AVEIRO, PORTUGAL | Uma Experiência Odisseias

No mês passado fiz uma compra através do site da Odisseias e fiquei extremamente satisfeita com o serviço prestado. Todo o processo foi intuitivo e simples e, na hora da experiência (durante o último fim de semana, em Aveiro) tudo correu bem - não houve falhas quanto às reservas ou aos pagamentos e não tenho nada de negativo para apontar: apesar da minha hesitação inicial, percebi que o meu medo era irracional; a Odisseias é de confiança e oferece segurança durante todo o processo de compra e experiência. Fiquei fã - e ninguém me pagou para dizer isto.

Estou sempre à procura de desvios na rotina e de experiências que promovam memórias bonitas e talvez por isso me tenha lembrado da Odisseias quando comecei a procurar o presente ideal para o Gui - identifico-me com o conceito da empresa e sabia que ia encontrar preços convidativos. Não estava enganada e acabei por selecionar esta promoção.

Depois de ler com atenção todas as condições, liguei para o Aveiro City Lodge a efetuar uma pré-reserva - estávamos limitados pelo trabalho, pela Faculdade, pelos aniversários e pelos casamentos que já tínhamos na agenda e, se não o fizesse, poderia não haver quarto nas datas que pretendíamos (anotem esta dica!). Fiz a compra, recebi o voucher juntamente com a referência multibanco e, assim que efetuei o pagamento, recebi a confirmação instantânea de que estava tudo pago e em ordem. Perfeito. Quando saí do trabalho voltei a ligar para o Aveiro City Lodge a confirmar a reserva referindo o número do meu voucher e no dia seguinte tudo estava marcado: o voucher tinha sido validado pelo Aveiro City Lodge e pela Odisseias e Aveiro estava pronta para nos receber. Não podia ter sido mais simples ou cómodo.


Mais sobre Aveiro: A DOIS

Eu não poderei estar presente mas fico à espera das vossas publicações e fotografias! Quem vai?

INSTAGRAM | Maio 2016

Maio é o mês mais académico de todos. E, como Finalista que sou, só faria sentido aproveitá-lo ao máximo com as pessoas que me acompanharam ao longo dos últimos três anos. No entanto, Maio foi muito mais do que isso. Maio foi longo, intenso, especial. Maio foi muito mais do que aquilo que eu pensava que ia ser.

Para além do Enterro da Gata, das Serenatas, do Traçar da Capa da Afilhada, das Tunas, das Fitas de Finalista e das camisolas de curso, Maio trouxe-me uma garantia de Estágio Profissional, uma capa rasgada ao meio, o lançamento das Josefinas Marie Antoinette, a Taça de Portugal, a Braga Romana, o pão com chouriço em forno de lenha, um casamento muito especial e um fim-de-semana diferente em Aveiro.

E, como se não bastasse, Maio provou-me algo muito importante: todos os dias sou desafiada a sair da minha zona de conforto e, apesar da ansiedade, consigo apresentar resultados e ser bem sucedida. O discurso que fiz como representante de curso na Cerimónia de Imposição de Insígnias, as tarefas que me têm sido pedidas no Estágio, a minha forma de vestir... No fim de um mês atarefado e complexo, eu sinto orgulho em mim própria e naquilo que tenho vindo a construir. 2016 está a ser um ano especial e faz todo o sentido continuar a registá-lo no L13.


Espera-me uma semana muiiiiito complicada. Desejem-me sorte!

AVEIRO, PORTUGAL | A Dois

Uma escapadinha a dois, num fim de semana calmo que se revelou uma verdadeira lufada de ar fresco entre meses intensos, com grandes responsabilidades e muito trabalho para ambos. Aveiro recebeu-nos com amor e despediu-se com saudade e nós regressámos a Braga com a energia renovada e uma força extra para a semana trabalhosa que se avizinha. Estávamos a precisar.

Aveiro é uma cidade muito bonita e eu sentia que nunca a tinha explorado como ela merecia por privilegiar sempre os destinos mais distantes. Por isso, quando surgiu a oportunidade e o site da Odisseias nos mostrou uma promoção aliciante, arriscámos e fizemos a reserva em jeito de comemoração pelo nosso segundo aniversário. Portugal tem lugares fabulosos para conhecer e explorar e, aqui tão pertinho, Aveiro ainda não nos tinha recebido com tranquilidade. Regressamos agora ao trabalho com vontade de ficar mais um pouco na "Veneza Portuguesa" e espero, ao longo dos próximos dias, partilhar alguns momentos convosco. Viajamos juntos, uma vez mais?


