INSTAGRAM | Abril 2016

Abril foi um mês muito longo e de muito trabalho. Foi o meu primeiro mês como trabalhadora (estagiária!) a tempo inteiro e eu noto uma diferença abismal na minha postura e forma de estar e de encarar a vida e os pequeninos momentos do meu quotidiano. Abril foi, sobretudo, um mês de emoções contraditórias e sentimentos paradoxais. E se tivesse que escolher uma palavra para definir este mês, provavelmente escolheria "aprendizagem".

Em Abril, no meio de dias solarengos, tempestades, casacos menos pesados, guarda-chuvas e cores alegres, eu testei de forma intensa, assustadora e brusca os limites da minha ansiedade. E, por outro lado, eu senti-me positivamente desafiada a nível profissional, celebrei o segundo aniversário de namoro com o Gui, comprei peças de roupa únicas e acessórios irreverentes, preparei uma surpresa, estive presente apenas numa Praxe (o temível Julgamento) e arrumei o Traje com a certeza de que só o voltarei a vestir nos momentos solenes e de emoções fortes.

Em Abril recebi as minhas Fitas de Finalista, acompanhei os meus Afilhados na compra do Traje, fiz uma sessão fotográfica, celebrei alguns aniversários de pessoas que me são muito queridas, recebi a notícia de que tinha feito todas as cadeiras da Licenciatura de forma limpa, comecei a sentir-me verdadeiramente Finalista e fiz planos para o próximo mês, que se avizinha a passos largos atarefado e cheio de sentimento. Abril voltou a provar-me que não sou capaz de viver uma vida monótona e eu mal posso esperar pela azáfama de Maio!


Vestidos e sapatos para os dois casamentos que se aproximam: check!

SWEET CAROLINE | Vida Offline

Passo os meus dias rodeada por computadores, iPads, smartphones, sites, compras online e redes sociais e, honestamente, nunca me tinha sentido tão desligada do mundo digital. Profissionalmente sou obrigada a rodear-me de dispositivos eletrónicos mas, a nível pessoal, a história é outra. E eu acho fantástico!

Quando comecei o Estágio esqueci um pouco (ou muito, vá) o blogue, o telemóvel, as aplicações, as fotografias infinitas. E agora que o meu smartphone avariou de vez e eu regressei ao meu velhinho Nokia - de teclas, como já não se vê - sinto-me menos presa às minhas redes sociais. Não posso fotografar tão espontaneamente, é certo - e essa é uma graaaande desvantagem para mim - mas acredito que a lista de pontos positivos seja mais comprida do que a lista de pontos negativos.

Vivo mais, com maior intensidade. E durmo melhor também. Aproveito mais o sol e as conversas, saboreio os gelados sem que eles derretam, tenho uma rotina mais regrada no que diz respeito a redes sociais, telemóveis e computadores. E sinto-me diferente comigo mesma também apesar de, muitas vezes, desejar partilhar alguns detalhes bonitos convosco.


Quero muito que este blogue me acompanhe nas futuras etapas da minha vida. 

ESTÁGIO CURRICULAR | Do Outro Lado da Lente

Apesar de ser algo relativamente recente, o meu estágio já me trouxe muitas coisas positivas, uma dose generosa de conhecimentos e uma quantidade significativa de oportunidades que não teria doutra forma mas, confesso, nunca pensei que o meu novo ambiente longe da Faculdade me trouxesse também um desafio tão distante da minha zona de conforto.

Na passada sexta-feira, fui fotografada por uma marca que admiro de coração - e que, infelizmente, ainda não está ao meu alcance. Não fui escolhida pelas minhas habilidades de modelo, obviamente, mas foi um convite tão inesperado e descontraído que não tive coragem de recusar. Quem diria, certo? Quão fantástico é trabalhar numa empresa que nos desafia duma maneira única e que nos faz sentir confortáveis nas mais diversas situações?

