Thirteen

QUOTIDIANO | Palavra-Chave: Aprendizagem

Em 2013 escolhi a palavra mudança para classificar os doze meses que lhe pertenceram e em 2014 optei pela palavra intensidade porque achei realmente que era o vocábulo que melhor combinava com os 365 dias que vivi. Em 2015, aprendizagem é a minha palavra.

2015 foi realmente o ano em que descobri mais sobre mim própria, sobre os meus objetivos, sobre as minhas relações e sobre o mundo. E podia perfeitamente abordar com detalhe cada um destes pontos mas prefiro, em vez disso, focar apenas aquilo que merece destaque. Como a nossa primeira viagem a dois, os passeios por Terras de Sua Majestade, o fim-de-semana prolongado em Lisboa e os dois dias em Verim. Como os Festivais de Tunas - o LIRA, o FITU e o CELTA -, o meu primeiro (verdadeiro) Enterro da Gata, a Gala de Fim de Ano e a Ceia de Natal da UCP (com direito a elogios inesperados). Como o concerto do David Fonseca e as viagens de carro em boa companhia e ao som de Coldplay. Como o casamento da Lili e do Filipe. Como o meu vigésimo aniversário e a festa surpresa que conseguiram preparar para mim, as flores e chocolates que recebi e os balões com números que sobreviveram mais tempo do que o previsto (e que ainda estão no meu quarto).

As pessoas não são infinitas. A minha ansiedade não me define. Fotografar muito não é um defeito. Escrever faz bem à alma. Massa Carbonara combina com todas as estações do ano. Os verdadeiros amigos não cobram, compreendem. Os meus limites são estabelecidos por mim. Londres é uma cidade ainda mais bonita do que aquilo que eu me lembrava. "Não" é uma resposta tão válida como "Sim". A família é insubstituível. Não há nada mais enriquecedor do que uma viagem. A organização treina-se. Pedir ajuda não é sinónimo de fraqueza. Menos é mais. Nem todas as pessoas são bondosas. O positivismo é meio caminho andado para o sucesso. O amor mede-se pela inclusão da outra pessoa nos nossos planos futuros. Gostar de celebrar o meu aniversário não me transforma numa pessoa egoísta. Todos os dias são bons mas nem todos os momentos o são. As cartas de amor não passam de moda. Há muito para descobrir em cada passo, em cada respiração, em cada conversa, em cada texto, em cada gesto.

2015 foi o ano da fotografia, da moda, da informática e da luta por um Cortejo marcante e divertido. Foi o ano dos trabalhos, das frequências, dos exames, dos projetos e dos dias de sol. Foi o ano dos cupcakes, das francesinhas e dos detalhes decorativos espalhados pelo quarto. 2015 foi o ano em que três inconscientes me escolheram como Madrinha de Praxe e o ano em que senti que tinha dado tudo - e mais um bocadinho - na minha vida académica. Em 2015 eu conheci muita gente, chorei baba e ranho durante a Serenata (com a certeza de que chorarei o triplo no ano que se avizinha), partilhei capas negras, fui baptizada pelo João, fiz um álbum de memórias londrinas, fui alvo das melhores declarações de amor, fotografei muito, mantive o meu quarto arrumado, consegui comprar o meu MacBook Pro e mais uma máquina fotográfica instantânea (Lomo Instant Camera), usei uma agenda até ao fim, cuidei de mim mais vezes e escrevi muito no blogue. Em 2015 eu tirei a carta de condução, alcancei resultados fabulosos na Faculdade, perdi-me entre pipocas e filmes, dei mais importância à Cultura, à Família e ao Amor e transformei-me numa pessoa mais organizada, mais destemida e mais consciente. Em 2015 eu corri riscos, saí da minha zona de conforto, fui a uma entrevista e cresci muito como pessoa, como aluna e como mulher. No último dia do ano, eu tenho muito orgulho em mim mesma. 

2015 foi o ano dos amuos, das gargalhadas, das partilhas de bebidas frescas, da edição de imagens, das roupas novas, das saídas até às tantas, dos novos espaços, dos sorrisos, das estradas sem trânsito, do nó na garganta, dos passeios bonitos entre luzes de Natal, dos medos, dos sustos, das músicas cantadas em uníssono e das saídas vitoriosas entre caminhos duvidosos. Em 2015 eu disse "não", eu venci uma guerra depois de muita luta, eu dei corda às sapatilhas, eu trabalhei por mim, comecei um novo tratamento para a ansiedade, dediquei-me e senti que merecia tudo o que de positivo me aconteceu. 2015 foi o ano das pequenas grandes conquistas pessoais e o ano em que mais aprendi. Estou preparada para receber 2016 e as etapas que se avizinham.



2016, independentemente do que acontecer, será um ano de estreias.

INSTAGRAM | Dezembro 2015

O último mês do ano trouxe-me um grande susto e algumas preocupações mas, ao mesmo tempo, ensinou-me muito sobre a minha forma de trabalhar e de encarar o mundo profissional. Em Dezembro eu visitei o backstage dos hotéis do Bom Jesus, aderi ao desafio das #DesculpasDeNatal, revi a minha viagem à Suécia enquanto preparava uma apresentação sobre esse país, comprei (finalmente!) o meu MacBook Pro, fiz a última frequência do ano (Liderança!) e preparei o "Vamos falar de Turismo?" - que acabou por ser um sucesso graças a todas as pessoas maravilhosas que fizeram parte dele.

Em Dezembro eu trabalhei muito, passei muitas horas em frente ao computador e despachei muitos projetos mas, no meio disso tudo, eu fui capaz de me sentir amada e de amar sem hesitações. Apesar da minha paciência reduzida e do tempo que é tão escasso nesta altura do ano, eu consegui trocar miminhos, celebrar o aniversário do Gui, passear entre luzes de Natal, rever os amigos de sempre e estar presente no CELTA 80's e na Ceia de Natal do Centro Regional da minha Universidade.

