♡

Viagem de sonho?

LONDRES, INGLATERRA | Victoria's Secret

Que blogue seria este se não houvesse uma publicação sobre o espaço da Victoria's Secret? Não seria meu, com certeza. A loja da marca em Londres é um verdadeiro mundo com quatro andares, miúdas loucas, homens encostados às paredes a suspirar de tédio e artigos de desfile expostos em todos os cantos. Muitos perfumes, muitos cremes, muitas mochilas e bolsinhas, muitas asas, muitas rendas, muitas cores, muitos cremes, muita roupa interior, muita roupa de praia, muitos cãezinhos de peluche, muitos básicos, muitas mensagens provocadoras, muita roupa de ginásio e muitas funcionárias simpáticas e disponíveis.

A Victoria's Secret é a minha marca de eleição e as suas lojas são o meu calcanhar de aquiles. Não tenho o hábito de pintar as unhas, não sei fazer maquilhagens elaboradas e não uso sapatos de salto com frequência mas se falarmos em roupa interior - e se focarmos, em particular, a roupa interior da Victoria's Secret - a história transforma-se por completo e o meu lado de rapariga a sério - ou o meu Hulk mode, como eu e o Gui gostamos de lhe chamar - sobressai de imediato.

As minhas compras em Londres resumiram-se, sem coincidências, a uma só loja: Victoria's Secret. Porque para além de aplaudir o conceito de democratização da marca - porque há produtos para todos os gostos e carteiras -, conheço por experiência própria a qualidade dos artigos e, nesse sentido, reservei uma parte do meu dinheiro para gastar especialmente na loja que não encontro sempre quero ou preciso. E depois de deambular pelos vários andares, de comparar preços, promoções e tecidos, lá trouxe algumas pecinhas para a minha colecção.

A maior falha? Não ter fotografado a loja por estar demasiado fascinada com os detalhes, as colecções e a diversidade de artigos. A parte engraçada? Ver os homens a olhar uns para os outros com aquele ar de "eu compreendo a tua dor, amigo" enquanto acompanhavam as suas namoradas, esposas, mães, amigas e irmãs na compra infernal de artigos completamente femininos. O lado mau? Não poder comprar os maravilhosos cremes da marca porque decidi viajar com a Ryanair.


Vanilla Sky

Blogger assassinado por escrever sobre aquilo em que acredita. Onde é que este mundo vai parar?

LONDRES, INGLATERRA | Chinatown

Chinatown é, como o nome indica, uma pequena cidade chinesa dentro da grande cidade de Londres. É o mundo da gastronomia chinesa, dos olhos rasgados, das decorações avermelhadas e de toda uma cultura muito peculiar. Fica perto de Leicester Square e não é um local de passagem obrigatória - a não ser que seja época de Ano Novo Chinês! - mas é um lugar feliz para quem gosta de comida asiática e daquela mistura de culturas tão acentuada e tão típica de Londres. Mesmo que não queiram comer arroz chau-chau, o passeio ao final da tarde ou à noite vale pelas decorações das ruas sempre iluminadas que nos transportam para o outro lado do globo.



Hoje, o mundo divide-se entre as pessoas que dizem que o vestido é azul e preto e as que dizem que é branco e dourado.

DESAFIO | Deixa as Palavras Voarem: Futuro

Há quem tenha em mente um casamento enorme, uma grande festa, um doutoramento, uma viagem à volta do mundo, filhos e um trabalho ideal. Há quem tenha objectivos para daqui a um ano, para daqui a cinco ou até para daqui a dez. "E tu, Carolina? Onde te vês daqui a 10 anos?".

Não faço ideia. Sempre vivi intensamente o presente e sempre achei que olhava para a vida da forma mais correcta. No entanto, aquando a entrada na Faculdade, percebi que se calhar não era bem assim. Que os meus objectivos a curto prazo tinham, inevitavelmente, de ser substituídos por outros mais longínquos. E ainda não consegui sequer escrevê-los. Continuo a não saber onde vou estar daqui a dez anos. Ou daqui a dois. Ou onde vou querer estar daqui a dez anos. Ou daqui a dois.

O futuro assusta-me. O desconhecido assusta-me. O falhanço assusta-me. E sendo eu uma pessoa extremamente racional sempre tive dificuldade em fazer planos que contrariassem as minhas certezas momentâneas. Gosto de ter os pés bem assentes na Terra. Gosto de ter estratégias e planos extra para os meus falhanços. Gosto de conhecer bem o meu caminho, de aproveitar as oportunidades à medida que elas vão aparecendo e de preparar estradas para as opções que poderei querer um dia. Mas continuo sem saber o que vou querer. Planear o meu futuro de forma tão intensa é o oposto daquilo em que baseio as minhas experiências. A incerteza assusta-me e o presente parece-me sempre melhor.

Tumblr

[esta publicação está inserida no desafio "Deixa as Palavras Voarem" da Adelisa M.]
cc- me

A minha carteira agradece - muito! - o facto de não ter nenhuma Urban Outfitters por perto. É, sem dúvida, uma das minhas lojas favoritas.

INSTAGRAM | Fevereiro 2015

Graças à grande queda do meu telemóvel no mês passado equacionei a hipótese de não ter fotografias para partilhar este mês. No entanto, Fevereiro começou em Londres ao lado do Gui e o Instagram foi sendo actualizado à custa de smartphones alheios, primeiro em Londres e depois em terras bracarenses.

