Muitos museus e monumentos terão descontos apelativos e entradas gratuitas durante o Dia Mundial do Turismo, amanhã. Quem vai aproveitar?

BLOGOSFERA | Carimbo de Qualidade #3

How To Upload Pictures From Your Computer To Instagram. É possível publicar fotografias no Instagram através do computador? Eu achava que não - e nunca me dei ao trabalho de procurar provas em contrário - mas a Sofia mostra que sim com este tutorial. Para quem não tem smartphone - ou para quem quer partilhar fotografias de qualidade superior, tiradas com uma máquina em condições - o programa partilhado nesta publicação é um verdadeiro tesourinho. Eu ainda não experimentei mas talvez o faça em breve.

A Minha Agenda | Download Grátis. Pessoalmente não troco a minha agenda da Moleskine por nenhuma outra mas hoje partilho convosco uma sugestão que não podia chegar em melhor altura: uma agenda - criada pela menina do "Há Pêssegos na Lua" - que, para além de gratuita, tem o objectivo de simplificar os vossos dias. Com páginas de organização diárias e semanais, espaço para mil e uma ideias e ainda uma parte dedicada aos blogues, é óptima para quem quer algo mais personalizado sem fazer a carteira chorar.

Nice, o Coração da Riviera Francesa. Já no fim do Verão recomendo-vos uma publicação sobre a última viagem da Anne, com fotografias de encantar, dicas sobre transportes e alguns detalhes sobre as diferentes cidades que ela teve oportunidade de visitar. Na impossibilidade de recriar a semana de sonho, fica a partilha - porque o fim do Verão não implica parar de sonhar com destinos bonitos - e permanece a vontade de descobrir mais sobre estes cantinhos europeus.

Oh, Paris #1. E porque publicações sobre cidades bonitas nunca são demais, partilho, enquanto espero ansiosamente pelas próximas fotografias e textos de encantar, a primeira parte do relato da Sara sobre mais uma cidade europeia. A Sara já nos habituou às fotografias maravilhosas e aos detalhes engraçados e as referências parisienses são apenas mais uma prova disso. Sítios a visitar e locais a evitar, informações preciosas... A Sara sabe o que faz, cria bons roteiros e fotografa como ninguém. Se quiserem sonhar com a Cidade do Amor, esta publicação é para vocês.

Três Contas de Instagram Para Seguir. Se forem como eu estão sempre à procura de perfis de Instagram giros, com conceitos originais e pormenores diferenciadores. E já que falámos de Fotografia na recomendação anterior - e de Instagram na primeira das cinco, já agora -, fica esta publicação da Leonor, com destaque especial para três contas muito diferentes umas das outras mas com uma qualidade fabulosa. Inspiração imediata, garanto.


Relações à distância: (im)possíveis?

VIDA ACADÉMICA | Habituem-se, Recém-Chegados.

Não é novidade nenhuma: Setembro não é Setembro se não houver notícias sobre Praxe e os meios de comunicação são peritos em aterrorizar futuros caloiros, em preocupar pais e familiares e em destruir a imagem de quem se veste de negro. Normal. Se eu não conhecesse a realidade de muitos Cursos, Faculdades e Universidades, se eu não tivesse tido oportunidade de experimentar esta forma de integração, se eu me tivesse limitado às críticas que li e ouvi ao longo dos anos e se não tivesse ido à Praxe da minha Faculdade para ser capaz de construir a minha própria opinião, provavelmente eu pensaria da mesma forma. Mas não penso.

Estou há dois anos a tentar mudar mentalidades mas, para quem não está por dentro do assunto e para quem não assume uma posição crítica perante as notícias, acredito que seja complicado de perceber que há certas actividades que não podem ser consideradas Praxe, que são pura estupidez. E colocar todas as instituições no mesmo saco - e todos os alunos! - é absurdo. A Praxe não é, nem nunca foi, obrigatória e qualquer recém-chegado ao Ensino Superior tem o poder de dizer que não bebe - como eu também disse em jantares -, que não compactua com despejos de frustrações - como acontece em muitas instituições - e que não entra no mar gelado às quatro da manhã. Se têm capacidade para tirar a carta e viverem sozinhos, também têm capacidade de dizer "não" quando isso faz sentido. 

Porque há certas pessoas que precisam MESMO de ouvir um "não". Que precisam de baixar a bolinha. Que não trazem nada de bom a uma coisa que serve EXCLUSIVAMENTE para nos divertirmos, para nos conhecermos, para fugirmos à rotina da Faculdade, para criarmos laços com pessoas que nunca teríamos oportunidade de conhecer doutra forma. Mas não são todas.

A Praxe trouxe-me pessoas fabulosas, amigos para a vida com quem nunca teria laços tão fortes se não tivesse feito jogos com o cabelo cheio de farinha e o meu curso escrito na testa. E nunca precisei de engolir sequer uma gota de álcool para isso acontecer nem tão pouco coloquei em risco a minha saúde ou integridade. Garanto-vos. Nunca, em momento algum, me senti assediada, inferiorizada, rebaixada. Tenho muito orgulho na minha Instituição, na minha Faculdade, na minha Praxe. E dei sempre tudo para cumprir a minha parte, para não falhar nas minhas funções. Como Finalista, digo-vos do fundo do coração para experimentarem e para ignorarem notícias (que normalmente deixam a missa a metade). Aproveitem o primeiro ano. Sujem-se. Divirtam-se. Sejam felizes com farinha no cabelo, terra nos joelhos e o coração a bater mais forte enquanto gritam o nome do vosso curso. E preparem-se para serem insultados. Não pelas pessoas que envergam o Traje à vossa frente mas por quem está longe e não compreende.

Eu estou de consciência tranquila. E vou continuar a vestir o meu Traje com o maior orgulho e vou continuar a cumprir todas as tradições que me foram incutidas e que nunca desrespeitei. Há coisas impagáveis nesta vida; ter uma segunda família que me ensinou o verdadeiro sentido de Praxe e Tradição está nesse grupo.

 


Estacionar no centro da cidade é um problema que assombra muitos condutores. O #SmartEffect tenta minimizar isso. Adorei a campanha!

VIDA ACADÉMICA | Let's Do This!

Apesar do meu Verão não ter sido - de todo! - aquilo que eu esperava que fosse, foi suficiente para descansar e repôr todas as energias que se perderam durante o Segundo Ano de Licenciatura. O último ano foi complicado a todos os níveis e apesar de ter passado este Verão maioritariamente sozinha, os últimos meses serviram para finalizar uma definição de algo que há muito estava a ser trabalhado: a minha forma de ver o mundo.

Encaro este meu último ano de Licenciatura com uma força diferente e um olhar muito positivo e optimista. As cadeiras deste semestre serão muito trabalhosas e a escolha do estágio assombra-me todos os dias mas, ao mesmo tempo, sinto que tenho um ano inteirinho para aproveitar ao máximo, para ser (ainda mais) feliz, para chorar baba e ranho, para deixar mais vezes o computador de parte, para honrar o Traje como sempre fiz até agora, para ter perto de mim quem faz sentido. Ainda tenho os horários trocados mas acordar bem disposta sem aquela sensação de sacrifício é impagável. Já tinha saudades da agenda cheia mas não esperava este ânimo no arranque de um novo ano lectivo, confesso!

bloomiste:

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Olá rotina! Olá Carolina Finalista!

TECNOLOGIA | Realidade Virtual no Estádio do Dragão

O jogo desta noite será o primeiro a ser transmitido através duma tecnologia de realidade virtual criada pela Samsung. Cinco multicâmaras espalhadas pelo Estádio do Dragão, uns óculos Samsung Gear VR (como os da imagem, que estão à venda por 220€ desde Julho) e uma aplicação criada para o efeito são os elementos necessários para assistir ao jogo duma maneira totalmente inovadora. Trata-se de "uma nova forma de assistir a conteúdos em direto" e é um projeto que pertence à Samsung, à Liga Portuguesa de Futebol Profissional, à NOS e à Sport TV. 