Dezembro é o mês das tradições, da família, dos presentes pensados com pormenor, dos doces. E este Dezembro foi exatamente assim. Apesar de ter tido alguns momentos mais negativos, Natal é sempre Natal e não há época mais bonita. Família reunida, lareira acesa, casacos quentinhos e amor a transbordar... O que poderia querer mais? Os sustos passam e os medos evaporam-se com o tempo; as memórias bonitas permanecem e a família também.


Há viagens marcadas para 2016?

ATUALIDADE | "Por favor, não fiques doente durante o fim-de-semana."

Vamos lá ver se nos entendemos: a) um médico não tem que trabalhar fora do seu horário de trabalho, b) um médico não tem de estar sempre disponível e c) um médico - como qualquer outro profissional - não tem de trabalhar sem remuneração. Todos os profissionais de saúde têm horários e escalas de urgência e todo e qualquer trabalho que vá para além disso deve e tem de ser pago.

Todos os médicos que passam por nós num hospital ou num centro de saúde têm coisas em comum. Todos têm horários e turnos de urgência, todos deram o litro para entrar na Faculdade, todos estudaram o triplo disso durante seis anos para conseguirem sair de lá, todos foram internos, todos fizeram a especialização e, o mais importante, todos merecem respeito - como qualquer outro ser humano.

Digo muitas vezes que não seria capaz de enveredar pelo caminho da Medicina e sei que, em parte, isso provém da minha sensibilidade perante determinados casos que mexem comigo duma forma que não me permitiria ser suficientemente fria. O caso do David é um deles. O meu namorado fez 28 anos ontem, tem uma vida pela frente e, apesar de não o ter confessado a ninguém, não pude deixar de pensar nele quando li a notícia do falecimento do David, que, com 29 anos, teve o azar de se ter sentido mal durante um fim-de-semana. Foi inevitável e absolutamente arrepiante em simultâneo. Sejamos sinceros, num país pequenino e supostamente completo e civilizado, quantos de nós não pensaram "e se fosse comigo ou com a minha família?" quando tiveram conhecimento da história? O caso do David foi trágico. E o que me incomoda é que não foi um caso isolado.

Mas será que faz sentido culpar os médicos pelo fim abominável da situação? Não. De todo. Volto a referir: nenhum médico tem de estar disponível para emergências num hospital todos os dias, 24h por dia. A culpa está na organização dos turnos, na péssima gestão de especialidades. Quem define as escalas tem de assegurar que existem profissionais à distância de uma chamada - pelo menos! - a todas as horas. E se um hospital diz que pode receber um doente urgente, então é bom que tenha as condições adequadas para o tratar. Só isso. A culpa está no sistema e nas pessoas que o criam e modificam, não está no médico que também tem o direito de passar o serão em família.


Que o caso mediático e polémico do David seja o gatilho para a mudança. Que sirva para evitar tragédias do mesmo tipo.

O mundo divide-se entre as pessoas que dizem "tigela" e as que dizem "malga".

AMOR | Podes amar antes dos 25?

Antes dos vinte anos nós estamos autorizados a conduzir, escolhemos uma Licenciatura, assumimos responsabilidades em Tribunal, podemos comprar bebidas alcoólicas e viajamos sozinhos. No entanto, se ousamos admitir que estamos apaixonados... está o caldo entornado. O amor entre dois jovens "é um mito". Afinal, o que sabemos nós sobre a vida se ainda nem pagamos contas de eletricidade e água ou temos um carro em nosso nome?

É uma ideia que me causa alguma confusão, confesso. Essa desvalorização do amor jovem, essa falta de crédito, essa incredulidade na durabilidade da relação... Entristece-me. Eu sinto que as pessoas perderam a fé num dos sentimentos mais bonitos e sinceros e que riem por dentro quando se fala em amor jovem. Afinal, o que define um amor verdadeiro? O que define a nossa capacidade de amar verdadeiramente?

Há relações e relações - concordo. A nossa idade, experiências e maturidade definem a forma como amamos - sem dúvida. Mas nenhum sentimento é comparável. Nenhuma relação é semelhante. E, nesse sentido, parece-me maldoso e irrealista descredibilizar alguém apenas pelo número de velas que decoram um bolo de chocolate uma vez por ano.


Em 2016... vou a um casamento!

BLOGOSFERA | O Estereótipo do Blogger

As pessoas lá fora têm duas definições para Blogger: ou és viciada em computadores e jogos, usas óculos de massa, vês "The Big Bang Theory" e tens uma mochila do Star Wars ou, por outro lado, és fútil e egocêntrica, gostas de te armar em modelo e sobrevalorizas a tua própria opinião. Não há meio-termo. Ou, pelo menos, é isso que a comunicação social tenta transmitir. Felizmente para nós, no mundo ainda existe algum sentido crítico e nem sempre as pessoas engolem tudo o que lhes é dado. Felizmente para nós, ainda há quem questione e quem compreenda que um blogue pode ser, pura e simplesmente, um passatempo saudável.


Amor é... comprar-lhe um presente em vez de trazer para casa uns sapatos para mim.

LUCKY 13 | Sentido de Oportunidade

Sei que me repito mas eu preciso de o dizer novamente: criar este blogue numa fase de transição pessoal e académica foi a melhor decisão que podia ter tomado. Eu tinha uma nova etapa pela frente, ainda estava a escolher jogadores e armas, tinha os nervos à flor da pele, era uma Carolina cheia de dúvidas. E este blogue deu-me a oportunidade de recomeçar um percurso que tanto me diz, de gravar todos os detalhes, todas as conquistas, todas as dúvidas e hesitações. Quão positivo é?