Fevereiro ficou marcado pelo orgulho de ver o Gui a atingir mais uma meta, pelo adeus ao estágio que me proporcionou outras determinações profissionais e pelo pequeno susto que me levou às análises clínicas e ao electrocardiograma. Fevereiro foi o mês das férias no fim dum semestre completamente exaustivo e o mês do regresso à Faculdade, à Praxe e aos apontamentos. Fevereiro de 2015 simbolizou a conquista de ter feito três semestres sem deixar cadeiras para trás e sem precisar de exames fora de horas e foi, no geral, um mês feliz, de tranquilidade, de amigos e de amor. 

Apesar de sentir que Fevereiro ficará para sempre por mim visto como o mês em que fizemos a nossa primeira viagem a dois, também sinto que olharei eternamente para Fevereiro como algo maior e igualmente marcante. Fevereiro foi um mês de certezas, de motivação e de muiiiitas publicações no LUCKY 13. Esperemos que Março seja tão bom ou ainda melhor para todos. E, de preferência, entre fotografias, passeios e muito sol.

how cute

O mundo divide-se entre as pessoas que fazem as malas com a devida antecedência e as que as fazem à última da hora.

LONDRES, INGLATERRA | The Tower of London

Apesar de ter visitado a Tower of London durante a minha primeira viagem a Londres, este foi um local que repeti com todo o gosto. Porque para além de achar que seria interessante visitar a Torre com outra maturidade e outra atenção, tinha a certeza de que seria algo maravilhoso para o Gui, que é aficcionado por História e que sei que fica encantado com este tipo de locais.

Escolhemos ir da parte da tarde, comprámos bilhetes com desconto de estudante mostrando o cartão da Faculdade - 18£70, se não estou em erro - e lá fomos nós juntamente com a Mariana. Não tivemos direito à visita guiada com os famosos Beefeaters pois a última desse dia tinha começado há meia hora atrás mas passámos umas belas horas entre torres, curiosidades históricas, instrumentos de guerra e jóias da coroa.

A Torre de Londres teve várias funções ao longo dos séculos. Foi um palácio, a Sede da Casa da Moeda, o local onde havia a "Mostra dos Animais do Reino" e também o sítio onde eram torturados e executados os prisioneiros que eram mandados para a Torre (na verdade, a expressão "send him to the tower!" está relacionada com este monumento uma vez que a frase não significa mais do que "ser aprisionado"). Actualmente, os únicos animais que por lá habitam são os corvos que protagonizam a famosa lenda britânica (quando os aves negras abandonarem a torre, a monarquia acabará) e a Torre é conhecida por guardar as Jóias da Coroa Britânica.

Her Majesty's Royal Palace and Fortress The Tower of London - sim, é este o nome verdadeiro! - localiza-se ao lado da Tower Bridge na margem norte do rio Thames, é popularmente conhecida como The Tower of London e foi mandada contruir em 1078 por Guilherme, O Conquistador. Actualmente é Património Mundial da UNESCO e um local de visita obrigatória para conhecimento da História Britânica. Se puderem, visitem a Torre de Londres e ouçam as histórias curiosas e engraçadas dos Beefeaters - que antigamente eram os guardas da Torre mas que hoje são os guias turísticos do monumento sob a condição de terem servido as Forças Armadas durante pelo menos 22 anos.



Quais são as aplicações que tenho de instalar no meu smartphone?

LONDRES, INGLATERRA | Camden Town

Camden é uma das zonas mais originais da cidade de Londres. Pelos mercados, pelas pessoas, pelos edifícios, pelos souvenirs ao preço da chuva (é aqui que devem comprar as lembranças para a família e - se tiverem personalidade para tal e amor à carteira - regatear por preços ainda mais baixos) e pela diversidade cultural que se mistura entre cheiros de comida e lojas. 

O bairro de Camden é conhecido pelos estilos variados, pela música, pela animação e pelo canal que nos liga a Little Venice mas, na minha opinião, pode ser facilmente classificado como um pequeno mundo que vale pelo passeio e pelo ambiente alternativo. Merece sempre a visita dos turistas que decidem ir até Londres sendo que, ao fim-de-semana, há mais movimento.


Minimal Movie Posters

A minha opinião mantém-se: a Manuela Moura Guedes não tem jeitinho nenhum para apresentar o "Quem Quer Ser Milionário?".

GUARDA-ROUPA | "E para o dia-a-dia?"

Começo esta dissertação altamente fútil com uma verdade inegável e aproveito também a introdução de discurso para repetir algo que quem me lê há mais tempo sabe de cor: gosto de roupa interior e gosto de comprar roupa interior. Problema? Nenhum. 

O meu aborrecimento está exclusivamente relacionado com as funcionárias das lojas que 1) me tentam impingir trezentas mil peças que nada têm a ver com o que procuro, 2) toooodos os santos dias me perguntam se sei qual o meu tamanho e 3) fazem sempre a questão-chave que nunca falha: "E para o dia-a-dia, não precisa de nada?". Oi? Como assim "dia-a-dia"? Quer dizer que há uma lei que diz que as peças que levo só podem ser usadas de noite ou em cerimónias especiais?

Não gosto de roupa interior de avó. Não gosto de bonecadas. Dispenso básicos quando as circunstâncias não me obrigam a utilizá-los (leia-se: quando trajo, quando a roupa assim o exige ou quando tudo o que é giro está para lavar ou a secar no estendal). Gosto de rendas. Gosto de aplicações giras. Gosto de transparências. Gosto de roupa interior romântica e delicada. São gostos. Sinto-me extremamente confortável e feminina quando visto peças especialmente bonitas. Qual é o drama?