O utilizador escolhe o ângulo - porque as câmaras permitem uma visão de 360º - e vê todo o Clássico como se estivesse na bancada, bem perto da relva. Apesar deste ser um sistema complexo, é também um sistema que permite ao utilizador ver em tempo real tudo o que acontece no momento em que acontece, do remate do jogador ao festejo do treinador, da marcação do canto ao treino dos suplentes e ambiente de bancada.

Quem não tem o equipamento necessário para ver o jogo desta maneira poderá experimentar a tecnologia nos cinemas NOS do Centro Comercial Colombo, na loja Samsung do Fórum Almada ou no próprio Estádio do Dragão onde estarão equipas a promover uma demonstração do produto. Portugal fica na História como o primeiro local onde se utilizou esta tecnologia para ver um jogo de futebol e, por aqui, surge a vontade de testá-la.

hplyrikz:

I can relate to this

Há coisas que não mudam. O meu Traje é sagrado, está sempre arrumado e eu nunca quebro as regras que lhe são inerentes.

DESPORTO | É só futebol, senhores!

Há muitas coisas que não fazem sentido aos meus olhos e uma delas é, sem dúvida alguma, o fanatismo que se gera nos jogos de futebol. Gosto do desporto - gosto muito, até -, gosto de ver bons jogos - independentemente das equipas que desputam em campo -, tenho as minhas equipas do coração e vou ao Estádio sempre que posso. Cresci entre regras de futebol e festejos, como muitos outros portugueses. Mas não consigo compreender o fanatismo. De todo.

Sou feliz quando a minha equipa ganha. Sou feliz quando a equipa por quem estou a torcer ganha. Mas não fico zangada com o mundo - não mais do que dez minutos, pelo menos - quando a minha equipa perde e continuo a ser feliz nessas ocasiões também. Não me zango com amigos por causa dum simples jogo e, felizmente, ainda sou capaz de reconhecer falhas de arbitragem que privilegiam os jogadores por quem torço. E acho que é essa imparcialidade que me impede de compreender as questões de fanatismo e que me fazem odiar tanto ver futebol ao lado de fanáticos que só conseguem ver um dos lados da situação.

Amanhã há Clássico e, para finalizar esta publicação, peço-vos que se lembrem que é só futebol, que a época ainda agora começou e que a violência e o ódio não ganham jogos nem discussões. Aproveitem para conviver, vejam o jogo com amigos, divirtam-se, vibrem com os golos. Por muito bom que seja, é só futebol.

mxschief:

indie/art

Estou a ficar sem opções de jornais nacionais online para acompanhar. Todos se transformam em revistas cor-de-rosa a certa altura.

ATUALIDADE | Os Refugiados e o Estado Islâmico

Tenho algumas reservas relativamente à entrada massiva de refugiados na Europa - como toda a gente tem independentemente da sua posição, penso - mas nenhuma delas está relacionada com o Estado Islâmico.

Se entre os milhares de refugiados podem estar pessoas com intenções menos positivas? Podem. Mas, segundo o que sei, também podem estar entre os milhares de passageiros que chegam aos nossos aeroportos todos os dias, nos barcos que chegam aos nossos portos, nos carros que passam as nossas fronteiras, nos comboios que chegam às nossas estações. Se quiserem chegar, eles chegam, e não precisam de enfrentar a morte numa travessia complexa para tal acontecer. Negar a vida a alguém pelo medo que é gerado pelo preconceito - porque nem todos os muçulmanos e árabes são terroristas, apesar de muita gente achar que sim - não pode sequer ser uma opção a considerar. O Estado Islâmico vê o abandono do seu território como uma das violações mais graves à lei islâmica, como um pecado, como uma traição. Será, então, que os seres humanos que sobrevivem às condições adversas duma travessia difícil são defensores dessas ideologias extremistas?

Não digo que não são necessárias medidas de segurança porque são, obviamente. Seria absurdo deixar entrar toda a gente só porque sim, sem revistas ou burocracias. Há certos protocolos que se revelam essenciais numa situação deste calibre e seria de uma irresponsabilidade tremenda não controlar entradas. Mas essa é uma questão que deve preocupar os Governos e as Forças de Segurança, que deve ser avaliada e escrutinada por quem está treinado para tal. Inundar as redes sociais com comentários xenófobos extremos não é solução.

Existem muitos outros pontos que podem ser discutidos e que podem ser determinantes para a criação duma opinião sólida - a favor ou contra, não importa - mas a questão do terrorismo não pode ser utilizada como argumento quando estamos focados numa das maiores crises humanitárias dos últimos tempos. Infelizmente, os ataques terroristas são planeados com detalhe e acontecem todos os anos independentemente da quantidade de refugiados que conseguem chegar ao continente europeu.

Untitled

Coisas boas desta vida: ter uma avó que completa hoje 95 anos.

CORPO | 5 Produtos Valiosos

Leite Corporal para Duche: Nivea. Já falei sobre ele AQUI por isso não me vou alongar muito neste ponto mas achei pertinente destacá-lo novamente porque é realmente um produto que me salva muitas vezes, especialmente durante as estações mais frias. Agora que as temperaturas começam a baixar e a vontade de me besuntar em cremes está próxima de zero, este hidratante de duche é um dos meus maiores aliados.

Creme Hidratante: Mediterranean de Elisabeth Arden. Também já fiz uma publicação sobre ele AQUI mas, como foi em 2013, acredito que muita gente não tenha lido. É um creme que dura uma vida, que cumpre tudo o que promete e que, para além de ter uma textura fluída, é detentor dum cheirinho absolutamente delicioso que me lembra o Verão sempre que o utilizo. Continuo sem saber onde o posso adquirir por terras lusitanas mas sei que é uma pequena maravilha. Se souberem onde podemos comprá-lo, partilhem.

Protector Solar: Allergy da Piz Buin. Uso-o há dois anos e duvido que troque nos próximos tempos. O protector solar de corpo é indispensável durante o Verão - e não só em dias de praia - e este é realmente o meu favorito porque hidrata sem ser demasiado pesado ou pegajoso e porque tem um cheiro bom que fica na pele sem ser muito intenso. Para peles sensíveis é um autêntico tesourinho e vale cada cêntimo. Eu uso o SPF 30 mas existem outros, para todas as exigências.

Manteiga Corporal: Karité, The Body Shop. Mais um produto que também já referi AQUI. É um creme hidratante mais espesso, que me salva quando a minha pele se queixa um bocadinho mais do que o normal e está particularmente seca. Porém, apesar da sua textura um pouco mais pesada do que aquilo a que estou habituada, não fica pegajoso. Escolhi-o por ser indicado para peles muito secas - exactamente para me acudir nessas situações - mas também pelo cheirinho - que, como devem ter notado, é um ponto decisivo para mim - e não podia estar mais satisfeita.

Esfoliante: Himalaya Wisdom da Rituals. Mais um produto de banho. Utilizo este esfoliante uma vez por semana e gosto muito dos resultados. As células mortas desaparecem e a minha pele fica muito macia sem ser massacrada pela aplicação dolorosa que muitos esfoliantes promovem. Gosto da textura, gosto dos resultados e gosto do facto de ter sido criado com ingredientes muito específicos que correspondem àquilo que a minha pele exige.

Audrey

O mundo divide-se entre as pessoas que dizem "chiclete" e as que dizem "pastilha elástica".