A minha vida já deu muitas e muitas voltas desde então mas ter os meus momentos mais marcantes - bons e maus - à distância de um clique é algo que me preenche. Este blogue é um investimento a longo prazo; não porque tenciono ficar rica à sua custa mas porque acredito, pelo menos por agora, que posso continuar deste lado durante muito tempo. Quem sabe um dia não vos falarei do meu primeiro emprego, do carro que consegui comprar, dos móveis que escolhi, das calças elásticas que fui forçada a usar graças à barriga que cresceu, se for o caso? É uma possibilidade que me fascina, confesso. E às vezes pergunto-me se vocês próprios se questionam acerca da durabilidade do L13 ou se sentem a mesma coisa quando pensam nos vossos blogues e naquilo que escolhem escrever neles.


Em 2016 vou... a um concerto do Miguel Araújo e do António Zambujo.

LISBOA, PORTUGAL | Karl's Cookies

Depois da viagem a Londres falei-vos das bolachas do Ben e hoje falo-vos das bolachas do Karl, que podem ser encontradas em Campo de Ourique e que se destacam pelos sabores disponíveis e pela diversidade de clientes, entre outros factores.

Se se estiverem a questionar sobre o segundo ponto, eu explico: na Karl's Cookies há bolachas para cães, com ingredientes adaptados às suas necessidades e não prejudiciais à sua saúde. Como sabem, há vários ingredientes nocivos para o organismo canino - muito açúcar e chocolate são bons exemplos disso - e o Karl tenta colmatar essa falha. Ao que parece, o Onis aprova.

Para nós, escolhemos uma bolacha de manteiga de amendoim e uma de Nutella e tivemos direito a bolachas verdadeiramente deliciosas, fofinhas e muito saborosas. Foram aprovadas à primeira dentada e, apesar de não serem muito acessíveis em comparação com às bolachas normais, os produtos da Karl's Cookies não têm preços superiores aos praticados noutros espaços deste género nem fazem as carteiras sangrar. Recomendo.



O mundo divide-se entre as pessoas que abrem os presentes à meia noite e as que os abrem na manhã seguinte.

EVENTO | Natal no Bananeiro

Quem vive em Braga ou costuma passar o Natal por aqui com certeza conhece a tradição que reúne ambas as famílias - a de sangue e a que escolhemos - na véspera de Natal. Chama-se "Bananeiro", e consiste em algo muito simples: beber um copo de Moscatel e comer uma banana celebrando esta época e todos os valores que lhe estão associados. Dia 24 de Dezembro (das 16h às 20h, mais coisa menos coisa), as ruas enchem-se de grupos de amigos, casais de namorados e reuniões de primos e, todos os anos, são milhares as pessoas que, de copo na mão, desejam um Feliz Natal a quem passa, trocam os últimos presentes entre amigos e aquecem o corpo com a bebida.

A tradição do Moscatel e da banana passa-me completamente ao lado - sou uma vergonha para os restantes bracarenses: não gosto de nenhum dos produtos envolvidos - mas a tradição de ir para a rua ao final da tarde para encontrar as caras que fazem parte da minha vida todo o ano e dar os últimos beijinhos de boas festas entre casacos quentinhos e cachecóis enche-me o coração. O Natal é passado em família e esta tradição torna tudo ainda mais especial porque me permite estar com alguns dos meus amigos e com o meu namorado numa data importante, antes da Ceia de Natal em casa da avó. 


Fotografia: BragaCool.

Adoooooro o Natal!

FOTOGRAFIA | Em Viagem

Tenho um fascínio especial por pessoas que viajam muito, que aceitam o desafio de sair da zona de conforto e que gostam de registar em fotografias aquilo que observam. Independentemente de serem locais que conheço ou lugares que espero um dia vir a conhecer, gosto de encontrar detalhes diversificados em cada uma das imagens e acho maravilhoso que cada pessoa tenha a sua visão e a sua forma de fotografar, de lidar com a luz e o contraste, de brincar com a focagem e os filtros. Não há duas pessoas iguais, não há duas viagens iguais, não há duas fotografias iguais. E não há uma maneira correta de fotografar.

Durante o "Vamos falar de Turismo?" identifiquei-me bastante com o Daniel Camacho, nosso convidado e fotógrafo. Não que tenha o seu talento, conhecimento ou experiência (um dia, quem sabe...!) mas porque me identifico com a sua forma de fotografar: como se a lente da máquina fotográfica - ou até mesmo do telemóvel - fosse uma extensão do meu olho. A minha perspectiva está presente em cada clique e eu raramente apareço na imagem (pormenor que tenho tentado corrigir, confesso). 

O meu objetivo não é mostrar ao mundo que estive lá, é guardar a forma como observo cada detalhe, seja numa cidade ou no backstage dum espectáculo que exige credencial. Não é apenas pelo registo que posso rever mas também pela emoção e pelo sentimento que TODAS as fotografias contêm. Não são simples fotografias de quotidiano que partilho no Instagram, são fotografias (muito) especiais daquilo que mais gosto de fazer e que despertam em mim sensações muito específicas. Difíceis de explicar, até.


"As pessoas não se medem aos palmos."

LISBOA, PORTUGAL | Jardim da Estrela

Foi num domingo de sol que passámos os portões imponentes do Jardim da Estrela e nos deparámos com cafézinhos simpáticos (e caros!), muitas famílias, desportistas, casais, piqueniques e crianças entusiasmadas com as brincadeiras, as bicicletas, as trotinetes, os escorregas e os triciclos. O Jardim da Estrela foi um dos lugares menos turísticos e mais familiares que visitei em Lisboa e o passeio matinal - quando tínhamos o tempo contado e um cão simpático com muita energia à nossa responsabilidade - foi maravilhoso. Gosto de espaços verdes no meio da cidade e de lugares que nos convidam a começar o dia fora de casa. O Jardim da Estrela é uma boa combinação de ambos.


