Thirteen

O APARTAMENTO | Descodificar o Crédito à Habitação

O processo relacionado com o Crédito Habitação é uma dor de cabeça. Ninguém nos ensina a comprar uma casa, a fazer comparações de taxas, a colocar em cima da mesa as diferentes hipóteses e a escolher aquela que se adequa melhor à nossa vida. Ironia das ironias, na fase em que procuramos a nossa independência, ficamos dependentes de decisões alheias e apenas podemos desejar que nos seja concedido um empréstimo em condições sustentáveis.

Existem três tipos de empréstimos dentro desta área e as diferenças entre uns e outros estão relacionadas com as taxas de juro acordadas: 1) empréstimos com taxa de juro variável (indexada à euribor), 2) empréstimos com taxa de juro mista (taxa fixa no período inicial e depois indexado à euribor) e 3) empréstimos com taxa de juro fixa (taxa de juro fixa durante todo o prazo do empréstimo). Na verdade, a taxa de juro é uma das componentes mais importantes do Crédito Habitação (até porque pode ser negociada entre o cliente e a Instituição Financeira) e é também aquela que reflete o custo do empréstimo.

Um Crédito Habitação é um passo muito importante que levanta muitos receios, dúvidas e questões. O truque para fazer a melhor escolha? Conhecer os termos de trás para a frente, assim como os custos do processo e os prazos a cumprir. Para ajudar com as explicações, aqui fica um infográfico que ajuda a descodificar os principais termos do Crédito Habitação:

Publicação escrita em parceria com a UCI.

Qual o vosso tema favorito, aqui no Thirteen?

1+3 | Medo(s)

Catástrofes naturais. Ataques terroristas. São estes os meus medos mais profundos. Aqueles que me provocam um aperto no coração quando penso neles. Aqueles que são capazes de me deixar em pânico. Aqueles que me assustam verdadeiramente e que são muito mais complexos do que o desconforto que aparece sempre que vejo um palhaço (mas há mesmo alguém neste mundo que goste de palhaços?!) ou o arrepio que sinto sempre que alguém decide falar em ratos ou baratos. É medo. Daquele que faz a respiração ficar pesada e que nos faz sentir frágeis. Que nos faz sentir pequenos e insignificantes. Afinal, o que somos nós comparados com a força da Natureza ou a maldade humana?


FORMAÇÃO | Academia de Verão no Factory Braga

No final deste mês, terei o privilégio de ser a primeira formadora da Academia de Verão 2018 do Factory Braga. Serão quatro dias (de 30 de Julho a 2 de Agosto), quatro formadores (eu, a Mariana Machado, o Pedro Talaia e o Pedro Costa) e quatro temas (Social Media Management, Content Marketing, Performance Marketing e Growth Hacking) e cada sessão terá a duração de quatro horas (sendo que uma delas será prática, para consolidar conhecimentos). A melhor parte? Os interessados podem inscrever-se em todas as sessões ou apenas naquelas que sejam mais cativantes para si, de acordo com os seus interesses e aptidões.

No dia 30 de Julho, eu irei focar alguns aspetos que trabalho diariamente enquanto Social Media Manager: a escolha das redes sociais mediante o projeto ou negócio que temos em mãos, as vantagens e desvantagens de cada uma delas, a definição do público-alvo para cada negócio, a criação de uma persona, os diferentes tipos de conteúdo (incluindo os dilemas orgânico/patrocinado e planeado/espontâneo que tantas vezes surgem!), a criação de relações com marcas, influencers e parceiros, a fidelização de (e a recomendação entre) clientes, a gestão de crises, o poder aspiracional que as redes sociais atualmente têm e, claro, as métricas que devemos ter em conta, assim como as ações que poderemos colocar em prática para que os resultados sejam cada vez mais satisfatórios.

Esta - assim como as restantes sessões desta Academia de Verão - será uma formação de iniciação. A minha ideia, neste caso em particular, passa por partilhar casos de sucesso, exemplos concretos, situações reais e distribuir exercícios que ajudem não só a compreender melhor tudo isto mas que permitam adaptar a teoria aos negócios e projetos que cada um tem em mãos. Das 18h30 às 22h30... quem alinha nesta aventura?


As inscrições podem ser feitas AQUI.

SOCIEDADE | O Auto-Elogio

Estamos formatados para aceitarmos o castigo quando agimos de forma incorreta e para sermos vistos como humildes quando temos a coragem de admitir os nossos erros porém, quando ousamos tecer um elogio sobre uma atitude nossa ou uma postura exemplar, somos olhados de lado e rotulados como convencidos e arrogantes. Fará sentido?

Cada vez mais tenho dificuldade em valorizar aquilo que tenho de bom e sei que a minha ansiedade também se relaciona muito com isso pois advém, na maioria dos casos, dos pensamentos e sentimentos que me envolvem e que imediatamente me toldam a visão. Não foi por acaso que lancei o desafio 1+3, que nos obriga a pensar mais sobre o que somos, temos e ambicionamos.

Não faz sentido termos medo de dizer que a nova cor de cabelo realça os nossos olhos, que o texto que escrevemos está cativante ou que somos a pessoa certa para o cargo que desempenhamos. O auto-elogio não é errado! Reconhecermos as nossas qualidades é o ponto de partida para uma vida mais tranquila, menos insegura, mais feliz - e eu também trabalho isso dia após dia.

Vamos parar de nos sentir culpados depois de dizermos que estamos orgulhosos do nosso trabalho? Vamos parar de cultivar esta ideia de que o auto-elogio deve ser abolido? Vamos parar de mencionar  apenas defeitos? Vamos parar de dizer que ter mau-feitio é uma coisa positiva? Sim! O amor-próprio não surge de um dia para o outro mas se há coisa que aprendi nos últimos dois meses é que devemos valorizar, antes dos outros, aquilo que merece ser elogiado em nós próprios.


Instagram: @carolinanelas