INSTAGRAM | Julho 2013

Julho foi um mês de altos e baixos. Ficou marcado por uma ida à praia e à piscina, pelo tempo passado com o namorado, pelo nascimento dos trigémeos mais fofinhos do planeta e claro, pela criação do blogue. Comi muitas coisas que me deixariam com mais dez quilos em cima se eu não me mexesse para nada, tive o meu espectáculo final de ballet e fiz a minha candidatura ao Ensino Superior - coisa que me atormenta a cada dia que passa. Foi um mês cheio de preocupações por causa dessa decisão, dos exames nacionais e das correcções mal feitas. No entanto, Julho foi também o mês dos gelados, dos beijinhos e dos passeios. Julho foi um mês de despedidas e um mês de pausa. Um mês de férias e de renovação, com a criação deste blogue. Julho foi um mês com momentos fantásticos que superaram, sempre, os menos bons. Um mês que se transforma agora numa data de fotografias bem escolhidas. Julho de 2013 foi tudo isto mas será sempre, na verdade, o mês dos trigémeos e do adeus ao Secundário.


Como rapariga do Norte, adoro quando a refeição é francesinha (com ovo estrelado em cima!).

BLOGOSFERA | Sketchbook Six

A Joana é uma rapariga com 21 anos, uma enorme paixão por diferentes áreas e uma história profissional fantástica. Entre aulas de guitarra, de formação musical, de ballet e entre as tropelias do grupo de teatro, a Joana tirou uma licenciatura em Comunicação Social e está agora a terminar o curso de Publicidade e Marketing. Ao longos dos anos foi trabalhando como fotógrafa, contribuidora e jornalista e esteve até presente em eventos como a ModaLisboa. Como se não bastasse, a Joana trabalhou como estagiária na Creative Academy como assistente de moda e designer gráfico, já deu aulas de História de Arte e até já trabalhou nos bastidores de vários desfiles de moda como assistente. Tem uma bagagem profissional enorme e eu admiro-a imenso por todas estas conquistas uma vez que ainda é novinha.

Como blogger, a história repete-se. Notamos à distância que põe no blogue toda a sua dedicação e todas as suas capacidades, gostos e interesses. O Sketchbook Six é um dos blogues mais completos que conheço e não há um único dia que passe sem o visitar. Para quem, como eu, gosta de ler artigos sobre assuntos ultra-femininos mas prefere as características típicas de um blogue pessoal, o Sketchbook Six é um espaço de passagem obrigatória. Acompanho a Joana no blogue, no Facebook e no Instagram e é incrível como há tantas publicações diárias de qualidade. Viagens, moda, beleza, compras, histórias pessoais, tecnologia e outras mil e uma coisas fazem do Sketchbook Six um dos meus blogues favoritos, que acompanho há imenso tempo. Se eu fizesse um top 10 de blogues portugueses, ele estaria lá com certeza. É um daqueles espaços que recomendo sem pensar duas vezes quando me pedem sugestões!

sketchbook six

Este ano ainda só fui duas vezes à praia e preciso de mais... A parte boa é que já lá fui mais vezes do que no Verão passado.

PUBLICIDADE | O Novo Anúncio da Coca-Cola

Os anúncios da Coca-Cola têm sempre um lugar especial no meu coração. A bebida mais conhecida do planeta afirma-se através de publicidades que são sempre criativas e originais. Os anúncios mostram sempre o melhor do mundo, coisa que muita gente precisa de ver para não desesperar. O formato dos vídeos, com características amadoras mas pensados ao pormenor, são óptimos para fazer chegar a mensagem aos telespectadores. As músicas escolhidas ficam no ouvido e dão vontade de dançar e, o mais importante, para mim: não temos aquela vontade extrema de mudar de canal se a primeira publicidade do intervalo for a da Coca-Cola. Eu, pelo menos vejo sempre esta publicidade. É cativante e acho engraçado que haja versões de cada uma das publicidades para cada um dos países onde é transmitida. Acho bom que adaptem o seu trabalho aos mercados respeitando costumes e pegando em detalhes específicos de cada local. O novo anúncio é só mais uma prova disso. O positivismo envolvido em cada segundo é inspirador e a ideia de um mundo melhor transparece através do ecrã. 