[E chega de ver a roupa interior como um tema tabu em blogues nacionais, sim?]

Facto: sou suuuuuper esquisita com cheiros e perfumes.

LONDRES, INGLATERRA | Curiosidades Aleatórias

Nas últimas semanas tenho vindo a partilhar publicações quase-diárias sobre a minha viagem a Londres e estou a adorar fazê-lo. Contudo, achei que esta espécie de rubrica-temporária precisava de algo mais imprevisível e interessante (para não serem SÓ fotografias e locais a visitar) e decidi quebrar a monotonia com uma publicação de curiosidades! Pelo registo, pela piada e porque, doutra forma, vocês não saberiam pormenores que eu achei bastante engraçados. Sobre nós, sobre a cidade, sobre as pessoas... Há de tudo! Vamos a isto?

Não vi nenhum casal inglês de mãos dadas (tenho a certeza absoluta - porque essas coisas notam-se à distância - que todas as pessoas que vi de mãos dadas eram turistas). O nível de vida londrino é mais elevado do que aquele a que estamos habituados. Depois de dois dias já nos irritávamos com a calma dos turistas entre ligações de metro e nas ruas principais (a pressa é contagiosa). Não houve um dia com temperaturas mais altas do que 4ºC. Só choveu uma vez, ao final da tarde. Nevou durante a noite mas não o suficiente para ficar tuuuudo branquinho (apesar de ter sido suficiente para os miúdos do condomínio fazerem bonecos de neve antes de irem para a escola). Os ingleses levam muito a sério - como eu - a questão de nos colocarmos à direita nas escadas rolantes (o lado esquerdo é para os apressados e para os menos preguiçosos). A bateria da Matilde foi carregada apenas uma vez durante toda a viagem. Londres tem muita gente mas não é, de todo, uma cidade confusa. Não tivemos a sorte de ver a London Bridge aberta. Em todos os museus que tive o prazer de conhecer vi turmas inteiras de crianças - de várias idades - e professores a acompanhá-las (acho fantástico que se promova assim a cultura e o conhecimento, com peças reais e não só através de livros). Em Londres não há lixo no chão apesar de não haver muitos caixotes espalhados pelas ruas. 

Os esquilos de St. James Park são a coisa mais querida e simpática. A água da torneira nas casas de banho públicas é quente. As minhas únicas compras (lembranças para a família não contam!) foram feitas na Victoria's Secret. A The Body Shop está em todos os cantos da cidade. A loja da Apple mais bonita é em Convent Garden. Londres é uma cidade muito fria mas todos os espaços interiores têm aquecimento (o ideal é vestirmo-nos por camadas!). Tivemos muita sorte na viagem de autocarro para o aeroporto (estávamos na rua certa mas na paragem errada e o motorista parou ali mesmo para nós entrarmos apesar de ter feito a paragem correcta momentos antes). A nossa primeira refeição foi frango com arroz. Como passávamos o dia a conhecer a cidade, chegávamos às 18h completamente exaustos. A noite londrina acaba, no máximo, às 02h00 da manhã. Nunca ninguém me negou informações ou ajuda. Os funcionários do Starbucks não sabem escrever os nossos nomes (em Londres ele é Garlos e eu sou Calorine). As colegas de casa da Mariana compraram flores no dia em que chegámos e estas só morreram no dia em que fomos embora. Os ingleses não são os mais sorridentes mas são sempre simpáticos e educados. De todos os aeroportos que já visitei, o de Stansted ganhou o Prémio de Segurança-Mais-Mariquinhas-No-Que-Diz-Respeito-Aos-Líquidos-De-100Ml. Não comemos fish and chips uma única vez (o Gui não come peixe e eu não gosto da iguaria inglesa que toda a gente adora). A expressão "Keep Calm and Carry On" está um pouco por todo o lado. Ao segundo dia já eramos especialistas em linhas de metro. Londres é, definitivamente, um local onde queremos voltar um dia mais tarde.



Amor é dormir de coração cheio, com um orgulho inconfundível no peito e uma baba infinita. Amor (também) é isto.

AMOR | O Bom Dia e os Minutinhos Extra

A maior prova de amor que me podem dar é conseguirem arranjar tempo para mim. Sinto que me repito quando falo sobre as coisas que me apaixonam mas não há nada - nada, repito - que me deixe mais contente do que uma mensagem inesperada ou uns momentos a dois no meio duma semana confusa, exigente e complicada. A segurança, a tranquilidade, a confiança (...). Tudo isso é impagável exactamente porque demonstra o esforço e o empenho que servem de base a qualquer relação. E saber que me consigo entregar a 100% - talvez mais do que devia, mas não sei fazê-lo doutra forma - entre todos os medos e angústias permite-me chegar a uma conclusão muito simples: estou no lugar certo e o risco que corri tem vindo a demonstrar-se o mais indicado apesar das minhas dificuldades e lutas diárias.

-
Peanut Butter and Jelly Jars Best Friends Necklace Set of Three PitterPatterPolymer

O mundo divide-se entre as pessoas que preferem compota e as que gostam mais de geleia.

LONDRES, INGLATERRA | Stamford Bridge Stadium

Numa manhã fresquinha - como todas, diga-se - decidimos ir passear até à zona do Estádio do Chelsea. Gostamos os dois de futebol e, apesar de considerarmos que o preço do bilhete não iria compensar aquilo que iríamos ver na tour (20£00 - ou 17£00 com marcação feita através da internet - pareceu-nos exagerado) lá fomos nós à descoberta duma zona menos turística para um pequeno vislumbre do enorme Stamford Bridge Stadium e um passeio pelas redondezas que nada têm a ver - em termos arquitectónicos e demográficos - com o centro de Londres.