O mundo divide-se entre as pessoas que dizem "trincar" e as que dizem "morder".

CINEMA | The Intern [2015]

"The Intern" - O Estagiário, em português - é uma comédia leve que retrata as diferenças entre gerações e que foca temas diversificados como o feminismo, o empreendedorismo, a moda, a família, a inovação, a aprendizagem, a ambição, o envelhecimento e a tecnologia. É um filme actual, moderno, com uma boa banda sonora (totalmente adequada às personagens), muita luz, figurinos maravilhosos (vou roubar o guarda-roupa de Jules Ostin!), ângulos de filmagem magníficos e uma dinâmica muito interessante. Os protagonistas têm química e todo o filme resulta graças ao elenco jovem e fresco que assume um papel importantíssimo dado o conteúdo da obra.

A história, por sua vez, vai-se desenvolvendo calmamente - com algumas reviravoltas pertinentes - e, no fim, sentimos realmente que ver "The Intern" não foi tempo perdido. Numa época de incertezas profissionais não podia tê-lo achado mais inspirador e bonito. Esta é uma longa metragem que nos motiva, que nos mostra que ser ambicioso e determinado é bom, que nos lembra que as novas tecnologias nem sempre nos auxiliam e que há mais vida para além do trabalho e da perfeição profissional.

O argumento não é nada complexo mas traz novidades ao grande ecrã pela diferença de idades entre personagens, pela maneira de abordar cada uma das temáticas e, claro, pelas piadas que recusam o estereótipo sexista - e até porco - das típicas comédias americanas. As personagens são carismáticas e "The Intern" retrata (muito) bem o quotidiano da classe média/alta americana, as ansiedades da nossa sociedade, as preocupações da geração empreendedora que investe no seu próprio negócio, os novos estilos de decoração, as atuais formas de organização das empresas e a dificuldade em comunicar para além dos teclados e redes sociais. 

Apesar de não ter gostado particularmente do final escolhido para o filme, consegui criar empatia com (quase) todas as personagens e refletir um pouco sobre a minha própria forma de trabalhar e lidar com os outros e isso é, sem dúvida alguma, um ponto muito positivo que com certeza fará as delícias de outros espectadores.


A ideia de perfeição é totalmente irrealista, especialmente quando falamos de Amor. E é aí que está a piada.

SWEET CAROLINE | "Como ser feliz?"

"Como ser feliz?" e "O que fazer quando nos sentimos sozinhos?" são duas questões que ocupam o pódio nas pesquisas efetuadas pelos portugueses ao longo de 2015. E isto preocupa-me. Num mundo onde existem tantas partilhas, tantas fotografias em grupo, tantas opiniões, tantos lugares bonitos, tantas facilidades... Como é que estas perguntas chegam ao topo das pesquisas? Há assim tanta gente a procurar ajuda num computador? Há assim tanta gente infeliz, tanta gente a sentir-se só?

Talvez seja apenas uma consequência irónica do nosso estilo de vida mas não deixa de ser assustador e preocupante. As pessoas dão tanto valor às redes sociais e às estatísticas que depois, na hora da verdade, se esquecem de estabelecer relações reais, de sair de casa, de aproveitar o sol, de descobrir novos restaurantes, de escrever postais, de debater assuntos diferentes, de se mimar, de se perder, de apanhar o avião, de decorar a casa, de fotografar. Quão triste é? Ou melhor, o que leva alguém a limitar a sua felicidade a um computador e a um par de contas de correio eletrónico? Custa-me a perceber, confesso, e não o digo em jeito de crítica.

Estou presente em várias redes sociais, estou (quase) sempre contactável, leio as notícias nos jornais  e revistas online e faço parte da geração da internet. Registo as minhas viagens neste blogue, fotografo muito, comunico através dum teclado e envio mensagens em menos de nada. E, ao mesmo tempo, não sou capaz de dispensar a oportunidade de estar frente-a-frente com quem gosta de mim, os jantares, as gargalhadas, as discussões, os abraços, o tempo que guardo só para mim, os passeios. Porque estar sozinha e sentir-me só são coisas distintas e eu não esqueço essa diferença.

O truque para a felicidade está no equilíbrio e isso passa não só por conseguir combinar os opostos mas também pelo cuidado com os detalhes e pela apreciação das pequeninas coisas da vida. Ser feliz não é uma meta, é uma forma de viver cada dia com orgulho e ambição. A minha definição de "felicidade" passa por aí, pelo menos. E sou feliz. Todos os dias.


Que programas utilizam para editar as vossas fotografias?

SOCIEDADE | A Magia do Natal

Num mundo onde tudo é tão etéreo, digital e a correr, cada vez mais sinto que é importante deixarmos as nossas crianças serem crianças. Especialmente no Natal, quando tudo lhes é dedicado, quando os valores mais simples estão presentes em todo o lado e transbordam, quando a magia de ser criança faz ainda mais sentido. Vivemos numa sociedade cada vez mais ligada por Wi-Fi e não por verdadeiros laços e ainda que também eu seja viciada em redes sociais e internet - porque o sou, inegavelmente - eu sinto que estamos a prejudicar os mais novos ao oferecer-lhes iPads em vez de Nenucos e Legos.

O Natal é uma das épocas mais bonitas do ano por toda a inocência e ingenuidade que lhe está inerente e ver a magia e os valores a perderem-se ou a serem substituídos por contas bancárias recheadas e birras ensurdecedoras assusta-me um pouco, sobretudo quando a família só é família na Noite de Consoada e as crianças não se sujam ou esfolam os joelhos no resto do ano. Este Natal, promovam as histórias relacionadas com o Pai Natal, ofereçam presentes adequados às idades, deixem os telemóveis de parte durante dois dias, sejam cúmplices no assalto à mesa de doces e vejam filmes em família. Com presentes entusiasmantes e princípios igualmente fabulosos, não deixem que a essência do Natal se transforme aos olhos inocentes de quem tem sido obrigado a crescer rápido demais.