Quando são os nossos amigos a casar, o convite tem um impacto diferente.

SOLIDARIEDADE | A Patrícia Corre Contra o Cancro

No próximo dia 16 de Julho, a Patrícia do The Juicy Glambition vai a Manchester para uma corrida contra o cancro. E, em memória da mãe que perdeu há oito anos, a Patrícia está a fazer uma angariação de fundos para reunir algum dinheiro que fará a diferença na investigação contra a doença. O objetivo é não ficar apenas pela corrida e angariar £200 que poderão ajudar outras pessoas nesta batalha. Se quiserem e puderem fazer uma doação para a causa da Patrícia e de muitas outras pessoas, façam-no através deste link. O mundo precisa de mais Patrícias.


Não ter que me questionar sobre o que vai acontecer "depois do Estágio" é uma dádiva. Estou extremamente grata pela confiança.

AMOR | Viagens a Dois

Sempre disse que não seria capaz de viver com alguém com quem não fosse capaz de viajar. E a verdade é que esse era o meu maior medo antes de viajar para Londres com o Gui há mais de um ano: se a viagem corresse mal, eu não seria capaz de imaginar uma rotina a seu lado. Afinal, como poderia sequer imaginar-nos num apartamento exclusivamente nosso se não fosse feliz durante os dias de viagem? A relação estaria, à partida, condenada. 

E apesar de uma viagem feliz não nos garantir o mesmo sucesso numa casa partilhada - porque ambientes diferentes proporcionam-nos reações e atitudes distintas e nada na vida nos está garantido -, acredito que possa dizer muito - ou tudo - quando corre mal e promove zangas constantes.

Eu sei que se a nossa viagem a Londres tivesse sido um desastre, eu não colocaria em cima da mesa a hipótese de sair à descoberta do mundo com o Gui e muito menos continuaria a defender a possibilidade de vivermos juntos. Deixaria de fazer sentido. Repito: uma viagem bem sucedida não traduz necessariamente a compatibilidade necessária para uma vida a dois fora da casa dos pais mas pode ajudar-nos a eliminar todas as ilusões e a esquecer os planos que tínhamos criado.


Obrigada pelo tweet que despoletou esta publicação, Inês.

A nossa visita a Aveiro está quase aí. Alguém tem dicas, sugestões ou recomendações?

SAÚDE | "Não é normal!!"

Um dos meus maiores erros foi achar, durante tempo a mais, que aquilo que eu sentia era normal. Não era. Não é. Andei demasiado tempo a arranjar desculpas, a ignorar as situações, a mentalizar-me que sentir aquilo que eu sentia era normal. A respiração pesada, a preocupação excessiva, o coração a mil... Nada disso é normal mas eu tentava crer que sim. E por muito que me custe admiti-lo, demorei um pouco a perceber a barreira que estava a construir. Se não me tivesse apercebido disto, nunca teria procurado ajuda, nunca teria escrito sobre problemas de ansiedade e ataques de pânico, nunca teria tentado resolver a situação.

Sem dar conta, eu criei um mecanismo de defesa que me protegia do ataque de pânico sempre que a ansiedade dava o alerta. Porém, hoje sei que mentalizar-me de que aquilo era normal foi o meu primeiro erro. Apesar das reações do organismo serem naturais, os problemas de ansiedade não são normais - nem podem ser! - e nenhum de nós - independentemente de os possuirmos ou de conhecermos alguém nessa luta - pode crer que sim. Repito: é um erro.



50 anos depois... a Taça regressou a Braga!

ATUALIDADE | O Financiamento do Ensino Privado

Eu estudei num colégio durante vários anos e ainda assim concordo plenamente com o corte nos subsídios e apoios ao Privado. Se há escolas públicas sem alunos e se há condições para acolher alunos provenientes de famílias com menores possibilidades, o apoio estatal ao Privado deixa de fazer sentido. As escolas privadas são privadas por alguma razão, certo?