Verdade seja dita: a Coca-Cola já não precisa de publicidade. Toda a gente conhece esta bebida. Porém, ainda assim, a marca continua a apostar em vídeos maravilhosos que nos fazem sorrir. As pessoas que trabalham nos escritórios da Coca-Cola só podem ser mega talentosas e super criativas. Caso contrário, como se lembrariam destas coisas todas ano após ano? A mensagem principal dos vídeos está mais do que correcta: Há razões para acreditar, mesmo quando tudo parece mau.

l o l i t a ♥

Por mim era sempre Verão. Adoro tudo o que envolve esta estação do ano.

CINEMA | Under The Tuscan Sun [2003]

"Under the Tuscan Sun" ou, em português, "Sob o Sol da Toscana" é muito mais do que um romance piroso. Não é um drama mas também não é apenas um romance. Na minha opinião, é o equilíbrio ideal entre as duas coisas e mistura ainda alguma comédia inteligente. Não é uma comédia romântica de domingo à tarde mas também não é um filme ultra-pesado que exige toda a concentração existente à face da Terra.

A longa metragem, na minha opinião, ganha pontos não só pela delicadeza do argumento mas também pelos cenários, pela luz, pelas cores e pelas paisagens. Os filmes passados em Itália resultam e "Under The Tuscan Sun" não é excepção. As personagens são apaixonantes, a história é envolvente e conseguimos identificar-nos com as várias emoções que são introduzidas de forma quase estratégica nesta peça cinematográfica. Gostei mesmo muito e fiquei contente por ver que a Fox Life não passa apenas comédias românticas de domingo à tarde ou filmes de terror. Porque é possível fazer filmes leves sem anedotas ridículas pelo meio e porque é possível captar os espectadores sem o suspense que está inerente ao medo. Fiquei arrependida por não o ter visto mais cedo. É de 2003 mas continua actual e bonito.



Publicação escrita em parceria com a FOX Life.

Não pude ir a Barcelona na viagem de finalistas e também não vou poder ir enquanto o Tom lá está? Já é abuso.

CINEMA | Monsters University [2013]

O grande sucesso da Pixar em 2001 - Monsters Ink ou, em português, Monstros&Companhia - foi, sem qualquer dúvida, um dos filmes mais criativos de sempre. Doze anos depois, os nossos amigos Monstros voltam para nos mostrar o que aconteceu antes de Mike e Sulley chegarem aos seus postos de trabalho e para nos mostrar o que aconteceu antes do filme onde os dois monstros conhecem Boo.

Para aqueles que, como eu, são fãs deste grupo de monstros, Monsters University é um filme que merece ser visto. Não, não é melhor que o primeiro filme. No entanto, é muito mais interessante do que aquilo que eu previa. Apesar de ser baseado numa ideia cliché, é uma nova história com novas personagens e pormenores que quem conhece bem o primeiro filme memoriza. É o caso, por exemplo, de Roz e a sua deixa típica ("I'm watching you! Aaaaaalways watching!") ou ainda do cartaz colocado subtilmente no quarto de um dos monstros fazendo referência aos "Ventos da Mudança", uma cena do filme original. São detalhes como esses que nos trazem as memórias de infância e eu admito que há já algum tempo que uma animação da Pixar não me fazia sentir criança de novo. O resultado foi muito além do que aquilo que eu esperava e acho até que nos foi entregue uma história de fácil compreensão que não deixa de agradar miúdos e graúdos. Traz novas ideias, diálogos que nos divertem e personagens extremamente carismáticas e isso só pode ser bom.

Ao contrário do primeiro filme, Monsters University aposta muito mais na parte do drama (aumentando a intensidade emocional de Mike e Sullivan) e lança conflitos mais consistentes e complexos. Como disse, não é melhor que o primeiro - Monsters Ink - mas tem o seu mérito. É sempre difícil fazer uma sequela mas este não é nada mau. Pelo contrário: reforça aquela brilhante ideia do primeiro filme. Se, em Monsters Ink, a dupla precisava de lidar com um problema externo - quem não se lembra da Boo?! - nesta longa metragem os dois amigos precisam de lidar com os seus problemas mais pessoais. A beleza deste trabalho cinematográfico está na amizade que se desenvolve aos poucos de forma engraçada mas sensível: num mundo onde ser assustador significa ser o melhor, os dois amigos sentem medo e precisam um do outro para arranjar a força e a coragem que os ajuda a sobreviver. E é assim que a amizade verdadeira funciona, certo?