O meu estágio está a ser altamente enriquecedor a muitos níveis e esta sessão fotográfica tão surpreendente e inesperada só prova o quão diversificada é a empresa que escolhi. Não trabalho diretamente com a marca em questão mas confesso: gostei de deixar uma pequenina pegada no seu caminho (especialmente por ser apenas uma simples estagiária que terá saudades daquele sexto andar daqui a uns meses). O resultado da sessão sairá daqui a uns tempos e eu espero que seja suficientemente giro para ser utilizado com o propósito inicial.


Ser Madrinha também é ajudar os Afilhados na compra do Traje e exigir-lhes que saibam todas as regras que o acompanham.

APLICAÇÃO | Gamblr

Uma parte do meu trabalho consiste em atualizar e gerir redes sociais e uma vez que o meu telemóvel avariou repentinamente, fui forçada a encontrar uma solução que me permitisse fazer o meu trabalho sem recorrer a um smartphone. Solução para o Instagram: Gamblr - um programa que instalamos no computador mas que funciona no browser, como se se tratasse de uma aplicação convencional criada para dispositivos móveis.

O Gamblr serve para publicarmos fotografias - com a vantagem da mudança de conta já permitida pela aplicação original - sem o apoio dum tablet ou dum smartphone. Com uma vantagem ainda maior: é possível agendar as publicações; as fotografias - que podemos editar - serão publicadas automaticamente na hora que pretendemos desde que o computador esteja ligado e conectado a uma rede. 

Pessoalmente tento que as minhas redes sociais acompanhem o reboliço e a tranquilidade da minha vida e não gosto de recorrer a publicações agendadas. No entanto, em termos profissionais, vejo nesta aplicação uma mina de ouro porque me permite gerir com maior facilidade a quantidade de trabalho que desenvolvo diariamente, várias vezes por dia. Não utilizo todas as suas funcionalidades - nem tento sequer percebê-las porque não tenho qualquer interesse nelas - mas fiquei fã da vantagem profissional que me proporciona e continuarei a utilizar com frequência. 


Facto: eu gosto de segundas-feiras.

AMOR | Parabéns! Parabéns!

Eu repito-me sempre que tento escrever para - ou sobre - ele e sinto que o evito muitas vezes aqui no blogue porque há coisas que devem ficar só para mim e porque há momentos e histórias que não devem ser partilhadas com o mundo. E depois de ter deixado passar a primeira data - não por superstição mas porque quis que fosse um momento só nosso, tamanha a sua importância - achei que não devia fazê-lo neste segundo aniversário. Estou sempre a dizer que o meu blogue regista memórias e momentos importantes e, numa fase de ocupações e muito trabalho, o dia 18 de Abril merece um destaque especial.

E apesar de saber que tenho aqui uma oportunidade fantástica para focar muitos outros sentimentos bonitos, eu quero mesmo destacar a gratidão que sinto todos os dias. Porque não há nada melhor do que sentir-me grata perante todos os momentos que vivemos juntos, discussões, desafios, parvoíces, apoio, coragem, cartas de amor, conversas, brincadeiras, viagens de carro, fotografias e serenatas improvisadas. Hoje sei que tenho no Gui alguém generoso que me desafia a ser melhor, que é insuportável na medida certa e paciente o suficiente para me amar em todas as etapas e semanas difíceis, que me aconselha, que me transmite calma e tranquilidade, que acredita em mim mesmo quando eu duvido das minhas próprias capacidades, que está presente mesmo quando não pode estar fisicamente a meu lado... E isso é incrível e mágico.

Por tudo o que vivi a seu lado até hoje, por tudo o que aprendi, por todas as gargalhadas, por todos os abraços e mimos, por todos os presentes que não podem ser comprados mas que eu recebo todos os dias... eu sinto-me grata. No dia em que celebramos o nosso segundo aniversário, faz sentido dizê-lo mais uma vez - obrigada. E que a cumplicidade expressa nesta fotografia seja maior do que as adversidades que o mundo nos impõe.


Fotografia: Ângela.

É oficial: a Zara vai levar-me à falência. Quero!

