duro? É. Sentimo-nos culpados por viver com uma doença que nos afeta mais do que gostaríamos, por sentirmos que não estamos a corresponder, por nos sentirmos um fardo na vida de quem quer o melhor para nós. O mundo precisa de falar disto, de encontrar o equilíbrio, de perceber que há dias em que não somos capazes mas que há outros em que somos duplamente fortes e o pilar de quem precisa de nós. Será impossível estar permanentemente em sintonia - o truque estará em respeitar o tempo de cada um.

PET TALK | Petbliss

A Petbliss é uma loja de animais com um conceito diferenciado e um conjunto de serviços complementares baseados no bem-estar dos animais. Do treino de obediência aos banhos e tosquias, dos acessórios e brinquedos às rações, tudo promete fazer a diferença na vida e na saúde dos nossos patudos (essencialmente cães e gatos mas também com uma secção dedicada a roedores).

Para além de sermos convidados a levar os nossos amigos de quatro patas para experimentarem todos os acessórios antes de efetuarmos as compras (eu, que detesto trocas, acho isto espetacular!), a Petbliss disponibiliza ainda vários serviços: Banhos e Tosquias, Treinos de Obediência, Catsitting, Hotel Canino, Hospedagem Familiar, Dog Daycare, Educação Canina e muitos outros. A Maria e a Juanita tomam banho na Petbliss e, quando vamos de férias, ficam ao cuidado da equipa que as mima de uma forma excepcional.

A Petbliss acredita no ensino positivo e, para além de recorrer aos reforços positivos em todas as atividades, as técnicas de treino respeitam o bem-estar, a integridade e a saúde dos nossos melhores amigos. Todos os serviços são force-free e os banhos são gratuitos para cachorros até aos cinco meses. Numa cidade onde as lojas de animais vendem, efetivamente, animais (e isso é tão triste!), a Petbliss assume-se como um espaço que se preocupa verdadeiramente com os patudos, que apoia diferentes associações e que é transparente com os seus clientes.

Neste momento, a Petbliss está ainda a oferecer um vale de 5€ para gastar em produtos (na loja física ou em encomendas) a quem gastar dois minutos do seu dia a preencher este inquérito muito simples. 

O APARTAMENTO | Royal Maid

Se antigamente era a filha da vizinha ou a prima da amiga que ia fazendo limpezas nas casas de pessoas mais ou menos conhecidas, agora já não é bem assim e encontrar uma pessoa de confiança não é tão simples. Escolher uma empresa para tratar da minha casa - sabendo que existe uma segurança por detrás de cada limpeza - pareceu-me óbvio assim que decidi que não queria aproveitar o meu fim-de-semana entre baldes e vassouras. Durante meses, as duas senhoras da Royal Maid fizeram parte da minha vida - facilitavam-me imenso as rotinas e deixavam-me livre para aquilo que realmente interessa.

No novo apartamento, a Royal Maid voltou a ser a minha escolha. Porque 1) os preços são extremamente simpáticos, 2) as funcionárias são de confiança (a dupla que limpava o meu apartamento anterior era muito séria e respeitava os meus hábitos e forma de organização - tanto que pedi para serem as mesmas, nesta nova etapa), 3) não preciso de me preocupar com aspiradores ou detergentes (elas levam tudo, só precisam mesmo de água e luz) e 4) a casa fica sempre cheirosa e limpa até ao mais ínfimo detalhe - sem vestígios de pó até nos sítios que às vezes passam despercebidos. Como não adorar? 

Assim que as obras terminarem, a Royal Maid voltará a entrar em ação no T1 para fazer uma limpeza profissional e bem profunda em todos os centímetros daquele apartamento. Depois disso, voltaremos às limpezas de rotina que me libertam do suplício de gastar o meu único dia de folga a lutar contra aspiradores, panos do pó ou detergentes.