A qualidade das imagens chama a nossa atenção para cada textura, para cada cenário e para cada iluminação e a realidade das sombras e dos objectos está bem presente. A banda sonora, por sua vez, sob o comando, uma vez mais, de Randy Newman, foi muito bem criada e ajuda a manter a concentração ao longo do filme (algo essencial quando o público-alvo são as crianças!). É, definitivamente, algo imperdível. A exploração da faculdade, dos estereótipos, das fraternidades, da competição e de tudo o que existe na vida académica americana está muito bem feita e tenho a certeza que agradará à maior parte das pessoas que vir este filme, independentemente da sua idade.

Eu gostei bastante. Fiquei feliz por ver um filme de animação com qualidade e com conteúdo. Feliz por ver que "cresci" com estes monstros. O primeiro filme foi lançado quando eu era pequenina e andava na escola primária e agora que eles são caloiros na faculdade, eu também farei parte desse mundo. A Pixar está, sem qualquer dúvida, de parabéns!

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Se for possível, os meus filhos chamar-se-ão Afonso e Margarida.

TELEVISÃO | Diogo Morgado em Revenge

O actor português que alcançou a fama mundial após protagonizar a mini-série "A Bíblia", recentemente nomeada para os Emmy, vai agora participar no primeiro episódio da terceira temporada de Revenge, a série americana baseada no "Conde de Montecristo". Diogo Morgado interpretará um médico chamado Jorge Velez no episódio que irá para o ar nos Estados Unidos no dia 29 de Setembro. 

"A Bíblia" bateu recordes de audiência na televisão por cabo norte-americana e Diogo Morgado acabou por se tornar a mais recente estrela de Hollywood, sendo até entrevistado por Oprah Winfrey. Segundo o jornal Público, "ainda é desconhecido o impacto que a personagem de Diogo Morgado vai ter na trama, embora os rumores mais recentes indiquem que a personagem se vai cruzar com Ashley Davenport (Ashley Madekwe), empregada da família Grayson". O autor da notícia acrescenta que "a ABC, cadeia de televisão norte-americana responsável pela produção e exibição da série, alcançou com Revenge níveis de audiência que já não obtinha desde o final de Lost" e, por isso, ser escolhido para fazer parte desta história televisiva é uma forma de Diogo preservar o seu sucesso e continuar a internacionalizar o seu nome.

Para quem não conhece "Revenge conta-nos a história de Amanda Clarke (protagonizada pela actriz Emily VanCamp), uma jovem que procura vingança depois do assassinato do seu pai, acusado injustamente de um atentado terrorista. Porém, o verdadeiro autor do crime foi Conrad (Henry Czerny), patriarca de uma das famílias mais ricas dos Estados Unidos, os Grayson. Amanda assume uma nova identidade, Emily Thorne, e regressa com o objectivo de destruir todos os membros do clã Grayson, incluindo a mulher de Conrad, Victoria (Madeleine Stowe), que no passado se envolveu romanticamente com o seu pai". Confesso que é uma série que não acompanho mas é tão bem falada em tantos blogues que acho que lhe vou dar uma oportunidade. Por agora, felicito o Diogo Morgado por tudo o que tem conquistado e espero que continue a ser bem sucedido.

madeleine stowe | Tumblr

A manhã foi passada a dançar por isso a tarde vai servir para descansar e comprar algumas coisas para o espectáculo de amanhã.

GUARDA-ROUPA | Victoria's Secret em Portugal

Cada vez que me lembro da minha reacção quando entrei na Victoria's Secret e na Pink (a outra loja da marca) em Nova Iorque, tenho vontade de rir. Fiquei absolutamente maravilhada com as cores, a decoração e o conceito. Tive vontade de comprar quase tudo e tive que fazer uma grande selecção para trazer só meia dúzia de coisas. Deste modo, quando soube que a Victoria's Secret tinha aberto uma loja cá em Portugal, fiquei contentíssima. No entanto, descobri logo de seguida que a loja estava situada na nova zona comercial do Aeroporto de Lisboa - sítio ao qual raramente vou - e, portanto, a minha felicidade dissipou-se num ápice. A minha carteira agradece mas isto significa que o primeiro espaço da marca em território Nacional e Ibérico está acessível apenas para quem for viajar. 