ALIMENTAÇÃO | Bira dos Namorados

Quando o Bira dos Namorados abriu e eu e o Gui decidimos ir lá almoçar, ficámos extremamente desiludidos com a experiência. O pão do hambúrguer era massudo, a carne não era nada de especial, o atendimento era lento e a conta pareceu-nos abusiva para a qualidade dos produtos que nos foram apresentados. O espaço tinha um conceito engraçado e uma decoração cuidada e quase rústica mas, no geral, não ficámos convencidos e duvidámos do seu sucesso a longo prazo.

Contudo, este mês regressei ao Bira dos Namorados para um jantar de aniversário e tenho que dar o braço a torcer: adorei a experiência e notei uma melhoria significativa na qualidade dos pratos. O hambúrguer estava delicioso, o atendimento foi eficiente e o espaço continua impecável. 

O Bira dos Namorados divide-se em três zonas - hamburgueria/pregaria, café concerto e loja artesanal - e a sua decoração, preocupada com os detalhes e focada nas tradições portuguesas, completa perfeitamente a ementa temática (todos os pratos têm nomes relacionados com Dança e Instrumentos Musicais). Existem hambúrgueres de vaca e hambúrgueres  de frango e todos são acompanhados por salada (que eu dispensei) e por uma combinação de batatas fritas normais e doces. Optei pelo Dança dos Pequenotes, personalizando-o ao meu gosto, e fiquei agradavelmente surpreendida com o tamanho da dose. Saí do Bira dos Namorados totalmente satisfeita e com vontade de regressar; há espaços que merecem mais do que uma oportunidade.


Vou querer coisas assim originais (e úteis!) na minha futura casa.

SOFTWARE | Boonzi Light

Lembram-se de vos ter falado no Boonzi? Escrevi sobre este programa de gestão financeira no início de 2014 depois de o ter utilizado durante dois meses mas hoje trago-vos uma novidade: agora, para além dos 30 dias de teste, o Boonzi disponibiliza o Boonzi Light, uma versão totalmente gratuita que, apesar de ter algumas limitações comparativamente à versão Desktop, tem as funções básicas e promete ajudar-nos a todos nesta tarefa complicada. Gerir dinheiro e organizar uma vida de adulto com despesas e receitas não é fácil mas o Boonzi torna tudo mais simples. Não é por acaso que o utilizo desde 2013, como devem imaginar!

Nesta versão do Boonzi há anúncios publicitários e não é possível criar orçamentos mas todas as funções mais simples estão garantidas e o Boonzi não perde as suas principais valências. O processo para terem o software gratuito no vosso computador é simples: basta irem ao site do Boonzi e descarregarem a versão de teste. Depois de o instalarem, terão 30 dias para experimentar o programa na sua versão mais completa (sem anúncios e com a possibilidade de criação de orçamentos) e, no fim desse período, caso não queiram utilizar a versão paga, o Boonzi Light é ativado automaticamente. Aproveitem!


Publicação escrita em parceria com o Boonzi.

Palmas para o João Oliveira!

SOLIDARIEDADE | Eu Ajudo

Em Abril, em vez de selecionar apenas um projeto - e tenho tantos para partilhar! - escrevo sobre uma plataforma que reúne um número significativo de organizações que merecem todo o apoio. Hoje, o destaque vai para a Rádio Comercial que, há uns meses, criou uma plataforma inteiramente dedicada à Solidariedade. Chama-se "Eu Ajudo" e converge em si os mais diversos projetos e associações.

Acredito honestamente que o povo português é genuíno e solidário e que tem um particular gosto em ajudar o próximo. Mas nos últimos meses - sobretudo desde que promovemos o "Vamos falar de Turismo?" - percebi que a dificuldade não está propriamente em levantar o rabo do sofá e fazer a diferença. Na verdade, percebi que a parte difícil é arranjar uma forma de ajudar que se compatibilize com as rotinas de quem tem interesse em fazê-lo e, mais do que isso, descobrir qual a associação que, dentro de uma determinada área geográfica, melhor se enquadra na disponibilidade de quem quer dar um pouco daquilo que tem, seja um donativo ou uma dose de tempo. 