Não tenho muitas fotografias (estava demasiado frio para isso, como poderão ver mais abaixo!) mas criámos memórias muito giras (e sim, enganamo-nos na Estação - mea culpa, desta vez - e fomos dar uma voltinha até Stamford Brook) e tivemos direito a um passeio diferente daqueles que fizemos nos restantes dias. Não é um local que recomende às pessoas que visitam Londres pela primeira vez (a não ser que sejam completamente fãs do Chelsea e queiram pagar as 20£00 para entrar no Estádio, a zona envolvente não é obrigatória para turistas com pouco tempo) mas é uma zona interessante que foge ligeiramente aos estereótipos arquitectónicos ingleses. Não me arrependo de lá ter ido. Penso até que estes locais menos óbvios - e desnecessários para muita gente - ofereceram diversidade à nossa viagem, cortando qualquer tipo de monotonia que pudesse eventualmente existir.


add a caption

Quero um carrinho destes!

TEMPO DE ANTENA | O Meu Bicho Papão

"Não há nada que me aterrorize mais do que saber que, a qualquer momento, posso deixar de existir. A morte é, sem dúvida, o bicho papão que me atormenta à noite e me deixa sem dormir noites e noites a fio. Tenho quase vinte anos e não consigo encontrar forma de não pensar sobre o assunto. Eu sei que é algo inevitável e que ninguém vai escapar vivo desta aventura mas, mesmo assim, não me conformo. Toda a gente tem os seus fantasmas e o meu é a morte. 

Eu gosto de pensar que vivo a vida ao máximo e que aproveito todas as oportunidades que me aparecem. E tenho a perfeita noção de que sou muito feliz e me sinto bem comigo mesma. Tenho amigos fantásticos, uma família maravilhosa e tenho pena de algum dia deixar tudo isso para trás. Tenho pena de deixar de ver, de sentir, de cheirar. O mundo em que vivemos é deslumbrante e eu fico fascinada com tudo. Agradeço o facto de estar viva e de ter esta oportunidade para viver. Sei que não vou ter outra (pelo menos não acredito nisso) e tenho a certeza de que, dentro dos possíveis, vou aproveitar a minha vida ao máximo. Mas ao mesmo tempo apetece-me fazer birra e gritar em voz alta que não quero morrer! Porque eu não quero mesmo morrer! E não há nada que eu possa fazer em relação a isso. Não há forma de combater este meu medo que, quando menos espero, invade a minha mente para me aterrorizar. 

Secalhar é por isto tudo que eu tenho medo: porque eu quero poder aproveitar e conhecer tudo aquilo que ainda não conheci. Quero conhecer todos os países e pessoas novas todos os dias. Quero viver muitos e muitos anos e, quem sabe, quando for velhinha e me aperceber de que vivi tudo tão intensamente, o medo vai-se embora e eu vou encarar a morte com outros olhos. Porque provavelmente vou ter noção de que a minha vida foi demasiado boa (pelo menos é o que desejo para mim) e que eu tenho que morrer para dar oportunidade para outra pessoa poder vir ao mundo. A vida é mesmo assim: uns morrem, outros nascem. Perdemos tempo com mesquinhices e com ódios quando todos acabamos da mesma maneira. E mesmo assim eu tenho medo de morrer. Mas também tenho a perfeita noção de que a morte, apesar de parecer injusta – porque nem toda a gente merece partir – é o destino mais justo que poderíamos enfrentar. Não importa se somos brancos, negros, amarelos ou cor-de-rosa. Nós viemos do nada e, todos juntos, a cada segundo que passa, para o nada caminhamos."

i wanna have control | via Tumblr

Daniela Costa, Behind Brown Eyes.
>>

O mundo divide-se entre as pessoas que utilizam o Perfil do Blogger e as que utilizam o Perfil do Google +.

LONDRES, INGLATERRA | Natural History Museum

O Museu de História Natural é um mundo que não desilude mas é enorme portanto, na impossibilidade de passar por todas as salas para observar todas as peças, escolhemos algumas zonas e acabámos por conseguir ver coisas que nos agradaram aos dois.

Este museu - obrigatório para os que se fascinam com a Natureza e a sua evolução - teve a visita de mais de 5 milhões de pessoas durante o ano de 2013 e, para além de ser fantástico a nível arquitectónico, é também incrível pela diversidade de espécies expostas e pela quantidade de épocas que abrange. As galerias são agrupadas por zonas e o truque está em decidir, à entrada, quais aquelas que queremos visitar. As galerias mais procuradas são a dos dinossauros e a dos mamíferos (onde existe, no tecto, uma réplica duma baleia azul - o maior mamífero do planeta) mas acredito que qualquer uma valha a pena desde que a seleccionem consoante os vossos gostos e interesses.

O Museu de História Natural é muito diversificado e para nós foi relativamente fácil conciliar os nossos gostos exactamente porque há muito para ver. Entre animais e pedras preciosas, eu confesso: gostei imenso dos dinossauros (alguma vez mencionei que adoro dinossauros?) mas também achei uma particular graça ao esqueleto do chimpanzé bebé (é a coisa mais querida!) e fiquei automaticamente surpreendida com o tamanho da sequóia gigante mesmo sabendo que seria enorme.