A Victoria's Secret abre portas na zona das Partidas do Terminal 1 e é uma das vinte lojas que ocupam o local, no âmbito do projecto de expansão do aeroporto lisboeta. Para além da Victoria's Secret, podemos encontrar marcas como Accessorize, Desigual, Imaginarium, Fnac, Geox, Pandora, Starbucks, Tumi, Women's Secret, Swarovski e outras. A mercearia gourmet Hediard e a Dreams Gourmet também tencionam abrir as suas primeiras lojas em Portugal num destes espaços mas a notícia principal é mesmo a abertura da loja da marca de roupa interior que dá nome a esta publicação. A Victoria's Secret Store passa a ser um local de passagem obrigatória para quase todas as meninas e mulheres que viajam através do Aeroporto de Lisboa e, claro, um óptimo sítio para os homens comprarem presentes antes de regressarem a casa.

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Esta semana começam as candidaturas ao Ensino Superior e, surpreendentemente, o meu curso está quase escolhido.

TELEVISÃO | Bunheads

Li tantas coisas sobre esta série noutros blogues que tive curiosidade de a ver. Vi a primeira temporada toda e, para ser completamente honesta, não gostei. Continuei a dar-lhe oportunidades atrás de oportunidades porque o que me interessa realmente está bem feito mas em termos de argumento e até de qualidade de imagem não me cativa.

Vejo Bunheads, uma série que tem sido transmitida na Fox Life, porque é sobre dança. Foca-se mais na parte da dança clássica mas vai incluindo outros estilos ao longo dos episódios e isso é uma mais-valia. Tecnicamente (e em termos coreográficos) é excelente e as personagens são interpretadas por bailarinos perfecionistas. No entanto, é uma série com demasiados dramas de adolescente. É uma série demasiado infantil. Uma série que, na minha opinião, não vale a pena por não ter uma história verdadeiramente cativante. Para quem realmente gosta de dança, recomendo que vejam as coreografias no YouTube porque a série não merece o tempo que perdemos a vê-la. Tem piadas forçadas e outras coisas que não batem certo e até me arrisco a dizer que o argumento é aborrecido. Aproveita-se a qualidade técnica dos bailarinos porque, de resto... não, obrigada. Apesar de ser da mesma criadora de Gilmore Girls (uma série que eu via regularmente), desiludiu-me bastante.

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Nunca gostei das Lita de Jeffrey Campbell nem de nada parecido.

GOSSIP | Falecimento de Cory Monteith

Não foi revelada a causa da morte do actor de 31 anos mas o chefe da polícia, Doug Lepard afirmou que não parece ter sido um crime. Cory Monteith, conhecido por interpretar o papel de Finn Hudson na série Glee (que passa na Fox Life desde a primeira temporada) foi encontrado morto ontem, dia 13 de Julho, no seu quarto de hotel na cidade canadiana de Vancouver.

Ao final da tarde do dia da tragédia, a polícia recebeu uma chamada do serviço de ambulâncias afirmando que tinha havido "uma morte súbita" num dos quartos do Fairmont Pacific Rim Hotel, na baixa de Vancouver. Segundo o chefe da polícia, a equipa "respondeu em minutos e os paramédicos informaram que o homem no quarto estava claramente morto" identificando-o ainda como "Cory Monteith, de 31 anos, que conquistou uma enorme fama na popular série televisiva Glee".

Ainda não se sabe a causa da sua morte mas a autópsia será feita durante o dia de amanhã, segunda-feira. Tudo o que se sabe por agora é que Cory voltou sozinho para o quarto de hotel no sábado de manhã depois de ter passado a noite com vários amigos. Fala-se em overdose de droga devido ao seu historial (já que esteve numa clínica de reabilitação em Abril deste ano para tratar o problema que o acompanhava desde os tempos de adolescente) mas isso são só expectativas. Teremos de esperar para saber qual a verdadeira causa da morte do actor que aparentava ter menos idade do que aquela que tinha realmente. Fiquei chocada quando soube desta notícia. 

stars in his eyes | via Tumblr

Curiosamente, Cory começou a sua prestação na série com "Don't Stop Believing" e terminou com a mesma música.
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Um dia hei-de lá voltar.

VIDA ACADÉMICA | O Brio Profissional

Em todos os trabalhos - incluindo o de estudante - há sempre coisas que não gostamos de fazer. Mas seja uma tarefa em particular ou uma disciplina que não nos chama tanto a atenção, temos de a fazer e temos que dar o melhor de nós mesmo quando a detestamos, por mais que não seja por uma questão de ego ou, lá está, de brio profissional. Sempre me ensinaram que, para fazer mal de forma propositada, mais vale não fazer. Quando se faz alguma coisa, somos moralmente obrigados a dar o nosso melhor ainda que tenhamos que fazer o dobro ou o triplo do esforço para o concretizar, especialmente quando as nossas acções afectam terceiros.