Durante toda a minha vida vi bolsas de estudo, apoios e subsídios a serem atribuídos a pessoas que não precisavam deles. Frequentei um colégio até ao fim do Ensino Básico e estudei numa escola pública durante o Ensino Secundário e em ambos os casos fiquei indignada com a atribuição desses valores. Porque quem precisava realmente do apoio dificilmente tinha acesso a ele e porque aqueles que tinham maiores possibilidades arranjavam sempre forma de dar a volta à Lei. Em nenhuma das realidades a minha Educação ficou comprometida ou condicionada - ambas fizeram sentido para mim e para a minha família no momento em que as vivi - mas em ambas havia um denominador comum: a atribuição das bolsas de estudo foi (quase) sempre uma palhaçada. 

Os meus pais sempre foram cuidadosos ao ponto de não deixarem as dificuldades financeiras influenciarem a minha Educação e eu estou-lhes eternamente grata por isso. No entanto, também estou grata por um valor que, entre muitos outros, sempre fizeram questão de me transmitir: não compramos coisas que não temos condições para pagar. Porque a vida é assim - mesmo que nos pareça injusta. E nem toda a gente tem acesso às mesmas marcas, às mesmas casas, aos mesmos estilos de vida, aos mesmos carros, às mesmas escolas. Uns escolhem o Público porque querem, outros frequentam-no porque não têm outra opção. Contudo, quem escolhe o Ensino Privado não pode esperar apoios estatais. Os casais cujos filhos estudam no Ensino Público não podem ser forçados a apoiar, também, os alunos do Privado.


A Carolina e as Josefinas estão no site da revista Máxima!

AMOR | Casamento: Sim ou Não?

Assim de repente... não. Consigo pensar em mil e uma outras formas de gastar a quantidade de dinheiro que gastaria num casamento. Não sendo muito - ou pouco - religiosa e desvalorizando um pouco as burocracias que um casamento envolve, vejo uma única vantagem num casamento: festejar. E, curiosamente, não tenho vontade de gastar milhares e milhares de euros numa celebração que facilmente pode ser substituída pela felicidade de encontrar a casa ideal, pela possibilidade de fazer a viagem dos nossos sonhos ou pelo conforto de comer pizza e jogar playstation num T0 que representa muito mais do que isso. Casar não é (nunca foi!) um objetivo de vida para mim ainda que não exclua totalmente a possibilidade de o fazer.

É um facto: adoro casamentos e fico felicíssima sempre que sou convidada para um - é uma honra acompanhar as minhas pessoas num evento que representa o início de uma etapa tão importante para elas - porém, no meu caso, não me parece algo essencial. Se algum dia eu subir a um altar com os olhos do mundo postos em mim, será porque essa celebração representa um passo muito importante para a pessoa que tenho ao meu lado. E como dizer que não quando é tão importante para ele e uma vez que gosto tanto de casamentos e desculpas para me arranjar um bocadinho mais? Simplesmente não é uma prioridade (da mesma forma como é um objetivo de vida para muita gente). Se fizer sentido quando chegar a hora, ver-me-ão vestida de branco. Todavia, serei igualmente feliz se viver numa casa à qual poderei chamar de nossa sem passar pelo processo de assinaturas - porque essa sim, é a minha prioridade nesta aventura da vida a dois.


Qual é a vossa opinião? A blogosfera portuguesa está, ou não, perto do fim?

EVENTO | Serenata à Cidade de Braga

Ontem à noite, lá estávamos nós em frente à Sé de Braga para um dos momentos mais bonitos de todo o FITU: a Serenata à Cidade. O FITU Bracara Avgvsta - realizado pela Tuna Universitária do Minho - acontece este fim-de-semana no Theatro Circo (é preciso falar na beleza desta sala de espectáculos?) e ainda que não possa estar presente na edição deste ano (choramos juntos?), fiz questão de assistir à Serenata que me diz tanto.

Sinto que as pessoas cada vez (se) respeitam menos e que cada vez valorizam menos as Serenatas que dão vida - e sentimento - à cidade mas, ao mesmo tempo, não consigo deixar de ir e de me emocionar. É impossível não ficar de coração apertadinho enquanto aprecio as canções e o som das guitarras. As Serenatas são uma das tradições mais amorosas e especiais da vida académica e têm um encanto tão peculiar e inesquecível que não há como falhar. É sempre bonito e especial.


Se puderem, assistam às duas noites de espectáculo. O FITU vale muito a pena!