"Tu fazes-me duvidar da minha homossexualidade" foi, provavelmente, o elogio mais original que já ouvi.

BLOGOSFERA | Carimbo de Qualidade #7

Entrevista | ÀTOA: "Trazemos um bocadinho do Alentejo". A Sofia quer ser Jornalista. E se o blogue é um escape às reportagens, aos textos formatados e à imparcialidade, também é um espaço onde ela consegue aplicar aquilo que sabe, a paixão que lhe corre nas veias, o empenho e a motivação. Desta vez, a Sofia entrevistou os ÀTOA. E numa conversa interessante e informal, bem pensada e estruturada, conseguiu transmitir-nos a essência dos elementos da banda: são jovens e têm sonhos mas trabalham todos os dias para chegar um bocadinho mais longe, entre brincadeiras e ensaios.

"Este Domingo tive um verdadeiro Domingo de Natal como sempre imaginei (...)". Quando me dizem que a blogosfera se transformou num espaço exclusivamente comercial e profissional, eu tenho vontade de rir porque sei que os textos genuínos e as recomendações voluntárias - sem pagamentos à mistura - ainda andam por aqui. E porque sei que as publicações bonitas e puras que nos fazem sorrir e deixam o nosso coração quentinho não desapareceram, não podia deixar de referir esta, da Inês.

15 Lições de 2015. Dezembro é o tradicional mês das reflexões e muitas são as publicações sobre aprendizagens, momentos marcantes, fotografias bonitas, músicas e conquistas. O fim do ano é propício a registos e eu gosto muito destas partilhas que nos ensinam tanto e nos inspiram. Hoje recomendo esta publicação da Ju, que, no meio de tantas outras, me cativa pela mistura de temas.

Here | Honorato. E porque recomendações de espaços bonitos e boa comida nunca são demais, desta vez partilho convosco uma publicação de (mais) uma Inês que aprecia as coisas bonitas da vida e que se delicia com os detalhes mais gulosos. Os protagonistas são os hambúrgueres e as fotografias bonitas acompanhadas de informações pertinentes deixam-nos curiosos... Vamos ao Honorato?

Manifesto de Natal. Quando li este texto da Joana fiquei nostálgica e, para além de me encantar com as fotografias que o completam, recordei com carinho os meus próprios Natais e todos os momentos que se repetem ano após ano (e que nunca deixam de fazer sentido). A magia, a família, a música, a árvore, os presentes, a agitação, as tradições, os rituais, o amor, os catálogos e publicidades temáticas, os embrulhos, os postais, as palavras... O Natal é uma das épocas mais bonitas do ano e este manifesto é mais uma prova disso.


Natal é... passear entre luzes e decorações de rua ao som de Michael Bublé.

SWEET CAROLINE | "Tu importas."

No final de Outubro deparei-me com uma situação inédita que me marcou profundamente. Mexeu com a minha ansiedade, com a minha autoestima, com a minha saúde, com a minha autoconfiança, com a minha atitude perante o espelho e os outros. Nunca o confessei mas, por dentro, fiquei miserável e essa foi uma fase difícil porque me levou a questionar tudo aquilo que construí, tudo aquilo que sou, todas as minhas atitudes, todos os meus passos, objetivos, gestos e riscos.

Contudo, ao mesmo tempo, apesar da minha posição nitidamente enfraquecida e em desvantagem, eu decidi que não ia deixar que a situação se repetisse - nem comigo nem com mais ninguém. Ninguém tem o direito de me amedrontar, de me intimidar, de me envergonhar, de me inferiorizar, de me difamar. Não. A minha idade ou a minha condição de estudante não são um livre-trânsito para faltas de respeito. Não. Eu não deixo que me rebaixem, ainda que tenha medo das consequências. Não. Eu mantenho a postura e não faço alaridos - muito menos quando sou apanhada de surpresa - mas enfrento a batalha e dou luta. Com medo? Sim. Com um coração a mil? Sim. Com esperança? Sempre.

Ganhei a guerra. Encabecei uma mudança sem sequer me aperceber disso e em retrospectiva aprendo que o estatuto não protege ninguém das consequências quando a maldade lhe está entranhada na pele e a vontade de ser superior atinge proporções absurdas. Eu tenho mais força do que aquilo que imagino ter e a minha consciência será sempre uma mais-valia contra aqueles que se olham como detentores da verdade e do mundo. Escolher não ficar calada foi a decisão mais difícil que tomei este ano mas foi também a mais correta e os resultados estão à vista tanto para mim como para muitas outras pessoas que jamais serão obrigadas a passar pelo mesmo.

Saí vitoriosa da situação por estar rodeada de pessoas fabulosas mas também porque a minha vontade de colocar um ponto final numa idiotice sem nexo falou mais alto. Já não era só eu em jogo, eram os meus amigos, os amigos dos meus amigos, os amigos dos amigos dos meus amigos. "A união faz a força". E eu acho que nunca me tinha sentido tão protegida. Foi uma chapada de luva branca.


O mundo divide-se entre as pessoas que respondem "vai-se andando" e as que preferem dizer que "está tudo bem".

LISBOA, PORTUGAL | Hamburgueria do Bairro

 A fama exagerada de um restaurante raramente é compatível com a qualidade da comida e por isso, antes de provar os hambúrgueres da Hamburgueria do Bairro, tinha as expectativas controladas e estava até um pouco receosa, com medo da desilusão. Não há grande espaço para erros na confecção de um hambúrguer mas quis acreditar que era "só mais um hambúrguer" até provar. Não é - e agora entendo todo o sururu à volta do espaço. A comida rápida está na moda e a Hamburgueria do Bairro explica porquê à primeira dentada.