Infelizmente, nem toda a gente se sente "moralmente obrigado" a dar o seu melhor e isso verificou-se ontem quando na pauta referente ao exame de História A os melhores alunos da escola tinham notas que não correspondiam à sua prestação ao longo dos últimos três anos. Foi-nos aconselhado que pedíssemos a cópia da prova (mesmo aqueles que não eram alunos fantásticos) e que a mostrássemos à nossa professora porque, verdade seja dita, a nota mais alta era um 15 e isso não é normal. Nessa pauta, tive uma nota equivalente a 14,3. Toda a gente que me conhece sabe que História A sempre foi o meu calcanhar de Aquiles e que nunca tinha passado do 16 por isso não fiquei admirada, apesar de ter ficado indignada com uma nota que terminava em três décimas. E como eu houve muitos alunos em situações semelhantes. Qualquer coisa ponto três décimas, qualquer coisa ponto quatro décimas. No entanto, eu podia, efectivamente, merecer isso e portanto não liguei muito. 

Entretanto a minha professora pediu para lhe mostrar a prova para ver se a reapreciação da mesma me poderia dar, pelo menos um, 14,5 - já que essas duas décimas fariam toda a diferença e eu precisava de manter a nota com que fui a exame. Fi-lo sem grandes esperanças, até porque ter 14,3 num exame nacional de História, para mim, já era sorte a mais. Tentei na mesma e, para minha grande (mas mesmo muito grande!) surpresa, a minha professora, sendo ela também correctora de exames e, portanto, estando bem ciente de todos os critérios, disse que a minha prova valia não 14,3 mas sim 16,6, retirando pontos de uma das perguntas e tudo! Referiu que várias questões deviam ter sido contabilizadas num dos níveis superiores à excepção dessa em que, por acaso, o professor corrector até me tinha dado mais do que aquilo que eu merecia. Mas se até com essa ajuda, o valor que me foi atribuído ficou aquém da minha nota real... O que se passou? Havia alguém chateado com o mundo? Os critérios são bem claros e as indicações dadas aos professores correctores também por isso... Como é possível haver uma discrepância destas? Falo deste caso porque é aquele que conheço realmente mas acredito que aconteça noutras disciplinas também. 

Mas se isso tivesse sido só comigo, okay. Podia até ter sido um erro ou uma contagem mal feita... Os professores, antes de serem professores, são humanos e não seres mecanizado. Obviamente que tenho plena noção disso. Para o tipo de aluna que fui nos últimos três anos, pareceu-me perfeitamente possível tirar a nota que estava explícita na pauta. No entanto, a situação não foi bem assim. Alunos de 20 a terem 14? Alunos de 19 a terem 12? Um aluno de 19 a tirar 9? É, no mínimo, estranho! Hoje o dia foi passado na escola e a professora de História A foi mais prestável do que nunca. Mais ou menos metade dos alunos que fizeram exame fotocopiaram as provas e tiveram uma longa tarde pela frente. O resultado foi o que se previa: subidas de quatro valores ou até mais. No meu caso foram cerca de dois valores mas o meu namorado passaria de 14,3 para 18,3 caso o seu exame tivesse sido bem corrigido da primeira vez. Isso admite-se? Uma colega minha ser avaliada com 10,4 quando, na realidade, merecia 16,1? Um aluno com 9 num exame que lhe podia dar 15? São diferenças abismais e amanhã entregaremos todos o pedido de reapreciação de prova. Esperaremos as notas destes recursos até dia 1 de Agosto (se não me engano) e aí sim, os professores da escola (que estão tão indignados como nós porque, ao que parece, já não é a primeira vez que isto acontece em tanta quantidade!) decidirão se fazem uma participação destinada ao professor corrector ou não.

É em casos como estes que o brio profissional deve estar sempre presente. Custava alguma coisa ao professor corrector ter seguido as orientações que lhe deram? Custava alguma coisa seguir os critérios de correcção de exames? É para isso que eles existem e são tão apertados para não haver distâncias assim, de quatro e cinco ou até seis valores! Há maus profissionais em todos os trabalhos e nós, desta vez, tivemos o azar de termos exames lidos e avaliados por um deles. Agora é esperar por Agosto para saber a nota definitiva. Estava contente com a minha nota por ser melhor do que aquilo que eu esperava mas saber que o meu estudo intensivo e ultra-doloroso podia ter recompensa e não teve é frustrante. Provavelmente a minha nota de recurso não chegará a 16,6 mas confesso que me deu gosto saber que fui capaz de fazer um exame de História A avaliado com um 17 pela minha professora, que faz sempre testes com critérios de exame nacional. É uma missão cumprida após três anos a batalhar contra a disciplina. 