A plataforma "Eu Ajudo" vem colmatar essa falha e reúne um conjunto de projetos focados nas mais diversas causas. Se clicarem num deles, serão automaticamente direcionados para outra página (que pode ser criada pela própria Rádio ou não) onde encontrarão uma breve descrição da sua forma de atuar e alguma informação mais detalhada relativamente aos apoios que procura e aceita neste momento. Já conheciam? Quem ajuda?


À semelhança do que aconteceu no ano passado, faz sentido promover uma versão do Tempo de Antena, inteiramente dedicada ao Ensino Superior?

LUCKY 13 | Ponto da Situação

Estou numa fase complicada aqui no blogue. Não por falta de tempo - porque já não tenho que preparar apresentações ou estudar para frequências apesar de ter um horário muito mais intenso e uma agenda mais adulta - mas porque sinto que já disse tudo o que tinha para dizer, porque algumas publicações me parecem totalmente irrelevantes e porque, depois de vários anos a desempenhar este papel, me parece que já vi de tudo, que já participei em tudo, que já criei tudo. Neste momento - e dado que passo o dia a escrever sobre lugares bonitos - espero apenas que a minha disponibilidade para atualizar o blogue se altere completamente. Até lá, espero que continuem desse lado e que nunca coloque em cima da mesa a opção de colocar um ponto final ao L13.


Cada vez arrisco mais na minha forma de vestir e este colar - totalmente diferente de todos os que tinha - é mais uma prova disso.

TURISMO | "O Turismo está a estragar Lisboa"

"Com o boom turístico, Lisboa está a tornar-se uma paródia dela própria, uma caricatura de sardinhas, corvos, azulejos e pastéis de nata."

É esta a frase destacada num artigo do Observador que visa alertar os leitores para a perda de autenticidade na Capital Portuguesa. Intitulado de "O Turismo está a estragar Lisboa", o artigo foca a crescente procura turística, o aumento do número de estabelecimentos hoteleiros, as alterações nas ementas dos restaurantes e as inovações que cativam novos públicos. E depois duma leitura atenta, eu pergunto: serão essas alterações tão negativas assim? Adaptar a oferta à procura será uma atitude tão demoníaca como a pintam?

Sou a primeira a defender a preservação do património - material ou imaterial - mas também estou consciente dos números, das necessidades, dos impactos positivos que o Turismo acarreta para uma cidade como Lisboa. Nunca tinha lido nada da Lucy Pepper - nem nunca tinha ouvido falar nela! - mas a vontade de repetir a dose não é muita. Percebi o que a colunista queria exprimir mas acho que escolheu as palavras erradas para o fazer e confesso que fiquei até indignada com alguns dos exemplos que selecionou. Este artigo não faz sentido e remete-nos para algo que escuto tantas vezes: o ser humano nunca está bem com aquilo que tem.

O Turismo é a maior fonte de exportações em Portugal, é uma atividade geradora de emprego e assume-se como um setor decisivo para o sucesso económico do país. Seria absurdo não aproveitar recursos numa cidade tão completa como Lisboa, num país tão versátil como o nosso. Quantos negócios relacionados com a atividade turística vieram ajudar a recuperar os prédios degradados dos centros históricos? Quantas pessoas trabalham no setor (direta ou indiretamente)? Quantas marcas vivem à custa do Turismo?

Nem tudo é um mar de rosas nesta área, é verdade - e acho que foi mais nesse sentido que o artigo foi escrito - mas, no geral, uma Lisboa conhecida, apelativa e visitada é muito mais vantajosa do que uma Lisboa que sobrevive à custa dos seus residentes, que não se internacionaliza e que estagna no tempo e deixa degradar os seus bairros. É preciso conta, peso e medida mas é fantástico passear pelas cidades portuguesas e ver o reconhecimento do seu valor nos mapas que os turistas consultam atentamente.


O mundo é um lugar bonito quando partilhamos silêncios confortáveis com a pessoa que temos ao nosso lado.

ALIMENTAÇÃO | Para o Lanche de Domingo

Quando alterámos o aspeto geral do blogue, houve publicações que ficaram desformatadas e, por falta de paciência para as reorganizar, decidi eliminá-las definitivamente. A publicação com a receita dos crepes foi uma delas e, num domingo chuvoso, decidi recuperá-la, a tempo do lanche ou dum jantar mais leve (tudo depende dos ingredientes que acrescentarem à base do crepe).