As doses são generosas, os preços são amigos das carteiras, o atendimento é simpático, o espaço é pequenino mas acolhedor, limpo e convidativo e os ingredientes - desde o pão ao molho para as batatas fritas já perfeitamente temperadas - são verdadeiramente deliciosos. A variedade de sugestões na ementa é imensa - incluindo opções vegetarianas e menús mais em conta, para estudantes - e as mesas altas para partilhar entre limonadas são uma excelente opção. Eu optei pelo hambúrguer "Do Bairro" - com ovo estrelado - e não podia ter ficado mais satisfeita. A fama da Hamburgueria é merecida. Recomendo.



E os presentes de Natal? Estão todos comprados?

LISBOA, PORTUGAL | Oceanário de Lisboa

Visitámos o Oceanário de Lisboa apenas quando éramos crianças e sabíamos que se o visitássemos novamente iríamos aproveitá-lo duma forma diferente e muito mais detalhada por isso comprámos o bilhete de acesso às duas exposições (permanente + temporária) com desconto de estudante (15,50€ se não estou em erro) e (re)descobrimos cada aquário com cuidado.

A Exposição Temporária referia-se às Florestas Submersas e era indubitavelmente maravilhosa pela música de Rodrigo Leão que a acompanhava e pelo tratamento inigualável de cada espécie, tanto de plantas como de peixinhos. Era realmente um mundo à parte, perfeitamente tranquilo e pensado com detalhe. Sentámo-nos num dos bancos escuros e ficámos por ali algum tempo, a absorver toda a informação e a sentirmo-nos sortudas por podermos viver num mundo onde existem tantas coisas bonitas, tanto ao nível da Natureza como da Humanidade.

A Exposição Permanente, por sua vez, famosa pelos tubarões, lontras e pinguins, não podia ser mais completa, - tanto na sua forma de organização como na quantidade de espécies e de espécimes em cada aquário. O Oceanário é muito mais fascinante do que aquilo que eu me lembrava mas tive exatamente a mesma reação quando vi os protagonistas da atração a meio metro de distância.

Não sou a maior especialista em Biologia e portanto há espécies que não reconheço com facilidade mas achei realmente que os aquários vinham acompanhados de informações pertinentes que facilitam a visita e a aprendizagem de leigos como eu. E apesar de cada sala ser muito semelhante à anterior (não dá para variar muito entre modelos de aquários, correto?), nunca o é. O chão em frente ao aquário principal convida a que nos sentemos para apreciar as raias espalmadas contra o vidro e os bancos ao longo do percurso assim como o vídeo na sala multimédia obrigam-nos a fugir à correria tão típica das crianças que querem ver tudo num instante tal é a euforia que as envolve.

O Oceanário é um mundo e merece visita não só quando somos crianças mas também quando crescemos. Cada fase da vida será propícia a novas descobertas, histórias e pormenores e cada visita será diferente da anterior. Se visitaram o Oceanário de Lisboa com cinco ou seis anos, regressem e percam-se entre peixinhos e lontras amorosas. O bilhete é caro? Sim. O Oceanário é propício a visitas anuais? Talvez não. Vale a pena? Sem dúvida. O preço do bilhete compensa pela bagagem de conhecimento que nos oferece e por todas as sensações maravilhosas que promove.

Imagem de food, cupcake, and cake

Coisas boas desta vida: "Red Velvet Cupcake" da Spirito.

ESTÁGIO CURRICULAR | A Primeira Entrevista

No final de Outubro fui obrigada a dar corda às sapatilhas. Perante opções pouco interessantes quando comparadas com os meus objetivos profissionais, decidi que iria deixar de lado os protocolos existentes e que iria procurar uma empresa que se enquadrasse realmente naquilo que eu pretendia para mim. Arrisquei. Saí da minha zona de conforto. Fui ambiciosa. Deixei de lado os hotéis, as agências de viagens, as empresas de organização de eventos e os aeroportos e segui a vertente menos tradicional da minha Licenciatura: comecei a procurar empresas mais focadas na área da Comunicação, da Promoção Turística, do Marketing e da Imagem.

Encontrei algumas e decidi começar por contactar aquela que acompanho há mais tempo, que me desperta maior curiosidade e admiração. O máximo que podia acontecer era receber uma resposta negativa, correto? Enviei um email, marcámos uma reunião e saí da empresa com estágio assegurado e menos trinta quilos nos ombros. O sonho.

Eu nunca tinha ido a uma entrevista de emprego ou de estágio e por isso não ia minimamente preparada para as perguntas que me fizeram mas, ao mesmo tempo, acho que foi essa descontração e essa (quase) falta de preparação que me garantiram o lugar: eu respondi com sinceridade e transparência a tudo o que me foi questionado, eu não me armei em carapau de corrida (porque não tinha idealizado respostas politicamente corretas e estava até um pouco ansiosa) e fui honesta: destaquei aquilo que tenho de bom, admiti algumas falhas que quero corrigir e foquei áreas onde quero aprender e evoluir. Eu conhecia a empresa porque acompanho o seu trabalho quase diariamente e não porque estudei intensivamente a sua estrutura e o seu sucesso antes de entrar naqueles escritórios. Eu não inventei respostas nem dei a volta às perguntas. Para o bom e para o mau, eu partilhei a minha personalidade, os meus objetivos e a minha determinação e isso contribuiu para que eu tivesse acesso à oportunidade de trabalhar num projeto que admiro. Não podia estar mais contente.

Imagem de coffee, iphone, and work

Se só pudessem utilizar uma palavra para se descreverem, que palavra escolheriam?