Aconselharam-nos a ir cedo por causa das confusões mas nós escolhemos ir da parte da tarde e mesmo assim não apanhámos quaisquer filas. Não sei se foi sorte mas a verdade é que o museu, apesar de ser um local que recebe dezenas de visitantes todos os dias, está muito bem organizado. O Museu de História Natural vale muito a pena, é um espaço para miúdos e graúdos, está aberto das 10h00 às 17h50 e é gratuito.


Tumblr

Estou a adorar este meu projecto. Espero continuar assim motivada durante muiiiiito tempo.

BLOGOSFERA | Behind Brown Eyes

O Behind Brown Eyes é um dos meus novos vícios blogosféricos. Pessoal, actual, abrangente, diversificado e cativante são as palavras que melhor o descrevem. O Behind Brown Eyes é mais uma página no meio de tantas outras mas é também uma página que conta com a minha visita de forma quase diária. A Daniela escreve bem, sabe expôr as suas ideias e opiniões da forma mais clara e justa e é capaz de misturar gostos pessoais com críticas, conquistas, produtos de beleza, séries, dramas académicos e filmes. Não há como não gostar. O Behind Brown Eyes foi criado em Dezembro e conta com apenas 22 seguidores mas merece ser dado a conhecer pela dedicação e qualidade que nos são transmitidas duma maneira quase automática. O blogue da Daniela vence pela imprevisibilidade e pelos temas que me obrigam acidentalmente a identificar-me com a pessoa que os idealiza. E isso chega para me ter como leitora assídua. Gosto.



Completei três semestres sem deixar cadeiras para trás e sem recorrer a exames extra. Estou orgulhosa.

LONDRES, INGLATERRA | Change Of The Guard

Uma das coisas que não tive oportunidade de ver na primeira vez que estive em Londres foi a Cerimónia do Render da Guarda por isso achei que, desta vez, não podia perdê-la. Depois de descobrirmos os dias e os horários no site oficial, escolhemos ir na terça-feira e aproveitar o dia para conhecer essa zona da cidade (e para conhecer os esquilos simpáticos de St.James Park).

A Troca da Guarda é um evento que cativa muita gente por isso é imperativo chegar cedo sobretudo durante a época alta. Nós conseguimos um lugar numa das filas da frente e acabámos por ficar num dos portões. Conseguimos ver - e ouvir - tudo mas não tivemos aquele ângulo perfeito para fotografar a banda e as diferentes formações à chegada. Na verdade, é quase impossível ter um ângulo perfeito sobre tudo. O truque está em decidir se queremos captar os detalhes da chegada da Guarda Real ou se queremos observar com atenção as trocas propriamente ditas - feitas dentro do Palácio.

Se o Render da Guarda vale a pena? Vale. É algo tipicamente londrino apesar de turístico, permite-nos conhecer o Palácio de Buckingham (que pode ser visitado no Verão, quando a rainha não está na cidade), é um evento cultural e dá origem a fotografias muito engraçadas graças aos seus protagonistas reais.

Girls have fun

Coisas boas desta vida: filmes Disney.

CINEMA | The Help [2011]

"The Help" ("As Serviçais", em português) é passado no Mississipi e retrata uma história de coragem. Gira em torno da discriminação racial e de todas as regras que separam as empregadas negras das patroas brancas mas coloca-nos numa posição muito interessante uma vez que nos leva a pensar também sobre a liberdade de expressão, a violência doméstica e a educação das crianças enquanto nos faz rir com algumas situações engraçadas e duas ou três frases mais atrevidas.

À primeira vista este é um filme sobre racismo mas, na minha opinião, vai além dessa temática. Os preconceitos estão lá e dramatizam a crítica social mas "The Help" é também sobre mudança, sobre determinação, sobre sonhos, sobre profissões, sobre direitos e deveres e sobre amizades improváveis numa época complicada. Insconscientemente, "The Help" arrasta-nos para vidas diferentes e mostra-nos a realidade dos anos 60 entre temas bastante actuais.

Emma Stone faz um bom papel como jornalista e Viola Davis e Octavia Spencer dão vida ao drama através da sinceridade que dá um twist diferente ao tema visto muitas vezes no cinema até então. Tate Taylor fez um óptimo trabalho como realizador e conseguiu trazer-nos um filme repleto de cenas fortes, momentos humorísticos e um elenco de excelência. Não foi por acaso que "The Help" esteve nomeado para vários Oscars na Edição de 2012. A pergunta que perdura agora é: Porque não vi este filme antes?

💎

O mundo divide-se entre as pessoas que voam em primeira classe e as que voam em classe económica.

SWEET CAROLINE | Racionalidade e Discernimento

Há qualquer coisa em mim que me faz ser bastante racional no que diz respeito aos mais diversos assuntos do meu quotidiano. Analiso os dois lados duma situação antes de tomar uma decisão, tenho estratégias bem definidas para colmatar as minhas falhas e incertezas e, apesar de não conseguir fazer planos a longo prazo, ajo duma forma muito peculiar de modo a reunir as minhas qualidades e as minhas vantagens a meu favor. Eu abro as minhas próprias portas e tento preparar o terreno para os meus próprios erros e falhanços.