ESTOCOLMO, SUÉCIA | Os Jardins de Infância Suecos

Não estive muito tempo em Estocolmo nem conheço totalmente as suas políticas mas quando visitei a cidade sueca consegui conhecer alguns detalhes importantes relacionados com a sociedade deste país nórdico - licenças de maternidade/paternidade, direitos das crianças, rendimentos, transportes, sistema de saúde, sistema educativo (...) - graças à pessoa que nos guiou e graças, claro, àquilo que observei.

E uma das coisas que mais me fascinou foi a questão da pré-escolar, que privilegia as actividades ao ar livre e que promove a aprendizagem das crianças no âmbito das brincadeiras - porque é isso que lhes faz falta - sem recurso a tecnologias e brinquedos elaborados dentro de salas cinzentas repletas de desenhos. Há salas, sim, mas são utilizadas apenas quando as condições meteorológicas são inapropriadas e, na maior parte dos dias, as crianças brincam nos parques, trepam às árvores, jogam à bola, correm umas atrás das outras, brincam na terra. De colete reflector, com mais ou menos casacos vestidos, de sapatilhas ou galochas, de boné ou gorro, as crianças aprendem aquilo que é adequado à sua faixa etária e fazem sestas fora das quatro paredes. Ganham defesas, sujam-se.

Os grupos são bastante reduzidos e os miúdos aprendem as regras de convivência social no meio da cidade, atribuem significados aos sinais de trânsito porque os vêem todos os dias e sabem que não devem atirar papéis para o chão porque são imediatamente ensinados a colocá-los nos caixotes do lixo. Não observam cartazes ou fotografias, têm contacto directo com as diferentes cores, texturas, estações do ano, profissões, transportes, padrões. Não sei se é assim em toda a Suécia nem tão pouco sei se acontece em todas as escolas mas gostei muito daquilo que vi. Crianças felizes e aventureiras que são desafiadas a desenvolver a sua autonomia e independência são uma mais-valia para qualquer país.


O mundo tem tantos lugares bonitos à minha espera... Há tantas cidades e países que quero visitar...!

VIDA ACADÉMICA | Organizar o Estudo

Organizar o estudo é, a meu ver, tão importante como estudar. Tenho cadeiras maioritariamente teóricas e o meu estudo passa essencialmente por fazer resumos e ler mas nem sempre é fácil prestar atenção a tudo. Assim, a preparação atempada dos materiais de estudo e do espaço onde me dedico às fotocópias passou a ser absolutamente essencial quando escolhi frequentar o Ensino Superior. Deixo-vos então algumas dicas que, no meu caso, resultam:

Tirar apontamentos. Esta é básica. Mesmo quando os professores dizem que vão enviar os slides, eu escrevo. Porque, para além de ser uma fonte de informação segura que não me deixa dependente da disponibilidade dos docentes, é também uma forma de fixar matéria. Se as apresentações estiverem bem feitas terão apenas tópicos de matéria e esquemas e nos meus apontamentos eu desenvolvo cada um deles acrescentando não só a explicação mas também alguns detalhes que são referidos e que facilmente são esquecidos. Fazer apontamentos nos próprios slides também é um bom método quando estes são enviados antes das aulas (nunca me aconteceu mas sei que há quem tenha essa sorte).

Seleccionar capítulos de livros, casos práticos, artigos científicos, sites. Existem cadeiras em que os professores não fornecem qualquer tipo de informações físicas e eu fico limitada aos meus apontamentos. Nas outras - em que os professores partilham outros materiais de apoio ao estudo - eu selecciono os capítulos e documentos mais importantes, imprimo-os e coloco-os no lugar certo, entre os apontamentos que referem aquelas matérias em particular. É uma forma de completar aquilo que escrevi e de acrescentar alguma credibilidade aos meus próprios apontamentos com a ajuda de autores de renome, casos concretos, notícias e leis. 

Manter a secretária arrumada e limpa. Ao contrário do que acontece em muitas casas, a minha secretária nunca está atolada em papéis e não aparenta ter sido apanhada no trajecto dum furacão em época de avaliações. Não consigo estudar num local sujo, confuso e cheio de tralha e ter a secretária organizada é um ponto de partida para conseguir manter o estudo igualmente organizado. Apontamentos da matéria que estou a estudar, muita luz natural, livros que estou a utilizar (ou que poderei vir a precisar), agenda e material de escrita são suficientes.

Fazer questões pertinentes. Não ir para casa com dúvidas. Em muitas cadeiras as matérias estão interligadas por isso é essencial compreender todos os pontos abordados, colocando dúvidas aos professores nas aulas ou nos horários de atendimento. Não defendo a participação na aula só porque sim nem tão pouco acho que as questões devam surgir apenas com o objectivo de sobressair no meio do grupo mas a exposição das fragilidades académicas e os pedidos de explicações sobre determinado esquema ou porção de matéria são válidos e muito importantes.

Assinalar matérias mais complexas e apontar possíveis questões de exame. Porque tanto um ponto como outro são vantajosos na hora de estudar. O primeiro relembra-me que devo focar-me mais naquela parte de matéria - porque surgiram mais dúvidas nas aulas, porque foi uma matéria dada com maior detalhe, porque tive maior dificuldade em percebê-la - e o segundo, apesar de não ser possível em todas as cadeiras ou com todos os docentes, ajuda-me a prever pelo menos algumas partes do Exame Final.

hplyrikz:

Clear your mind here

Tenho muita roupa mas preciso desesperadamente de comprar calçado.

INSTAGRAM | @saracabido

A Sara é especialista em focar detalhes bonitos e o seu cantinho no Instagram - @saracabido - é mais uma prova disso. E eu podia dizer muita coisa sobre as suas fotografias - pela composição, pela luz, pela perspectiva, pelo jogo de cores - mas acho que faz mais sentido recomendar o seu perfil em jeito de complemento ao blogue que também já referi AQUI. 

Sigo muitas bloggers portuguesas no Instagram mas confesso que o faço mais com o objectivo de estar a par das novidades e pela curiosidade que algumas pessoas me despertam do que propriamente pelas fotografias. Com a Sara é diferente. Esta é uma conta que me inspira e já estava mais do que na hora de recomendar um perfil português, de alguém que sabe o que faz e que demonstra um particular cuidado em cada publicação. Em Lisboa, pela Europa, pelo Mundo mas, neste momento, com destaque para a viagem a Paris com edifícios de encantar, tectos bonitos e croissants. A Sara leva-nos sempre na mala e sabe como nos cativar com imagens bonitas que nos trazem felicidade só de olhar.


Diferenças e semelhanças entre Paris e Nova Iorque. Com ilustrações giras e música irritante a acompanhar.

NOVA IORQUE, EUA | Wicked

Nova Iorque é uma cidade de sonho que, para além de ficar noutro continente, é difícil de visitar pelos custos que lhe estão inerentes. Por isso, em 2012, quando tivemos a oportunidade de pisar as suas ruas organizadas e de observar os seus arranha-céus aproveitámos para fazer um pouco de tudo. E "fazer um pouco de tudo" incluiu assistir a um musical na Broadway. Tinha que ser.

Wicked foi a nossa escolha no meio de tantas opções e eu saí de lá absolutamente maravilhada pelo espectáculo que tive oportunidade de ver. Figurinos brilhantes, caracterizações detalhadas, actores fabulosos com um talento inegável, uma história de encantar, uma acústica excelente, uma equipa maravilhosa e um público respeitador. O musical tinha tudo para ser fantástico e foi muito mais do que isso - superou todas as minhas expectativas.