EVENTO | Victoria's Secret Fashion Show 2015

Os anjos regressaram a Nova Iorque no passado dia 10 de Novembro para mais um Victoria's Secret Fashion Show. "Exotic Butterflies", "Boho Psychedelic" "Portrait of an Angel" "Pink USA" "Ice Angels" e "Fireworks" foram os temas escolhidos para este ano e o desfile contou ainda com a presença de Selena Gomez - no segmento Pink -, The Weeknd e Ellie Goulding.

E se o desfile do ano passado me pareceu menos divertido e mais sensual do que os que o antecederam, o desfile deste ano, por outro lado, provocou-me alguma desilusão. O excesso de cor e as modelos escolhidas não foram capazes de me cativar e não acho que os diferentes segmentos tenham resultado bem como um todo. Apesar da criatividade na construção de cada look, senti que a Victoria's Secret tinha perdido aquilo que me fazia gostar verdadeiramente dos desfiles e este espetáculo mais recente não está, de todo, no meu grupo de favoritos. O VSFS é um espectáculo direcionado para as massas mas este ano ficou muito aquém daquilo que eu esperava.

Começo pelo lado negativo: a prestação de Kendall Jenner e de Daniela Braga - completamente desenquadrada do ambiente que a envolvia ao som de Ellie Goulding, no segundo caso -, a concretização prática dos temas escolhidos e as falhas em algumas modelos recém-chegadas - nada parecidas com aquilo que a VS nos tenta demonstrar ano após ano. Por outro lado, numa vertente mais positiva: a prestação de Gigi Hadid no segmento Pink, o destaque dado a Sara Sampaio no seu primeiro desfile como Angel (totalmente merecido!), a sempre fabulosa Adriana Lima, o Fantasy Bra - avaliado em 2 milhões de dólares - que, apesar de não ser dos meus favoritos, encaixava perfeitamente no segmento onde foi exposto e, claro, a confiança de Maria Borges ao ser a primeira modelo da marca a quebrar o padrão do cabelo longo e esvoaçante. No próximo ano será melhor, com certeza. 

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E para o jantar de hoje... Pizza!

SOLIDARIEDADE | Praxe Natalícia Solidária

A Comissão de Praxe de Medicina da Universidade do Minho organizou, durante o último sábado, uma campanha solidária que merece todos os elogios e todo o reconhecimento. Numa tarde, o grupo de alunos esteve na Avenida Central de Braga e conseguiu angariar 625,58€ para a Cáritas Arquidiocesana de Braga e ainda a lista de alimentos que podem ver AQUI.

Na Praxe há espírito de grupo, de sacrifício, de solidariedade, de entre-ajuda, de respeito para com o outro. E se podemos aliar isso aos presépios vivos e aos cânticos que todos conhecemos, animando um pouco o dia das pessoas que fazem compras de Natal, relembrando-as da importância da sua contribuição... Porque não? Parabéns aos alunos de Medicina e a todas as pessoas que contribuíram para uma causa tão nobre como esta. Numa época em que o espírito solidário está ao rubro, fico muito feliz por ver que há alguém que tenta mostrar ao mundo que a Praxe não é só aquilo que as televisões publicitam. Obrigada.

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Qual é o teu carro de sonho?

QUERIDO PAI NATAL | A Lista de 2015

O Gira-Discos. Um Crosley Cruiser, que faz as minhas delícias desde que o descobri e que seria um belo princípio para a colecção de vinis que ando a idealizar há tanto tempo. A cor não importa - desde que não seja cor-de-laranja, verde-lima ou roxo eu fico contente - mas a ideia de ter um objeto moderno a invocar os tempos áureos da música fascina-me. 125,90€ na FNAC.

A Agenda. Da Moleskine. 2016 está aí à porta e com ele traz o fim da agenda que utilizei exaustivamente no último ano e meio. Preta, intemporal, com páginas pautadas para apontamentos, uma bolsa interior e muito espaço para escrever tudo aquilo que é importante (ou não). A agenda semanal no modelo soft é a minha favorita e é a que utilizarei no próximo ano. Deixo a dica. 18,90€ na FNAC.

A Pulseira. Da Pandora. Este é o item que transita de lista em lista, de Natal em Natal, de aniversário em aniversário. E, curiosamente, é o item que nunca chega. Intemporal, fácil de combinar, clássico, simples mas elegante. 59€ na Pandora.

As Velas. Da Yankee Candle, porque são as minhas favoritas e aquelas que nem sempre posso comprar. Fujo sempre aos cheiros doces e florais mas adoro a diversidade de aromas disponíveis, as embalagens - em forma de jarros -, a durabilidade e a criatividade em cada cheirinho disponível. Até agora experimentei duas: a Midsummer's Night e a Clean Cotton e adorei ambas ao ponto de ficar curiosa relativamente às restantes. 12,35€ na RedCotton.

Os Óculos de Sol.
 A minha paixão por acessórios deste tipo é antiga e quem me segue há mais tempo com certeza será capaz de o comprovar. E como há sempre um modelo de óculos na minha lista de Natal, desta vez a escolha recai sobre uns castanhos, com detalhes em metal. 49,95€ na Massimo Dutti.

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Depois de anos e anos de poupança... O MacBook Pro é meu!

EVENTO | "Vamos falar de Turismo?"

Oradores dinâmicos, secretariado organizado, um auditório composto, um coffee-break recheado, uma exposição de fotografia pensada com detalhe... Missão cumprida. O evento correu muito bem, ao ponto de recebermos elogios de pessoas que não estávamos à espera e ao ponto de sermos parabenizados tanto pelos colegas de curso como pelas entidades presentes. É impagável.