O mundo divide-se entre as pessoas que têm e as que não têm anel de curso.

INSTAGRAM | @bragacool @lisboacool @newyorkcool_

Os sites que estão associados a estas páginas não são novidade por aqui mas as belezas de Braga, Lisboa e Nova Iorque também estão no Instagram. Porque não partilhá-las convosco? Sabiam que o conteúdo é, maioritariamente, criado por pessoas que nada têm a ver com os projetos? É verdade, o @bragacool, o @lisboacool e o @newyorkcool_, para além do conteúdo original, partilham as melhores fotografias das três cidades concedendo os devidos créditos aos seus autores.

Enquanto que o site não aceita conteúdo de terceiros, os perfis no Instagram homenageiam as pessoas que vivem cada uma destas cidades duma forma única e que registam os seus cantos e recantos da forma mais bonita e genuína. Apesar de ser suspeita, garanto-vos: imagens bonitas não faltam e tenho a certeza que servirão de inspiração nas vossas próximas viagens!


E depois de sete noitadas no Enterro da Gata... a despedida de solteira da Joana!

ESTÁGIO CURRICULAR | Factos Giros Sobre a Empresa

Reunião geral é sinónimo de lanche. Uma vez por mês há uma reunião geral que reúne todos os projetos, todos os departamentos e todas as equipas. É uma forma de estarmos sempre a par daquilo que se vai criando - especialmente nos projetos que não recebem a nossa colaboração -, dos negócios mais recentes, das novidades, dos objetivos e prioridades. E quando há reunião geral, há um lanche à altura com tudo o que podemos imaginar.

O conhecimento vale ouro. E isso é comprovado com um simples facto: semanalmente, há uma tarde que podemos utilizar para formação. Somos incentivados a partilhar os nossos conhecimentos com o resto da equipa, a preparar formações sobre temas que dominamos, a alargar os nossos horizontes em temáticas que não nos dizem assim tanto. A empresa onde escolhi estagiar aposta MESMO nas pessoas que ali trabalham e na sua formação e isso fascina-me. Tenho cada vez mais vontade de aprender e de aproveitar as oportunidades!

Um livro por mês. Quando me disseram que podíamos comprar um livro por mês através da empresa, eu não acreditei (desvantagens de trabalhar num ambiente descontraído onde há partidas  e piadas a torto e a direito) mas faz sentido numa empresa que se preocupa nitidamente com a formação e os conhecimentos globais e específicos dos seus colaboradores, correto? 

As saudades vão ter que esperar. Há uns tempos perguntaram-me se gostava de ficar na empresa depois do estágio, se preferia continuar a estudar, se podia conciliar as duas coisas, se tinha outros planos em mente... E eu fiquei tão contente e surpreendida com a oportunidade que nem quis acreditar! Não podia estar mais feliz e orgulhosa do meu trabalho até então e sinto que ainda posso evoluir, aprender e crescer muito.


Tudo a postos para a última noite do Enterro da Gata?

AMOR | A Maior Honra

No dia em que trajei pela primeira vez, o Gui pediu-me que rasgasse ao meio a sua capa. Recusei. Por muito que gostasse dele, pareceu-me precipitado. Por muito que quisesse acreditar que sim, não sabia se ia correr bem, se íamos ser capazes de ultrapassar as adversidades. Preferi ser racional e salvaguardar o Traje dele da mesma forma como protegi o meu semana após semana. Não me arrependo.

Contudo, dois anos mais tarde, depois de tantos altos e baixos, pareceu-me (ou pareceu-nos) inevitável. Rasgámos a capa um do outro com cuidado - e com a emoção à flor da pele! - antes daquele que foi o nosso último Cortejo e não podia ter sido um momento mais bonito ou íntimo. Com a nossa Faculdade do coração como pano de fundo no espaço onde se realizou a nossa primeira Praxe e um pedido recíproco que nada teve de impulsivo, estes rasgões que trazemos hoje nas costas são a maior prova deste amor que nos move. Independentemente do que acontecerá daqui em diante - e eu acredito que o melhor está ainda para vir - estou infinitamente grata pela pessoa que tenho ao meu lado e não consigo pensar numa forma mais genuína de o demonstrar. Há coisas que não se explicam. E este amor é tão sagrado como a minha capa negra. Obrigada.