Sempre que alguém me diz que vai a Nova Iorque eu recomendo um musical na Broadway e faço particular referência a Wicked quando converso com quem gosta d'O Feiticeiro de Oz. E faço-o por uma razão muito simples: "Wicked é o outro lado da história" numa versão mais moderna em certos aspectos. Os bilhetes não são nenhuma pechincha mas valem cada cêntimo e o espectáculo é mesmo de cortar a respiração. É um musical de qualidade máxima. Palavra de Carolina.


Mais sobre Nova Iorque: 9/11 MEMORIAL

Daqui a precisamente uma semana regresso à rotina mas a ideia de ser Finalista não me agrada nem um bocadinho. Posso voltar a ser Caloira?

CINEMA | Fever Pitch [2005]

O que fariam se o vosso namorado fosse absolutamente fanático por uma equipa, se tivesse bilhetes para toda a época e se gerisse a sua vida consoante a tabela dos jogos? É nisto que se baseia "Fever Pitch" - "Fanaticamente Apaixonados" ou "Amor em Jogo", em português - um filme de 2005 que tem como protagonistas os Red Sox, o casal apaixonado constituído por Drew Barrymore e Jimmy Fallon e outros actores igualmente conhecidos.

Um filme de domingo à tarde; uma comédia romântica com algumas peripécias engraçadas e um fim previsível que não deixa de nos fazer pensar nas prioridades da vida. Afinal, será que valorizamos aquilo que deve ser valorizado? Será que vivemos em equilíbrio? Entre dramas amorosos e desportivos, amigos eufóricos e uma casa totalmente decorada em jeito de altar aos Red Sox de Boston fica a questão: até que ponto é saudável gostar tanto de uma só coisa? Para ver num dia despreocupado e chuvoso, entre mantas quentinhas e num sofá confortável.


Publicação escrita em parceria com a FOX Life.
noirettediary:

Fashion + Beauty | NoiretteDiary

Coisas boas desta vida: estar apaixonado.

BLOGOSFERA | Carimbo de Qualidade #2

10 Coisas que Aprendi com a Corrida. O desporto está na moda e atrai cada vez mais pessoas. Há quem corra maratonas, quem corra só meia horinha no final do trabalho, quem prefira as caminhadas. O exercício físico deixou de ser exclusivamente uma forma de cuidar da estética passando a ser visto pelas massas como uma forma de superação, descontração, felicidade. Só coisas boas, certo? A Cat começou a correr há um mês e dedica uma publicação a esta iniciação ao mundo da corrida.

NYC # Antes de Viajar. Estive em NYC em 2012 e sonho com uma nova visita sempre que vejo algo relacionado com a cidade. Um filme, uma fotografia, uma música, uma imagem... Tudo me relembra algum momento ou experiência na Big Apple e adoro ler com atenção as experiências doutras pessoas. Assim, não podia deixar de partilhar este guia da Joana que visa ajudar futuros viajantes. Mesmo que não esteja nos planos a curto prazo, vale a pena sonhar, correcto?

Calais - People to People. Numa altura em que toda a gente tem algo a dizer sobre o assunto dos refugiados achei que seria pertinente destacar uma publicação de alguém que ajudou como pôde e que conheceu algumas dessas pessoas que largaram tudo à procura dum território pacífico. As opiniões de quem está longe são válidas mas este texto da Margarida é diferente porque é um relato daquilo que ela viu. Não podemos acreditar em tudo o que as televisões transmitem e esta publicação demonstra isso.

TOP5 | Destinos. O Verão é propício a publicações sobre viagens e a Ella decidiu que estava na hora de eleger os cinco destinos que lhe encheram as medidas. Confesso que senti uma pontinha de inveja por ainda não ter tido a oportunidade de os visitar (até porque são dos locais que me despertam maior curiosidade) mas partilho a publicação em jeito de sugestão para quem está a tentar planear uma viagem e quer evitar algumas cidades mais populares. Vamos esquecer Londres, Paris e Barcelona por momentos e tentar aproveitar outros destinos igualmente bonitos e fascinantes?

The New Beauty Department by H&M. A Inês não tem a mesma opinião do que eu e não torce o nariz aos cosméticos das lojas de fast fashion. Nesta publicação, recomenda-nos cinco produtos que, segundo ela, valem a pena (ao contrário da base compacta que comprei). Eu continuo sem depositar grande confiança nos artigos de beleza da marca mas, para quem gosta de arriscar e de descobrir produtos novos a um preço acessível, ficam as recomendações.

Joker

O mundo divide-se entre as pessoas que conseguem, sem espinhas, lidar com aranhas e as que fazem um drama sempre que vêem uma.

SOCIEDADE | Porque o Conhecimento é Poder

TODA a gente devia fazer um esforço para visitar os lugares mais sombrios do mundo. Por muito que custe e por muito que doa, existem locais que não são simples locais; que se assumem como pontos de conhecimento. São espaços que nos colocam frente a frente com a História do Mundo, com os limites da Maldade Humana. E apesar de serem murros no estômago e baldes de água fria são também chamadas de atenção valiosas e vantagens inegáveis para o futuro da nossa Humanidade. Não vamos ignorá-los, vamos percebê-los.

Por muitos documentários que vejamos, por muitos testemunhos que sejam partilhados, por muitos livros que devoremos... É diferente. Quando pisamos os locais, quando vemos a dimensão dos objectos que ficaram destruídos, quando conhecemos os nomes daqueles que faleceram, quando percebemos que são pessoas como nós, que têm famílias, que não são números... Acabamos por ter uma perspectiva diferente perante as tragédias que estudamos nas aulas de História. Continuamos sem conseguir sequer imaginar realmente a dor de quem encarou a Maldade de frente e morreu enquanto lutava contra ela mas, ao mesmo tempo, ficamos mais perto, numa posição mais crítica, mais humilde, mais alerta. Somos todos humanos.

Por isso sim, apesar de perceber que não são viagens financeiramente acessíveis e que essas mesmas visitas não são fáceis de engolir emocionalmente - falo por experiência própria, garanto-vos! - sinto que é importante que as histórias destas pessoas - das vítimas e daqueles que estiveram (e estão!) no topo da maldade - não sejam escondidas. Quantas coisas são ocultas nos livros de História? Quantos detalhes - que não são assim tão pequenos - passam despercebidos se não tivermos a iniciativa de investigar? A História repete-se e TODA a gente - repito, TODA - deveria ter a oportunidade de aprender com os erros do passado para não ousar sequer pensar em fazer algo semelhante.


Se não quisermos ser médicos, arquitectos ou advogados vai sempre haver alguém a dizer que o nosso curso é inútil.

AMIZADE | Saber Discutir

Turismo. Optometria e Ciências da Visão. Arqueologia. Design de Produto. Sociologia. Engenharia Mecânica. Ciências da Comunicação. Sete Amigos, Sete Cursos. 4 Cidades. 2 Países. 4 Universidades. O meu grupo de amigos mais antigo é também o mais diversificado e aquele com quem consigo debater mais temas. Nós discutimos, partilhamos opiniões, escolhemos lados, fazemos autênticos debates em mesas de esplanada e, no fim, continuamos amigos. Sem dramas. Sem cobranças. Sem parvoíces.

Estudamos sete áreas que à primeira vista não estão sequer relacionadas, estamos toooodos juntos apenas quando o rei faz anos, é difícil ter mais do que quatro ou cinco cadeiras à volta da mesa... E nada muda. Acho que é por isso que gosto tanto de aproveitar as tardes que temos livres e os jantares que vão acontecendo de longe a longe: nós sabemos discutir sem ter vontade de atirar pratos pelo ar, sem elevar a voz, sem zangas. 