Independentemente do resultado da nossa avaliação à unidade curricular de Organização de Eventos, cumprimos tudo aquilo que nos propusemos a fazer: fomos uma equipa, organizámos tudo com detalhe - dos oradores aos certificados, das pilhas do microfone portátil aos patrocinadores -, seguimos com rigor os objetivos do trabalho e o resultado esteve à vista de todos. O "Vamos falar de Turismo?" foi aquilo que queríamos que ele fosse - informal, descontraído, interessante, dinâmico e cativante - e o feedback tem sido muito positivo.

Apesar de não ter ficado particularmente satisfeita com as minhas apresentações - eu fui feita para escrever esses textos, não para falar em público! -, esse foi um sacrifício pessoal em nome da equipa e, numa perspetiva mais abrangente, o "Vamos falar de Turismo?" foi um autêntico sucesso. Se as pessoas que precisam MESMO de sair mais cedo vos pedem desculpa e vos dizem que têm imensa pena de não poderem ouvir as restantes comunicações, então significa que o evento é do seu agrado. Foram dois meses de muito trabalho e alguma pressão mas fico genuinamente feliz por ver um projeto completamente idealizado por nós a sair do papel e a ganhar a forma que nós pretendíamos, com alguns imprevistos e soluções à altura, sem dramas exagerados. Foi muito bom.

Obrigada especialmente ao meu grupo - Maria Vieira, Diogo Antunes, João Mota, Margarida Freitas e Bárbara Machado -, à Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS), aos docentes e funcionários incansáveis, aos nossos convidados, aos patrocinadores - que tornaram isto possível ao nível da imagem e do coffee-break -, a todas as entidades que fizeram questão de estar presentes no nosso auditório e claro, a todos os inscritos, porque sem público não seria a mesma coisa. Ontem falámos de Turismo e as conversas não podiam ter sido mais interessantes e diversificadas. Quem sabe não repetimos, futuramente?


Uma das fotografias presentes na Exposição "5200KM" de Daniel Camacho, fotógrafo e orador convidado.
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Em 2016 a minha família dará as boas-vindas a (mais) dois bebés... Gémeos!

VIDA ACADÉMICA | Vamos Falar de Turismo?

Durante os próximos dias as minhas energias estarão totalmente focadas no "Vamos falar de Turismo?". Porquê? É o meu projeto final para a unidade curricular de Organização de Eventos e o meu nome - assim como o da Universidade e o dos meus colegas de equipa - está em jogo. Pela exposição que dá, pelo contacto direto com pessoas que admiro e pela presença de quem fará parte da minha vida profissional num futuro próximo.

Ainda que à primeira vista possa parecer um evento como muitos outros... Não o é. Estamos habituados a receber informações sobre conferências, apresentações, comunicações e seminários que são sempre mais do mesmo e queríamos fazer algo diferente, algo com que nos pudéssemos identificar e que, ainda assim, cumprisse o requisito do desafio que nos foi lançado: criar um evento direcionado para os alunos da nossa área.

O resultado? Um ciclo de conferências - as quais preferimos apelidar de "conversas" - na óptica do Turista. Sem gráficos, sem estatísticas, sem informações chatas, sem análises financeiras, sem politiquices. Conseguimos reunir um conjunto interessante de pessoas dinâmicas e não podíamos estar mais contentes com o nosso programa final. Nos nossos painéis temos um pouco de tudo sem títulos exagerados: aventureiros, fotografias, empreendedores, blogues, voluntários, projetos que crescem de dia para dia, tecnologia. Se o Turismo é criado para o Turista, porque não abordar a temática pelos olhos de quem o vive todos os dias? Apareçam e, por favor, façam chegar este evento àquele amigo/primo/conhecido que se interessa pelas temáticas que iremos debater no próximo dia 11 de Dezembro!


Mais informações: AQUI

A Inês fez-me uma surpresa e ofereceu-me um presente de Natal antecipado. Muitos corações para esta publicação. Obrigada, miúda!

LISBOA, PORTUGAL | Parque das Nações

Esta é uma das zonas onde mais gosto de passear em Lisboa, sobretudo em dias de sol. Sinto que Lisboa é uma cidade onde as pessoas não aproveitam realmente os dias devido à azáfama do trânsito, das horas de ponta e dos transportes mas parece-me que a zona do Parque das Nações traz alguma calma e tranquilidade ao quotidiano apressado da maioria. E é óptimo!

As tradicionais bandeiras (que precisam desesperadamente de substituição), os bancos às riscas coloridas, a mascote da Expo 98' que todos conhecemos tão bem, a água calma do rio, a ponte Vasco da Gama lá ao fundo, os detalhes e esculturas ao longo do percurso, as famílias que se juntam para almoçar, as crianças que brincam ao sol, os adultos que praticam desporto ao ar livre... Lisboa tem encanto pela sua diversidade e a zona do Parque das Nações é diferente de todas as outras e incrível por isso mesmo. Apesar de não ter grande coisa para ver - turisticamente falando -, é uma área que não deixo de visitar. Ficam as fotografias:

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Precisei de chegar ao último ano para ter um Professor que envia os slides imediatamente a seguir à aula.

INSTAGRAM | @cupofcouple

Mike e Gabriel são dois apaixonados por fotografia que sabem o que fazem e que nos levam a viajar em cada publicação. @cupofcouple é uma conta que recomendo. Sempre. Pelas cores, pelas luzes, pelas silhuetas, pelos espaços, pelos elementos que nos são apresentados, pelas inspirações. A composição de cada imagem é pensada com detalhe e o resultado é absolutamente fascinante. Para quem gosta de viagens, lugares bonitos e imagens criativas, esta é uma conta de acompanhamento obrigatório. Capitais europeias, ilhas paradisíacas, cidades icónicas, recantos desconhecidos. @cupofcouple é um mundo para descobrir com atenção, calma e cuidado. 

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O mundo divide-se entre as pessoas que dizem "fila" e as que dizem "bicha".