E como não sei ao certo que rumo devo seguir, tento descobri-lo aos poucos através destas minhas tentativas que têm tanto de espontâneas como de planeadas. Contraditório, eu sei. Para mim faz sentido aproveitar as oportunidades à medida que elas vão surgindo e enquanto tento perceber como essa decisão me irá afectar. Felizmente, consigo ter o discernimento necessário para, aos poucos, construir a estrada que quero percorrer. Posso não saber o que quero para daqui a dois ou três anos mas sei dizer de imediato se A, B ou C é - ou não - aquilo com que me identifico. Sei lidar muito bem com as minhas frustrações e isso é óptimo. Sou perita em colmatar falhas, em resolver desastres e em arranjar soluções e Planos B, C e Z se necessário. Só dependo de mim e não caio do precipício. Mesmo sem planeamento, consigo construir uma ponte. Já é uma vantagem. E sou feliz mesmo quando tudo corre mal. Muito feliz.

NYFW DAY.1
Follow http://weheartit.com/mirayyyyy

O mundo divide-se entre as pessoas que usam o relógio no pulso esquerdo e as que o usam no pulso direito.

LONDRES, INGLATERRA | Science Museum

O Museu da Ciência foi uma das nossas escolhas para quinta-feira. Entre astronautas, modelos de carros, experiências, mísseis, objectos dos anos oitenta e noventa e muita História Mundial, chegámos à conclusão que o Gui não pode construir uma nave (porque ou explode ou não aterra em Marte em condições) e que os alimentos comidos no espaço não têm lá grande aspecto.

Para nossa surpresa conseguimos passar por todos os pisos do museu, observar todas as exposições gratuitas e jogar nos computadores que iam aparecendo ao longo das salas temáticas. O Museu da Ciência é gratuito mas, à porta, perguntam-vos se querem fazer uma doação. Não é obrigatória mesmo que pareça que sim. Os interessados poderão visitar este espaço todos os dias das 10h00 às 19h00 e descobrir mais sobre o Espaço, o Corpo Humano, a Engenharia Mecânica e muito mais.



O mundo divide-se entre as pessoas que aprenderam que "Plutão é um planeta" e as que aprenderam que "Plutão é um planeta anão".

BLOGOSFERA | Solemnize

Descobri o Solemnize apenas esta semana mas faço questão de o recomendar hoje mesmo pelo seu conteúdo bem estruturado e pelo seu design apelativo e personalizado. O blogue da Ana mistura o carácter profissional das dicas mais técnicas com o lado pessoal dos seus gostos e objectivos e é isso que faz dele um local de visita obrigatória. Conta com apenas 7 seguidores - eu incluída! - e é a prova de que as estatísticas não são, necessariamente, um medidor de qualidade.

A Ana vive em Lisboa e desde Janeiro que partilha connosco um pouco mais do seu dia-a-dia. O objectivo? Escrever. Sobre tudo e sobre nada. Sobre muita coisa e sobre menos um bocadinho mas, sobretudo, sobre todas as coisas que a apaixonam, sobre o seu estilo pessoal e sobre aquilo que a inspira. Pessoalmente tenho adorado o tom descontraído mas ao mesmo tempo muito cuidado do blogue em questão. O Solemnize vai-me ficar debaixo de olho com a certeza de que tem muito para dar. É um projecto - com pernas para andar e pronto para evoluir! - que me terá como leitora sempre que possível.

Melting Thin | via Tumblr

Ice Tea de limão é, sem dúvida, a minha bebida.

LONDRES, INGLATERRA | Tony Sweet, The Musician

"You know it's illegal to smile in the London tube, right?"

Em Londres aprendi duas coisas: que não posso confiar no Gui para decidir linhas de metro e que, por vezes, é bom entrar na carruagem errada. A frase de cima foi dita por Tony Sweet, a personagem divertida que entrou na mesma carruagem que nós, que percebeu que éramos portugueses, que disse meia dúzia de frases na nossa língua materna e que ainda achou apropriado cantar "Garota de Ipanema" e dar-nos doces em troca das moedas que o Gui lhe deu antes de sair. "It's not money for nothing. It's money for music, smiles and sweets".

E com uma recordação tão divertida e uma experiência tão pouco turística, como é que podia ter ficado zangada com o Gui por me ter arrastado para a linha de metro errada? É uma das memórias mais engraçadas e únicas que tenho desta viagem a Londres e se calhar não a teria se tivéssemos entrado no metro correcto. Viajámos em sentido contrário durante uns momentos mas, como o Gui já mencionou, podemos dizer que aquele se transformou no caminho certo. Achei o Tony diferente dos muitos músicos que podemos encontrar nas estações de metro e como as viagens também valem pelas pessoas que se cruzam connosco, este registo tinha de ser feito.


Hungry

O mundo divide-se entre as pessoas que não comem carne na quarta-feira de cinzas e as que não têm essa tradição.

LONDRES, INGLATERRA | Madame Tussauds

O Museu de Cera dispensa apresentações. Recebe milhares de turistas todos os anos, é conhecido em todo o mundo, é constituído por várias salas e experiências e permite-nos tirar fotografias ao lado das nossas celebridades favoritas. É um daqueles lugares que merecem ser visitados pela piada e que, apesar de não ser um ponto obrigatório no roteiro londrino, é divertido de conhecer.

Na altura em que lá fomos, o Madame Tussauds estava pronto para os Prémios da Academia por isso a primeira sala era dedicada às estrelas que, vestidas a rigor, faziam parte da festa enquanto que os espaços seguintes, por sua vez, estavam preparados duma forma mais descontraída misturando desporto, música, líderes mundiais e personagens históricas. Mas para além das dezenas de fotografias ao lado das figuras de cera, tivemos ainda direito a uma passagem pela "Câmara dos Horrores" a meio do percurso (não aconselhável para grávidas ou indivíduos com problemas de coração - desgostos amorosos não contam! - ou pessoas propícias a ataques de pânico) e a algo absolutamente genial e surpreendente no final: uma ida ao cinema para ver (e sentir) em 4D uma história exclusiva com os heróis da Marvel.