Quantas pessoas podem dizer o mesmo? Quantos grupos de amigos conseguem debater com a mesma seriedade um tema da actualidade, uma tendência ou um problema individual? Num mundo onde existem tantos argumentos despropositados, tantas conversas que dão para o torto e tanta violência, eu sinto-me uma privilegiada. Conheço-os desde que me conheço a mim e é bom perceber que a passagem dos anos só nos ensina que podemos sempre aprender uns com os outros.

cinemove:

The Grand Budapest Hotel (2014) dir. Wes Anderson

O mundo divide-se entre as pessoas que incluem números e símbolos no seu endereço de email e as que usam só letras.

ROSTO | Base Compacta: Immaculate Compact Foundation da H&M

Sempre torci o nariz aos artigos de beleza da H&M. Não me trasmitiam grande confiança e por muitas críticas positivas que lesse não conseguia ter coragem para os experimentar. Não conhecia os tons - nem tinha forma de conhecer - e a forma como os produtos estavam acondicionados era, aos meus olhos, pouco higiénica. Porém, nesta nova linha de beleza - apresentada no início do mês - existem embalagens mais apelativas, minimalistas e higiénicas que combinam perfeitamente com a organização dos expositores e com os novos produtos. As novidades do novo departamento da H&M não nos passam ao lado quando entramos numa loja e, se gostamos de maquilhagem e cosméticos, é difícil sair de lá sem trazer algo para experimentar. 

Quando conheci as novidades fiquei rendida às cores e à diversidade de artigos e trouxe então comigo uma base compacta. A que usava anteriormente tinha terminado e pareceu-me uma boa oportunidade para testar, finalmente, a linha de cosméticos da H&M. Tive vontade de comprar umas quantas coisas mas não o fiz. Fiquei-me mesmo pela base compacta - Immaculate Compact Foundation - na cor que me pareceu a mais indicada para mim (e que o é realmente). 9,99€.

Dentro duma embalagem bonita - em tons de branco, preto e dourado - está uma base compacta de textura aveludada, uma esponja - também ela branca - e um espelho. É uma caixa funcional e resistente que, como vem a ser hábito, permite que o produto seja aplicado fora de casa. Os tons disponíveis também são bonitos. Pontuação máxima. 

Porém, o problema chega quando aplicamos o produto no rosto. Esta não é uma base compacta. Quanto muito é um pó de fixação - que também existe na mesma linha mas que eu não testei - porque a cobertura fica muito aquém do esperado. Uma base compacta fornece-nos sempre menos cobertura do que uma base líquida mas esta é vergonhosa e não deve ser apelidada de base - não o é. Usei então esta suposta base como um substituto ao pó que costumo aplicar por cima da base líquida - e que, curiosamente, também terminou. Solução perfeita. 

É certo que esta base é péssima mas se olharmos para ela como um pó de finalização - que evita brilhos e que fortale a durabilidade da base líquida - acaba por ser uma óptima aposta. Esqueçam a esponja e apliquem apenas uma leve camada de produto com um pincel de pó. A pele fica aveludada, com um tom bonito e a durabilidade de toda a maquilhagem fica assegurada.

Contudo, não recomendo este artigo a pessoas com peles sensíveis. Esta base compacta - que eu não utilizei realmente como tal - provocou-me uma reacção alérgica (olhos ligeiramente inchados, borbulhas e manchas avermelhadas em locais estratégicos) e não pretendo voltar a utilizá-la. Inicialmente não associei as borbulhas a uma alergia - pareciam-me picadas de insecto e como eram isoladas ignorei - mas os olhos inchados ao terceiro dia de utilização não deixaram margem para dúvidas. Se têm peles sensíveis - ou se procuram realmente uma base compacta - não comprem, não arrisquem. Experimentem outros produtos do departamento de beleza mas não este. Conselho de Carolina.


Os meus amigos já têm aulas, calendários de exames e horários definidos. Eu... Não faço ideia.

COPENHAGA, DINAMARCA | O Bónus

Copenhaga foi uma das cidades que mais gostei de conhecer. Pela civilização dos dinamarqueses, pelas bicicletas adaptadas a todas as situações, pela organização da cidade e do trânsito, pelo canal que destacava as casas coloridas tão típicas em postais, pela surpresa de ver uma "Pequena Sereia" realmente pequena quando comparada com a ilusão que temos ao observá-la em fotografias, pelo Tivoli, pela montanha russa vermelha, pelo tuk-tuk e pela arquitectura. Copenhaga foi uma das viagens mais imprevisíveis que fiz e acho que foi por isso que gostei tanto dela. Visitei-a no Verão de 2011 e ainda hoje a recordo com o maior carinho, um brilho no olhar e um sorriso nos lábios.

Copenhaga foi a nossa primeira paragem antes de embarcarmos num Cruzeiro que começava ali ao lado, na Suécia. Foi uma cidade-bónus que nunca me tinha despertado particular curiosidade e que não estava nas viagens prioritárias mas, curiosamente, foi das cidades que mais gostei de conhecer e explorar. Pela surpresa, pelos edifícios, pela limpeza, pelas pessoas, pelo estilo de vida, pela descontração organizada, pelo idioma. Foi a cidade que mais gargalhadas nos arrancou em frente às máquinas de compras de bilhetes de comboio e foi a cidade que me permitiu iniciar com o pé direito uma viagem brilhante. Valeu a pena.

La petite Bourgeoise | via Tumblr

Estou muito curiosa para ver os resultados e estatísticas das viagens elaboradas no âmbito do Psicoturismo.

VIDA ACADÉMICA | (Mais) 8 Coisas que Aprendi na Faculdade

São MESMO os melhores anos das nossas vidas. Pelo menos até agora (e olhem que eu torcia sempre o nariz a esta ideia!), os anos de Faculdade têm sido fabulosos. Achei que seria difícil superar a etapa do Secundário - que adorei por ser tão descontraída e livre - mas posso dar o braço a torcer e confirmar: os anos de Faculdade são uma etapa que, pelo menos no meu caso, não será superada com duas de treta. Não digo que o futuro será terrível, triste e deprimente - até porque isso depende muito da nossa forma de lidar com as adversidades - mas é nesta fase que tomamos decisões, que descobrimos aquilo em que somos realmente bons, que definimos o nosso estilo pessoal, que nos divertimos e saímos sem dramas, que percebemos o que raio queremos para o nosso futuro (mesmo que mais tarde cheguemos à conclusão de que estávamos errados). E apesar do asssustador fim de semestre que nos assombra sempre... É incrível e é uma oportunidade que muita gente não tem. Aproveitem. 

O Triângulo é um mito. Por uma simples razão: é absurdo limitar a nossa vida aos três pontos que ele destaca. A vida vai muito além da trilogia "sono - estudo - vida social" e sim, é possível ser-se bem sucedido em todos os pontos com um simples truque: organização de prioridades. Há quem consiga, há quem não consiga. Como em tudo. Há fases de maior trabalho em que só conseguimos ser bem sucedidos em dois destes pontos mas há outras em que conseguimos cumprir as três e ainda acrescentar mais dois. 

Tu não precisas desses livros todos para passares no Exame Final. Felizmente não comprei os livros que os professores recomendaram. No primeiro ano comprei dois, que me pareceram interessantes e abrangentes o suficiente para serem utilizados em diversas cadeiras (e não estava enganada), mas recusei-me a gastar dinheiro em livros para todas as disciplinas. Precisas de fotocópias, casos práticos, capítulos e muitos apontamentos mas uma coisa é certa: não precisas de saber de cor esse livro - que custa 200€ e que por acaso até foi escrito pelo teu professor - para passares no Exame Final. Isto se fores às aulas e se fores suficientemente empenhado para criares os teus próprios materiais de estudo, claro. 