Quem merece toda a gratidão do mundo é a minha professora, que viu os nossos exames durante uma tarde inteira e ainda os levou para casa - para conseguirmos preencher o pedido de reapreciação de prova com um texto argumentativo e uma fundamentação bem feitos - sem receber horas extraordinárias ou um aumento de salário. Como disse, há maus profissionais em todo o lado e ainda bem que estão em minoria porque, realmente, se situações destas acontecessem com maior frequência, provocadas por pessoas que não se incomodam nem com os colegas de profissão (porque alguém diferente terá de corrigir as provas de novo, certo?!) nem com os alunos, estávamos todos feitos ao bife. No entanto, eu acredito que pessoas assim acabem por se dar mal na vida mais tarde ou mais cedo. Falta de profissionalismo só se tolera até um certo ponto e eu só espero honestamente que se faça justiça e que todos os meus colegas tenham a nota que merecem. Enfim. Desejem-nos sorte para este recurso! E que não nos calhe outra peça destas, por favor!

Favoritas | Tumblr

O rapaz que trabalha no café em frente à escola trata-nos sempre por Sr.Presidente e Primeira Dama.

GUARDA-ROUPA | Linha de Acessórios de Sarah Jessica Parker

Há uns tempos foi possível comprar as botas que Madonna usou durante o Super Bowl, as sandálias em cunha que Britney Spears calçou durante a tour "Crazy" e ainda os sapatos que Sarah Jessica Parker pisou durante as gravações de "Sex and the City". Várias celebridades, na altura, abriram mão dos seus sapatos para que estes fossem leiloados de modo a angariar fundos para uma escola de música e artes em Nova Iorque. Tudo por uma boa causa.

No entanto, Sarah Jessica Parker decidiu trazer mais uma novidade relacionada com a compra de sapatos. Desta vez, ao invés de comprarem os sapatos da actriz, os interessados poderão comprar os sapatos da sua marca. A mulher que interpretou Carrie em "Sex and the City" tem prevista, para 2014, uma linha de calçado, malas e trench coats em colaboração com Manolo Blahnik. A colecção será lançada em território americano mas as criações desta dupla (que estava quase previamente destinada!) ainda não estão confirmadas para a Europa. Segundo o Daily Mail, Sarah diz que era o que público esperava dela já que Carrie, a sua personagem na série que está a ser repetida agora na Fox Life, era viciada em sapatos, especialmente aqueles que eram assinados por Manolo Blahnik. Assim sendo, fazia todo o sentido criar um projecto deste tipo. A linha chamar-se-á apenas SJP e eu estou curiosa para ver o resultado final.

Tumblr

Com este calor só nos safamos dentro de água. É mesmo meteorologia para quem está de férias!

GUARDA-ROUPA | Chiara Ferragni & Superga

A centenária marca de ténis italiana Superga é conhecida pelas suas parcerias a nível internacional. Depois das colecções com as irmãs Olsen, com a estilista britânica Giles Deacon e até com a DC Comics, a Superga uniu-se à blogger por detrás do The Blonde Salad, Chiara Ferragni, para lançar uma edição especial de um dos modelos mais vendidos. A colecção foi lançada há um mês atrás e Chiara explicou no seu blogue que, nesta colecção cápsula de edição limitada chamada Superga for The Blonde Salad, tentou criar uma sapatilha desportiva mas ao mesmo tempo delicada. Algo leve mas que, ao mesmo tempo, chamasse o Verão através da versão em crochet. Confortável mas, ainda assim, diferente das sapatilhas mais comuns. Segundo Chiara, "a transparência dá vivacidade ao sapato" e o crochet é o seu material favorito para esta estação uma vez que é "um símbolo de sensualidade e feminilidade".

As fotografias da campanha foram tiradas em Los Angeles durante o mês de Maio e a blogger que dá a cara pelo The Blonde Salad foi, obviamente, a protagonista. Pessoalmente não me identifico com o resultado final mas confesso que é um produto que tem tudo a ver com a blogger e com a sua personalidade, uma vez que tanto a sapatilha como a sua criadora são femininas e versáteis.


Podem ver as quatro cores disponíveis AQUI.

A Carolina está de volta. Sejam bem-vindos!