Confesso que não visitaria o Madame Tussauds se fôssemos os dois turistas repetentes em Londres mas não me arrependo de ter lá posto os pés pela segunda vez seis anos mais tarde. O Museu de Cera é um local para visitar se houver tempo para isso e apesar de não ser totalmente essencial para conhecimento da cidade ou da cultura, tem muitas coisas giras e excelentes surpresas que quebram a monotonia das fotografias (a Câmara dos Horrores e o filme da Marvel são boas apostas para fazer valer o dinheiro do bilhete).

Para os interessados deixo apenas uma dica: se quiserem visitar o Madame Tussauds comprem os bilhetes através da sua página oficial. Dessa forma conseguirão bilhetes mais baratos (o bilhete de adulto custa 30£00 na bilheteira física mas na bilheteira online é possível comprá-lo por metade do preço; eu já não consegui os bilhetes de 15£00 mas ainda apanhei os de 22£00). E comprando o bilhete pela internet ganham logo outra vantagem: zero filas.


parisianclass:

♢

Dilemas de Carolina: curso de iniciação ao italiano ou curso de iniciação ao alemão?

TURISMO | Companhias Aéreas de Baixo Custo

É errado condenar as companhias aéreas de baixo custo sem conhecer as suas vantagens e é igualmente precipitado aplaudi-las sem conhecer as suas falhas. Porque apesar de terem vindo permitir, de certa forma, a democratização do Turismo, ainda há muita coisa à espera de ser desmistificada. E a pergunta que se coloca é só uma: as companhias aéreas low-cost são, ou não, uma carta que devemos colocar em cima da mesa no momento em que decidimos viajar?

Para pelo menos tentar responder a esta questão começo por deixar bem claro algo bastante simples: o facto destas empresas terem preços mais acessíveis não significa - de todo! - que a qualidade dos voos esteja comprometida. Um bilhete mais caro pode não significar um voo sem falhas e um bilhete mais acessível nunca pode justificar erros de segurança. Como em todos os sectores, há leis e regras que nos protegem - como cidadãos e clientes - e que zelam pelo nosso bem-estar.

E quando decidimos comprar um bilhete de avião é pertinente separar as águas. Estamos a olhar para o produto num âmbito mais profissional e técnico ou num sentido menos exigente, de turista comum? Perguntas diferentes e olhares mais ou menos críticos levar-nos-ão a respostas inevitavelmente distintas e neste ponto confesso que faço bem a distinção. Viajo em companhias low-cost sem qualquer problema, hesitação ou medo mas não está nos meus planos trabalhar numa delas, por exemplo. E se por um lado fui capaz de reconhecer, nas viagens mais recentes que fiz, as falhas de formação de alguns elementos da tripulação, por outro lado, nunca, em momento algum, senti que isso me pudesse prejudicar como cliente ou que me colocasse em perigo numa situação de emergência. Como disse no parágrafo anterior, há leis e regras básicas comuns a todas as companhias aéreas e a segurança necessária tem de estar assegurada independentemente dos preços praticados.

Porém, é também essencial que sejamos conscientes e que não coloquemos sequer a hipótese de receber um serviço que não corresponde ao valor que saiu do nosso porquinho mealheiro. Quando compramos um frango de churrasco não nos dão camarão tigre, correcto? Nos bilhetes de avião é a mesma coisa. Se pagamos vinte euros por um voo - com taxas incluídas - não podemos esperar refeições gratuitas, massagens e poltronas reclináveis. Se viajamos em low-cost ou em classe económica não faz sentido que reclamemos um tratamento premium. Há que ter bem presente aquilo que comprámos e há que ler com atenção as informações disponibilizadas pela marca.

Neste sentido - e respondendo finalmente à pergunta que coloquei no início deste texto - as companhias aéreas low-cost devem, sim, ser consideradas. Porém, salvaguardo que essa hipótese deverá ser colocada apenas para voos de curta duração por uma questão de conforto. Num Porto - Nova Iorque ou num Lisboa - Rio de Janeiro o melhor é mesmo apostar numa companhia aérea regular que nos permite levar uma mala diferente e que nos oferece refeições aceitáveis e bebidas, conforto, televisões individuais, almofadas, cadeiras que não nos deixam o rabo quadrado e mantinhas.

Make your dreams come true | via Tumblr
find your bliss

O mundo divide-se entre as pessoas que vivem na cidade e aquelas que vivem no campo.

LONDRES, INGLATERRA | Leicester Square & M&M's World

Leicester Square é famosa pelos seus casinos, cinemas, teatros, luzes e pubs mas é também o paraíso para os apreciadores de chocolate uma vez que é lá que encontramos uma das seis M&M's Stores existentes em todo o mundo.

E se na loja de Nova Iorque existe uma Estátua da Liberdade e uma referência ao disco dos anos 80, na loja de Londres as personagens principais são os guardas da rainha, os Beatles e o Sherlock Holmes. A M&M's Store tem uma decoração inconfundível, colorida e divertida - e um autocarro vermelho à entrada! -, vende todo o tipo de produtos - roupas, canecas, porta-chaves, cadernos, peluches - e tem à disposição dos visitantes várias actividades que a distinguem duma simples loja de doces - há um scanner para descobrir o nosso "colour mood" e a possibilidade de personalizar os nossos chocolates, por exemplo. Os preços - como seria de esperar - são absurdos mas a loja vale pelo conceito. E Leicester Square vale pelo ambiente, pela diversidade de restaurantes, pelos artistas de rua e pelos pontos de venda de bilhetes oficiais para os espectáculos em cena por Terras de Sua Majestade.



