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LISBOA, PORTUGAL | Dinossauros Alive

A exposição "Dinossauros Alive" está patente na Cordoaria Nacional e apresenta-nos cenários de habitats, fósseis e muita informação sobre os diferentes tipos de dinossauros. Para além das muitas curiosidades e dados interessantes sobre os seus corpos, alimentação e quotidiano, a exposição também aborda o seu desaparecimento e inclui um atelier onde os mais pequeninos podem explorar as suas facetas de paleontólogos e fazer escavações.

"Dinossauros Alive" conta com cerca de cinquenta dinossauros animatrónicos que ilustram, precisamente, os hábitos alimentares e comportamentos dos animais extintos (conselho de amiga: protejam as crianças do dinossauro gigante que come um dinossauro bebé - é traumático!) e dá-nos a oportunidade de percorrer, por ordem cronológica, os diferentes períodos de tempo - desde o Triássico ao Cretáceo -, havendo ainda uma galeria com ossos e esqueletos de diferentes espécies de animais e plantas pré-históricos. 

As informações ao longo do percurso são sempre bastante acessíveis apesar dos nomes técnicos e incluem perguntas e respostas que acabam por nos trazer algumas novidades sobre as espécies menos conhecidas. A exposição pode ser visitada até dia 28 de Janeiro e o preço do bilhete para adulto é de 11€.


Fotografia: Ana Nelas.

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GUARDA-ROUPA | O Adeus às Skinny Jeans?

Há uns cinco ou seis anos, no que diz respeito a calças de ganga, eu só vestia skinny jeans. Eram uma escolha segura, independentemente da cor, e ficavam sempre bem. Porém, de há uns anos para cá, comecei a apostar noutros modelos e a encantar-me com outras silhuetas que não agradam a toda a gente mas que me dão uma sensação de poder e de estilo bem vincado.

Respondendo à pergunta do título: não, não é o adeus às skinny jeans - nem de perto! - e acho que esse adeus não acontecerá tão cedo. Mas numa altura em que é tão difícil encontrar, nas Zaras desta vida, calças justas que assentem na perfeição e que não sejam demasiado compridas ou largas na zona da cintura, é uma salvação ter aprendido a gostar de outros modelos e sentir-me confortável quando visto diferentes tipos de tecidos. O meu estilo é cada vez mais versátil e as peças que encontro no meu guarda-roupa são cada vez mais diversas - uma representação do meu crescimento e das mudanças que ocorreram nos últimos dois anos.

FAMÍLIA | A Casa de Bonecas

Uma das minhas memórias de infância favoritas está associada à minha casa de bonecas (ESTA). Se brinquei com ela duas ou três vezes foi muito, confesso, mas os momentos que passei a construí-la com o meu pai foram verdadeiramente especiais e ainda hoje os recordo com o maior dos carinhos.

A casa de bonecas veio de Óbidos e trazia papéis coloridos, pedaços de madeira e alguns plásticos que, aos poucos, se transformaram em paredes, janelas, portas, um telhado e divisões. Foi preciso comprar mais materiais, fazer pinturas, colar papel de parede, esperar que a tinta ou a cola secasse, cortar madeira e construir cada um dos andares (dois com divisões e ainda um sótão).

A casa foi construída a pouco e pouco - sempre no fim das aulas e dos trabalhos de casa - e demorou semanas a ficar concluída. Foi um projeto que nos ocupou durante bastante tempo e apesar da minha falta de jeito (própria de uma criança de seis anos), sei que ajudei em todos os passos e que me é tão especial precisamente por esse motivo. Hoje, sempre que olho para ela, faço questão de me lembrar que tive uma infância muito feliz (algo que, infelizmente, nem todas as crianças têm).

SAÚDE | O Susto!

Sendo um tema tão pessoal e delicado, hesitei antes de começar a escrever esta publicação. Até que me caiu a ficha e percebi: isto pode servir como chamada de atenção para os meus leitores; este tema merece ser abordado; o mundo precisa de deixar de ter vergonha de falar neste tipo de assuntos.

Numa bela quinta-feira de Dezembro, acordei com uma dor estranha na mama esquerda (e sim, vamos chamar as coisas pelos nomes). Achei que podia estar dorida do soutien novo, que tivesse ido contra qualquer coisa (acontece!), que talvez me tivesse magoado a carregar as infinitas caixas de fraldas na empresa - na verdade, pensei imediatamente que fosse uma dor muscular. No entanto, a dor intensificou-se durante o dia e, à noite, a minha mama não só estava muito mais dorida como também estava inchada. Fiz a palpação mamária - que alerto já que deve ser feita com frequência! - e reparei em algo que não estava ali antes.

Às 8h15 da manhã do dia seguinte estava no consultório. Queria tirar as teimas o mais rápido possível. A médica detetou, realmente, algo de errado - um quisto que não deveria estar ali e uma inflamação - e, apesar de me ter descansado logo com o diagnóstico das alterações hormonais provocadas pelo stress, pediu que fizesse exames para confirmar que, realmente, não estava ali nada de grave. 

Exames feitos e resultados na mão: tratava-se apenas de um nódulo provocado por alterações hormonais, como ela previa. Não passou de um susto. Porém, aquilo que foi só isso mesmo - um susto - poderia ter sido algo diferente e serviu para me fazer pensar sobre as verdadeiras prioridades da minha vida. 

Nada deve sobrepor-se à nossa saúde e cada vez mais sinto necessidade de alertar para a importância de estarmos atentos ao nosso corpo e de não ignorarmos sintomas. Se não for nada de especial (como aconteceu comigo) melhor ainda - não será, nunca, uma preocupação excessiva ou uma perda de tempo. O diagnóstico precoce é essencial.

Os presentes-surpresa são os melhores e esta carteira é diferente de tudo o que já tenho!