Ingredientes: 2 ovos, 250g de farinha, 0,5l de leite, 1 colher de sopa de manteiga, 1 pitada de sal.

Modo de Preparação: Peneira a farinha com o sal para uma tigela grande. Junta os ovos e mistura tudo. Adiciona o leite, a pouco e pouco, e mexe ininterruptamente até obteres uma massa homogénea. Junta a manteiga derretida e bate a massa até esta estar mais macia e espessa. Se puderes, deixa repousar durante uma hora e, depois disso, coloca um pouco de óleo (ou manteiga) numa frigideira e frita a massa em porções individuais (dos dois lados). Coloca açúcar e canela, nutella, fruta, gelado, queijo e fiambre, frango, caramelo, compota (...) e delicia-te! Não podia ser mais simples, correto?


Ir às compras traduz-se numa subida exponencial da minha auto-estima.

VIDA ACADÉMICA | O Ano de Transição

Na minha Faculdade e no meu Código de Praxe há, para além de todas as leis essenciais, uma regra que me parece extremamente pertinente: existe um ano de transição entre a nossa primeira Praxe e o momento em que damos a primeira ordem ou exigimos um cumprimento. Existe um ano que nos ajuda a definir que tipo de praxistas queremos ser e que nos livra das ilusões. Quando chega a hora de praxar, o negro não nos tolda o discernimento.

No segundo ano - ou com duas matrículas, como preferirem - não podemos praxar nem apadrinhar. Estamos numa posição neutra: já não somos caloiros mas também não somos verdadeiros Doutores. Trajamos e damos algum apoio - acompanhamos caloiros em caso de necessidade, ajudamos na organização das atividades - mas não estabelecemos regras nem damos ordens, apenas pintamos as caras dos caloiros. É um ano de aprendizagem.

E fico surpreendida por isso não ser algo usual na maioria das faculdades. Nos casos que conheço - e corrijam-me se estiver errada! - 1) os alunos de segundo ano afastam-se totalmente da Praxe (ficam apenas responsáveis pelo Cortejo e criam uma Comissão de Festas que garante as atividades e merchandising de curso) ou 2) ficam automaticamente habilitados a Praxar. Não existe um ano neutro, não existe um meio-termo; ou ficam de fora ou passam imediatamente para o outro lado, sem refletirem sobre as pessoas que querem ser, sem aprenderem com os erros dos outros, sem conhecerem outras perspetivas, sem observarem calmamente aquilo que se passa à sua volta (longe da pressão de ter que gritar (ainda) mais alto e longe do peso da responsabilidade que uma Comissão de Praxe acarreta).

Pessoalmente - e baseando-me na minha experiência pessoal -, parece-me que este ano de transição faz todo o sentido. É certo que nem toda a gente o aproveita e também é verdade que nem toda a gente lhe reconhece utilidade - são outros quinhentos! - mas eu considero-o extremamente pertinente e, no meu caso, acredito que tenha servido o seu propósito: foi o ano em que mais aprendi e o ano em que descobri o que queria mudar quando chegasse a minha vez.


Coisas boas desta vida: não sentir que o blogue é uma obrigação.

QUERIDO PAI NATAL | Josefinas Audrey

"If you can dream it, you can make it." é o slogan que as acompanha e, inspiradas em Audrey Hepburn, as Josefinas Audrey traduzem exatamente aquilo que associamos a tal personalidade icónica: elegância, beleza, feminilidade, graciosidade. A sua confecção demora quatro semanas e isso vê-se em cada detalhe e material; cada pérola verdadeira é cuidadosamente selecionada e costurada por mestres sapateiros que conhecem a arte do calçado como ninguém e o resultado é o par de sapatos intemporal que vos apresento hoje. Os 620€ não estão ao meu alcance mas estas sabrinas são tão amorosas que não podia deixar de as partilhar convosco. Se entretanto alguém quiser oferecer-me umas... calço o 37!