Amanhã regresso à Faculdade. Wish me luck!

A CAROLINA RESPONDE | Edição de Fotografia

Onde editas as fotografias que costumas publicar no blogue?

Percebo tanto de Photoshop como de cozinha molecular portanto limito-me a duas soluções estupidamente simples: PicMonkey e Fotor. Quem entende a mecânica do Photoshop e doutros programas de edição provavelmente está neste momento a rebolar no chão de tanto rir mas a verdade é mesmo esta: como info-naba que sou, limito-me aos sites supracitados tanto para editar as minhas fotografias como para preparar os conjuntos de imagens instagrâmicas que utilizo aqui no blogue de vez em quando.

Se os programas são fáceis de utilizar e se servem perfeitamente para alterar aquilo que pretendo... Porque não? Para quê complicar? Não gosto de edições exageradas e apesar de estar a tentar apostar um pouco mais na área da fotografia - porque é, realmente, algo que me preenche o coração - ainda não enveredei pelo caminho do Photoshop pois sinto que tenho de aprender a fotografar verdadeiramente bem primeiro. Se são como eu e se se limitam a cortar a imagem e a mexer um pouco na exposição e no contraste quando acham necessário, estas duas páginas chegam perfeitamente. Não dá para fazer nada de muito profissional mas "dá para o gasto" e é um bom início para percebermos o que falha nas fotografias que captamos com a ajuda das nossas Matildes.

photogrph
More here Famously Female - Famously Female | via Tumblr

Coisas boas desta vida: calças de ganga que assentam na perfeição.

LUCKY 13 | Thank You

Criei o blogue na fase de transição e de descoberta que antecedeu o meu ingresso no Ensino Superior e agora que penso nisso chego à conclusão de que não podia ter escolhido uma melhor etapa para dar um novo rumo à minha escrita. Este espaço acompanhou as minhas opiniões, os meus dramas, os meus interesses e as minhas alegrias sem nunca me limitar ou exigir filtros e deu um novo lugar aos meus registos mais sérios e banais. Há melhor do que isso? Não há.

Durante mais de um ano e meio escrevi no LUCKY 13 sobre corações cheios e corações partidos, sobre filmes e livros, sobre cosméticos e desporto, sobre dramas académicos e cidades espalhadas pelo mundo. E todos os dias me surpreendo com a minha necessidade de colocar o blogue nas minhas tarefas diárias sem pretensões de vir a ser conhecida. E é engraçado para mim perceber que o blogue tem sido cúmplice de mil e um momentos importantes da minha vida. É interessante ler textos de há um ano atrás e conseguir perceber o que senti quando os escrevi. Mas a melhor parte é mesmo o exercício de reflexão que gosto de fazer e que me permite perceber se a minha opinião mudou por completo, se se manteve ou se apenas se tornou mais flexível. E eu não mudei. Eu cresci, corrigi aquilo que achei que devia corrigir e o blogue cresceu comigo. E se há um ano atrás vos agradeci por me fazerem sentir bem neste espaço, hoje volto a fazê-lo.

Porque não sou só eu que me permito olhar para este espaço como um refúgio longe de discussões ou dramas e como uma porta para o conhecimento, a informação e a actualidade. É certo que evito sentimentos à flor da pele e ideias expressas de cabeça quente (talvez seja esse o segredo para não conspurcar o blogue com nuvens negras) mas eu também me sinto bem aqui por vos ter desse lado. São também vocês que me fazem sentir em casa, que me aconselham quando acham que devem, que me motivam a escrever sobre A, B ou C e que alinham nas minhas parvoíces. Eu escrevo muito, pouco, nada ou assim-assim e há sempre alguém desse lado com palavras para partilhar. Obrigada.

Gorgeous | via Tumblr
Untitled

A primeira coisa que lhe disse quando entrámos na Victoria's Secret foi: "Não me atrapalhes!". Acho que o traumatizei.

LONDRES, INGLATERRA | King's Cross & St. Pancras

A Estação de King's Cross é famosa pelo carácter cinematográfico que lhe está associado e a Estação de St. Pancras é, provavelmente, a mais emblemática de Londres. E se a primeira marca apenas os fãs de Harry Potter, a segunda marca qualquer pessoa pela sua arquitetura imponente e impossível de justificar com meia dúzia de fotografias.

Estes edifícios tão diferentes um do outro - mas contraditoriamente posicionados lado a lado - têm características fabulosas e janelas maravilhosas que os assinalam duma maneira única e constante. King's Cross e St. Pancras são apenas estações ferroviárias mas são também pontos turísticos altamente lucrativos que vieram ganhar um novo fôlego com as ligações que levam os londrinos até Paris (e vice-versa).

Como fã assumida dos filmes de Potter, Hermione e Ron - e como fã que ainda hoje sente tristeza por não ter tido oportunidade de visitar os estúdios durante a sua última estadia em Londres, diga-se - achei que King's Cross obrigava a uma visita. É certo que não consegui bilhetes para Hogwarts (sem carta recebida em casa não há nada a fazer, pelos vistos) mas consegui passar pela Plataforma 9 3/4 e conhecer as novidades na loja oficial com o bónus dos tons avermelhados de St. Pancras na porta ao lado.