És capaz de sobreviver sem álcool, tabaco, droga e café. Não sei bem o que há mais para dizer sobre este ponto mas a justificação é só uma: tu és tu, não és a humanidade generalizada. E se há quem não sobreviva sem estas quatro coisas, tu não és eles. Só porque o teu grupo de amigos fuma e bebe não significa que tens de o acompanhar. Só porque o café ajuda o teu colega a ir às aulas da manhã ou só porque toda a gente diz que precisa dele para fazer noitadas, isso não significa que resulte contigo. A prova? Eu. O café só me deixa mais ansiosa, impaciente e acelerada por isso evito-o ainda que goste do sabor. E apesar de não beber, fumar ou consumir drogas, não acho que esteja a viver menos do que os meus colegas e amigos que o fazem.

Se não usas uma agenda és uma pessoa absolutamente incrível que tem a minha admiração. Até entrar para a Faculdade eu comprava uma agenda que colocava de parte em Fevereiro, se tanto. Agora, dois anos depois de ter entrado para o Ensino Superior, percebo que já não vivo sem ela em tempo lectivo. Informações importantes, frequências, exames, reuniões, lembretes, conferências, horários, Praxe, aulas especiais, entregas de trabalhos, apresentações... Está lá tudo. É tanta coisa que, mesmo que tenha uma boa memória, não gosto de arriscar nem me permito fazê-lo. Se estás na Faculdade e não usas agenda (em papel ou no telemóvel - não importa) tens a minha admiração. Mesmo. 

Aquilo que aprendes vale mais do que a nota do teu Exame. Quando chegas ao Ensino Superior percebes que as notas já não servem para muito. As médias servem para te candidatares a Mestrado e pouco mais. É claro que são uma ajuda no âmbito da realização pessoal mas, na prática, não são o mais importante. Provavelmente, daqui a uns anos, contarás pelos dedos o número de entrevistas em que te perguntaram a tua média final de Licenciatura. Não é por acaso que as perguntas rondam sempre aquilo que sabes realmente - se sabes trabalhar com determinados programas, se sabes fazer um plano, se falas outros idiomas - e a tua personalidade. Não decores matérias, percebe-as. Não te chateies se as tuas notas não forem semelhantes às do Secundário; é normal.

Tu sabes o que é melhor para ti. Mesmo que daqui a dois ou três anos mudes de ideias, tu não vais tomar a decisão A se sabes que a B te traz mais vantagens. Tu queres o melhor para ti, tu queres ser bem sucedido, tu sabes o que te prejudica. Ninguém na Faculdade te conhece melhor do que tu e é nisso que te deves focar ao tomar uma decisão. Por muitos amigos que tenhas, por muitos conselhos que recebas, analisa as hipóteses e segue o teu instinto, a tua vontade. Se falhares, adaptas-te. Se fores bem sucedido, tens todo o mérito.

Nada se consegue sem esforço. Mas, quando o sucesso aparece, a sensação de missão cumprida é a melhor do mundo. O Ensino Superior não se assemelha ao Secundário. Há pessoas diferentes com objectivos semelhantes - daí a competitividade que referi na outra publicação -, há matérias mais específicas, há professores mais exigentes, há apontamentos, burocracias, papéis e propinas que fazem as carteiras chorar. A Faculdade exige um esforço financeiro, organizacional, académico e até emocional. Faz parte.


Um dia hei-de ir à VFNO mas ainda não é hoje.

ATUALIDADE | Como se ajuda alguém que não quer ser ajudado?

Em Portugal há muita gente que vive em condições deploráveis, que recebe uma miséria, que luta diariamente pela sua sobrevivência. Verdade. Há famílias que sobrevivem em bairros de lata, mães que têm dois, três, quatro empregos e que mesmo assim não são capazes de sustentar os filhos, casas sem condições, pessoas que vivem pior do que aquilo que conseguimos sequer imaginar. E estes casos multiplicam-se de dia para dia.

Mas será que dormir ao relento é sempre uma obrigação? Acredito que o seja em muitas cidades e casos porque as instituições não conseguem chegar a todo o lado nem tão pouco conseguem acolher toda a gente. No entanto, por outro lado, em muitos locais existem sem-abrigo que dormem ao relento porque querem. Não porque querem realmente, como é óbvio, mas porque não aceitam acolhimento e ajuda. Porque são orgulhosos. Porque estão zangados com o mundo. Porque foram mudados pelo desespero. Porque preferem a liberdade de não ter horários e ordens, muitas vezes.

Braga é um bom exemplo disso. Passeando pelo centro da cidade durante a noite não vemos muitas pessoas a dormir ao relento. Contamo-las pelos dedos porque, apesar de ser uma cidade que não pode ser comparada a Lisboa ou Porto, existem instituições que as acolhem durante a noite. Regra geral - porque existem sempre excepções, obviamente - os sem-abrigo que dormem na rua não querem ser ajudados e nada fazem para ter um tecto. Há horas para entrar e sair da residência social, há regras para cumprir e muitas dessas pessoas não estão para isso. Aceitam as roupas mais quentinhas que os voluntários distribuem e reclamam porque vivem miseravelmente mas não utilizam esses espaços - que lhes dão um tecto, uma refeição quente, uma muda de roupa e um local para tomar banho - como ponto de partida. Eu própria já testemunhei situações menos simpáticas onde os voluntários distribuíam roupas mais quentes e acabavam por ser maltratados quando sugeriam as instituições.

Como se ajuda, então, alguém que não quer ser ajudado? Como se dá abrigo a alguém que, apesar de dormir num banco de jardim ou debaixo das arcadas dos claustros, não aceita o convite dos voluntários que tentam, durante as noites frias, recolher aqueles que não têm família nem para onde ir? Acredito que, em muitos casos, dormir ao relento seja realmente uma obrigação. Noutros, será uma opção?

Society's ugly , no doubt about that !
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Opiniões sobre a questão do acolhimento dos refugiados na Europa?

VIDA ACADÉMICA | 10 Coisas que Aprendi na Faculdade

NÃO é uma resposta tão válida como SIM. Na Praxe, nos trabalhos de grupo, nos jantares de curso, na Faculdade. Não tens que apanhar uma bebedeira, não tens que dizer palavrões, não tens que fazer tudo sozinho, não tens que ajudar toda a gente, não tens que emprestar canetas, livros, computadores e rins, não tens que faltar às aulas. Se algo contraria aquilo que defendes ou aquilo em que acreditas, tens todo o direito de dizer não. É uma palavra como outra qualquer e não te transforma imediatamente em alguém arrogante ou sem graça.

Vai sempre haver alguém que sabe mais do que tu. E isso é bom. Não deixes que essa sensação de burrice - que não o é realmente - te derrote. Aproveita. Aprende com quem sabe mais do que tu e tem em mente que há também quem saiba menos. Ensina. Não te compares com o teu colega do lado só porque sabes - ou não - a resposta àquela pergunta ou só porque estás - ou não - a par da última polémica referente à tua área de estudos.

O equilíbrio traz-te felicidade. Sei que estás farto/a de me ouvir dizer isto mas é o ensinamento mais valioso que tenho para partilhar e que não me canso de repetir. A Faculdade em nada se compara com o Secundário e o estudo é mais frequente, assim como as saídas e as festas. É preciso fazer escolhas, seleccionar momentos mas, ao mesmo tempo, é preciso diversificar. Ninguém quer perder a sanidade mental - nem pelas bebedeiras, nem pela falta de horas de sono, nem pelo estudo intensivo. Equilíbrio.

Há cadeiras chatas. Cadeiras essas que vais ter que fazer na mesma. Cadeiras que não gostas, que te parecem inúteis. E isso não significa que estás no curso errado ou que deves entrar em pânico. Dedica-te a elas para as despachares o mais rápido possível sem dramas acrescidos ou estudo a dobrar para um segundo exame. Os cursos - apesar de se focarem numa área de estudos - normalmente são generalistas e não se limitam a uma só saída profissional. É legítimo odiares uma matéria e ficares entusiasmado por estudar outra. Respira. Estás num curso abrangente e essas cadeiras chatas são só alguns desafios que tens de ultrapassar para atingires os teus objectivos.

Mais tarde ou mais cedo descobres quais são os métodos de estudo mais indicados para ti. E passas a ignorar todos os outros. Não importa se falas muito ou se preferes estudar em silêncio, se sublinhas mais do que o que seria aceitável ou se preferes fazer esquemas originais. A Faculdade ensina-te a estabelecer métodos, horários, sistemas de organização. E esta é uma vantagem que levas contigo para o mercado de trabalho também.

Há peças de roupa que são mais do que peças de roupa. Se trajam - bem! - ou se estão casados vão perceber este ponto. Até lá, duvido que consiga explicar realmente o que ele significa. Na Faculdade uma camisa deixa de ser uma camisa, uma gravata deixa de ser uma gravata, uns sapatos de velhota deixam de ser vistos como tal, uma capa não é - nem pensar! - uma simples capa (e se alguém a pisa sem o teu consentimento é bom que comece a correr!).

A competitividade académica existe. E é a coisa mais ridícula do planeta. Se já existia no Secundário - e se já achavas absurda - prepara-te para a veres a multiplicar-se no Ensino Superior. Continua sem fazer sentido mas há mesmo pessoas que ficam indignadas por teres um valor a mais do que elas em vez de se preocuparem com os métodos e os pontos fracos que não lhes permitem atingir notas superiores. Ignora. O teu sucesso só depende de ti e a comparação de notas nada tem de positivo. Nada.

É legítimo teres dúvidas. Sobre o curso, sobre a Universidade, sobre as tuas decisões, sobre o teu futuro. És obrigado a decidir o teu futuro antes da meta do 20º Aniversário e é normal que as tuas experiências te levem a pensar sobre aquilo que é mais indicado para ti. É uma coisa boa. Analisa as tuas oportunidades, faz uma lista de vantagens e desvantagens. Substitui as dúvidas por certezas e define objectivos concretos.

Há pessoas que fazem mais sentido longe. E não faz mal. Há amizades que se perdem, outras que se ganham. Na Faculdade tu cresces de semana para semana e há coisas e atitudes que deixam de fazer sentido aos teus olhos. Há pessoas que te prejudicam. Aprende a lidar com elas, sem dramas, sem falsidades, sem boatos. Simplesmente dedica-te às que queres ter por perto e que continuam a fazer sentido à medida que a tua vida e os teus comportamentos evoluem.

Vais ser enfermeiro, polícia, juíz, professor e psicólogo muitas vezes. Cuidar dum amigo que bebeu demais, impedi-lo de levar o carro, ser mediador no meio duma discussão exagerada, explicar uma matéria a um colega que a acha mais complicada e que tu até percebes, partilhar apontamentos, ouvir os dramas alheios e tentar aconselhar da melhor forma... Faz parte. É o contrato da amizade a ser invocado.

Fotografia da Autoria de Maria Guedes.

Cada vez gosto mais dela! Se isto continua assim vou ter que voltar a passar na Parfois para a trazer comigo.

LUCKY 13 | Informar, Partilhar, Valorizar

Tenho um blogue onde registo os meus momentos, gostos, pensamentos e interesses mas sinto que este espaço seria pobre e impessoal se focasse apenas isso. Tenho tanto para partilhar, sou tanta coisa, visito tantos lugares e construo-me através de tantas experiências que não seria capaz de manter um diário. Eu gosto de abordar temas polémicos, de debater, de conhecer novas perspectivas, de partilhar dicas, de fazer recomendações sobre os mais diversos assuntos, de saber que estou a ajudar alguém com um conselho ou a valorização dum espaço ou dum produto.

Há muito tempo que os blogues deixaram de ser apenas poços de sentimentos e eu - que já ando por aqui desde 2008 ou 2009 e que já escrevia sobre mais do que mim própria nessa altura - gosto muito desta influência, desta partilha, destes conselhos, desta quantidade de informação útil que é gerada todos os dias. O meu blogue é um espaço positivo (eu tento que seja, pelo menos) e ver a Blogosfera a evoluir de maneira a evitar dramas desnecessários é algo que me deixa contente. Para diários existem os caderninhos com chave e cadeado que eu não utilizo. Mais seguros e privados.

Oh rapunzle 💖😂

O mundo divide-se entre as pessoas que dizem "frigideira" e aquelas que dizem "sertã".

ATUALIDADE | Taxistas? Motoristas Privados?

Não ando de táxi - porque não faz sentido para mim, porque não preciso, porque gosto de andar a pé, porque existem outros transportes - e não recorro a serviços da Uber porque na minha cidade não existem. Porém, depois de tudo o que tem vindo a acontecer nos últimos dias e do tipo de carácter que tem vindo a ser demonstrado, se fosse lisboeta e se porventura precisasse dum táxi, mudava de ideias, descarregava a aplicação do momento e recorria ao sistema do motorista privado que me abre a porta e que não me surpreende na hora de efectuar o pagamento.

Sou apologista de manifestações e greves quando elas fazem sentido, quando têm razão de ser, quando são bem explicadas, quando são feitas nos moldes correctos e legais. É para isso que a democracia serve e, se as condições de trabalho não satisfazem o grupo, não vejo problema algum em demonstrar esse descontentamento desde que isso seja efectuado com cabeça, tronco e membros. A comunicação é essencial à evolução e as manifestações são, também elas, uma forma de comunicação. No entanto, nesta guerra de transportes, os taxistas levaram a questão da greve e da manifestação longe demais e, no meio destas confusões todas, é a Uber que ganha. Com razão.

Os taxistas estão numa situação complicada. Há licenças específicas, impostos, certificados de aptidão profissional, tarifas... Coisas que têm que ser pagas, que estão na lei, que são necessárias à circulação do táxi e à profissão de taxista. Percebo o descontentamento e os pedidos de alteração de leis para com as empresas de transportes em questão mas, ao mesmo tempo, não sei até que ponto faz sentido criticar e difamar um serviço que seria inevitável num mundo cada vez mais tecnológico.

Antes de dizermos que a Uber é ilegal devemos tentar perceber como as coisas funcionam (para isso, recomendo este artigo do Observador). E quando compreendemos essa questão, percebemos também que a empresa não actua fora da lei - até porque há um serviço que é proibido e que continua a não existir em Portugal -, que não estaciona os seus carros nas praças de táxis, que tem profissionais certificados. A Uber é uma plataforma que liga utilizadores e empresas de transporte privado. Só isso. Não é uma empresa de transportes - daí não ter que seguir determinadas regras que os táxis são obrigados a seguir - e apesar de ser, sim, uma empresa concorrente ao sistema de táxis, os motoristas que trabalham para a Uber são motoristas certificados e cumprem todas as regras exigidas por lei para esse tipo de empresas. Não é uma aplicação ilegal; é uma ponte tecnológica entre empresas e utilizadores.

Mas voltando às manifestações que têm estado em todos os noticiários: depois de tantas queixas de utilizadores de serviços de táxi - pela falta de simpatia e de limpeza, pela condução, pelos preços abusivos, pela falta de condições... - não faria mais sentido tentar melhorar o próprio serviço em vez de fazer manifestações à base de ameaças e violência? Por muito desesperados que estejam os taxistas, faz sentido agredir colegas de profissão que não podem - ou simplesmente não querem - aderir à greve?! Por muitos argumentos válidos que os taxistas tivessem, perderam-nos com as atitudes deploráveis que escolheram tomar esta semana e fizeram uma coisa que prejudicará todo o sector: enterraram a reputação de TODOS os taxistas. Nem todos são farinha do mesmo saco e nem todos partiram para a violência mas é isso que fica na memória e é disso que as pessoas se vão lembrar sempre que pensarem em chamar um táxi. Paga o justo pelo pecador, como costuma dizer a minha avó. 

Como já referi, no meio disto tudo, é a Uber que ganha, não só porque agora toda a gente conhece o seu modo de funcionamento mas também porque a imagem da empresa está num patamar acima graças a todos os comentários dos utilizadores, graças a todas as avaliações e, claro, graças a todas as imagens tristes e deploráveis de manifestações que têm sido mostradas nos meios de comunicação social. Não é por acaso que a aplicação passou a líder na AppleStore. Esta polémica anda de mãos dadas com a boa publicidade. São pontos extra para a Uber.

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Grand Veizit, Aout 2015

Digam-me lá, futuros caloirinhos: em que cursos entraram? Conseguiram concretizar sonhos?

WEBSITE | HelloGiggles: A Positive Community for Women

Descobri o HelloGiggles recentemente - há cerca de três meses, se tanto - mas fiquei imediatamente encantada com a diversidade de temas. Assuntos sérios, assuntos mais superficiais, relações, cinema, problemas de saúde, moda, beleza, alimentação... Há de tudo um pouco e acho que é isso mesmo que me cativa: nunca sei que tema vou encontrar. É um site feminino, divertido, informativo, interessante. É totalmente escrito em inglês e, por não ser propriamente um blogue, não nos permite segui-lo através da nossa lista de leitura do Blogger mas vale a pena visitar com frequência e estar a par das novidades fazendo like na Página do Facebook.

O HelloGiggles assume-se como um site positivo, dedicado às mulheres das mais diversas idades. É chato ter que passar à frente os artigos destinados a um público mais jovem mas há vídeos divertidos e polémicas cómicas, recomendações brilhantes, dicas preciosas e todo um mundo de assuntos femininos para descobrir. Um site feliz que, na minha opinião, poderia perfeitamente assumir-se como blogue também pelos temas que aborda e pela forma como se apresenta - daí ter seleccionado este separador para o partilhar convosco. 

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Amor é ele conseguir levar-me à praia no meio de semanas de trabalho infernais. É ele odiar areia e água gelada mas fazer o esforço por mim.

ATUALIDADE | Incêndio nos Passadiços do Paiva

Desde ontem que os Passadiços do Paiva estão fechados. Um incêndio destruiu uma parte do percurso que foi inaugurado no início do Verão e a Câmara Municipal de Arouca foi forçada a encerrá-los, não só por motivos de segurança mas porque os Passadiços têm agora uma quebra de 600 metros, uma falha significativa que, segundo o que li, custará balúrdios a arranjar. Eu continuo a achar que existem mãos criminosas neste incêndio - como existem em quase todos no nosso país - e não consigo deixar de me sentir revoltada e indignada pela maldade humana.

Os Passadiços do Paiva têm sido um autêntico sucesso. Desde que foram inaugurados que digo que quero fazer a caminhada em Arouca porque acho mesmo que foi uma óptima aposta para promover a região, consciencializar as pessoas, mostrar o que de bom tem o nosso país numa zona menos turística. É aqui pertinho - a menos de duas horas de caminho - e cativa pelo desafio, pelas paisagens, pelo desporto, pela superação pessoal, pela criação de memórias de forma totalmente gratuita, com mergulhos nas praias fluviais que vão existindo ao longo do percurso. 

E assim, do nada, fica tudo destruído, prejudicando a hotelaria, os transportes, o comércio, o ambiente. Quão triste é? Em três meses milhares de pessoas percorreram as escadas de madeira e a ponte suspensa e outras tantas planearam fazê-lo também - como nós, que não quisemos ir nos fins-de-semana e que esperávamos pelas férias do Gui agora em Setembro para evitar as confusões de Verão e o calor excessivo. Só espero que, depois da reposição do troço que foi destruído, o sucesso se mantenha e os Passadiços não sejam esquecidos. Eu vou querer percorrê-los, mesmo com uma paisagem mais triste. A Câmara Municipal de Arouca está de parabéns pela iniciativa e eu só espero que as soluções apareçam rapidamente. Sem mãos criminosas a repetir a gracinha.

p i z z a | via Tumblr

O mundo divide-se entre as pessoas que comem pizza à mão e as que comem pizza de talheres.

ALIMENTAÇÃO | Brunn's Coffee Diner

Quando visitei o Brunn's pela primeira vez fiquei desiludida. Achei os pratos caros e pouco apelativos. Ao contrário da maioria das pessoas, a comida deste Diner não me cativou nem convenceu. Contudo, decidi arriscar, regressar e ficar-me pelos milkshakes e gelados. Óptima decisão.

Apesar de não ter ficado fã do hambúrguer que provei na primeira visita, adorei o espaço e o ambiente. É verdade que não é um restaurante/café propriamente acessível - sobretudo quando comparado com a concorrência que o rodeia numa zona de universitários - mas é um sítio diferente do habitual que merece uma visita de vez em quando. Talvez não para uma das refeições principais - pelo menos não para mim - mas para um lanche ou um café diferente com bons amigos ou alguém especial. A minha segunda visita ao Brunn's Coffee Diner - já depois de jantar - foi mil vezes mais agradável.

Anos 50, figuras icónicas, carros clássicos, empregadas saídas de filmes e um Milkshake de Pastilha Elástica absolutamente delicioso. Assim sim, sou fã. Não compreendo a inovação dos tablets num sítio onde somos automaticamente transportados para uma época onde eles simplesmente não existiam e continuo a achar que as imagens dos pratos não são suficientemente apelativas (quem observou as fotografias da ementa provavelmente pensa o mesmo que eu) mas gosto muito do conceito, da novidade e da jovialidade do local.

Acho que será um bom local para estudar, para conversar, para nos fazer perder a noção do tempo entre coisas docinhas. O conceito paga-se, como já referi, mas de vez em quando não faz mal nenhum. Experimentem.


BubbleGum Milkshake. Mais do que aprovado!
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Queridos colegas universitários: qual é a vossa opinião sobre Praxe?

SWEET CAROLINE | Let's Win This!

Aos poucos vou aprendendo mais sobre mim própria e acho que são essas aprendizagens que me ajudam ao longo das semanas, dos meses, dos anos. São as mais difíceis de fazer mas são também as mais importantes porque me permitem construir a minha personalidade, as minhas opiniões, as minhas teses sobre os mais diversos assuntos. E acho que é isso que me coloca no ponto de partida em direcção ao sucesso e que me ajuda a saltar cada uma das barreiras que vão aparecendo - ou que eu própria coloco - no meu caminho.

Cada vez mais sinto que, para conseguirmos ser bem sucedidos na vida - em qualquer plano, seja ele qual for -, precisamos de conhecer os nossos limites e as nossas formas de superação, as nossas preocupações e medos, as nossas vontades e reacções, os nossos pontos fortes e fracos, os nossos interesses, aquilo que conseguimos - ou não - tolerar.

E é este exercício de reflexão - de tentar perceber quem sou, o que quero ser, o que preciso de alterar - que me torna mais forte. Não só porque me ajuda a limar algumas arestas da minha personalidade mas também porque me permite valorizar aquilo que de melhor tenho, em mim e à minha volta. Todos os dias tento lidar com os meus monstrinhos e todos os dias eles vão sendo mais simples de derrotar. Porque quando conhecemos os nossos inimigos e as nossas vantagens, os nossos super-poderes são utilizados duma forma mais eficaz.