O mundo divide-se entre as pessoas que dizem "favorito" e as que dizem "preferido".

GUARDA-ROUPA | Josefinas Marie Antoinette

"Os tons de branco, azul, cinza e rosa são tão vívidos que até o som de uma pequena abelha pousada sobre uma rosa nos faz sorrir. De repente o seu corpo vira-se, e o seu olhar dirige-se para o majestoso palácio. A sair pela porta principal está Marie Antoinette. Escutam-se os seus passos confiantes a caminhar até ao jardim. O seu sentido de moda é inigualável. "Bom dia" diz Marie Antoinette!". 

No meio duma semana emotiva e inegavelmente académica e antes dum cortejo que promete sensações paradoxais, partilho convosco o resultado da sessão fotográfica que fiz no mês passado. Na altura não revelei porque achei que não o devia fazer mas agora que foi lançada a edição, posso perfeitamente falar-vos novamente nas Josefinas. É verdade: estou no site duma marca que admiro há tanto tempo e que me desafiou a sair da minha zona de conforto e a fazer algo que nunca pensei fazer. Quem diria, não?

Marie Antoinette é o nome desta edição e a versão cor-de-rosa pastilha elástica - de seu nome "Bubble" - é a minha favorita. Adorei a experiência mas gostei ainda mais do resultado final e espero que seja um sucesso neste Verão. Obrigada Josefinas! O sucesso da marca deve-se às pessoas que se dedicam a ela de corpo e alma e é óptimo poder comprovar isso de perto dia após dia.


Quando te pedem para rasgar uma capa, sabes que fizeste coisas boas nos últimos três anos. Foi uma honra, Mota.

VIDA ACADÉMICA | Até Sempre!

Calhou-me a mim a difícil tarefa de representar os meus colegas neste dia que simboliza a etapa que está prestes a terminar. E eu podia focar as parvoíces, os gritos em dias de Praxe, as cascas de ovos no cabelo, a farinha espalhada pela roupa, as serenatas, as caras sonolentas nas aulas da manhã, os jantares, as noites de Enterro ou os cortejos mas, depois do stress das fitas e das cartolas, das encomendas de camisolas de finalista e da espera infernal pelas últimas notas, fico emocionada só de pensar que tudo isto está a chegar ao fim. Caloiros, quando vos disserem que isto passa num instante, acreditem porque é verdade. Daqui a nada, sem sequer darem conta, serão vocês a escrever discursos e a fazer vídeos de curso.

E se por um lado me sinto nostálgica e triste por seguir um caminho diferente, por outro acabo a minha Licenciatura com uma sensação inconfundível que com certeza será transversal a todos os meus colegas: a missão está cumprida e a nova etapa será um desafio que ambicionamos ultrapassar com distinção. Ao longo dos últimos três anos tive ao meu lado as pessoas certas e apesar de não me ter tornado próxima de todos, tenho a certeza que levo comigo amigos para a vida. A Universidade Católica Portuguesa ensinou-nos muito mais do que conteúdos programáticos e partimos de coração cheio por termos tido a oportunidade que nem toda a gente tem.

Em nome dos Finalistas de Turismo, agradeço à Direção da antiga FACIS pelo apoio inconfundível, com especial destaque para o Professor Miranda que sempre nos incentivou a fazer mais do que ir às aulas e que sempre nos deu liberdade para defender as tradições académicas. Aos Coordenadores de Curso, primeiro o Professor Nuno Fazenda e atualmente a Professora Carla Cardoso, que sempre lutaram para melhorar o modo de funcionamento duma Licenciatura tão recente e que sempre nos ouviram e defenderam. Ao nosso eterno Dux, João Pires, por nos ter transmitido os verdadeiros valores de Praxe, de Academia, de Vida. À Professora Emese que nos deu aulas durante os últimos três anos e que nunca vimos de mau humor. Aos Doutores e Veteranos que nos receberam quando ainda tínhamos muito para caminhar e que estão agora connosco para nos aplaudir. Aos funcionários que nos disseram sempre "Bom Dia" com um sorriso e que nunca nos negaram ajuda perante os nossos pedidos e projetos. Aos restantes Professores, que sabem os nossos nomes de cor, que nos conhecem quando passam por nós na rua e que, apesar de não precisarem do papelinho na mesa, o pedem na mesma. 

Aos colegas/amigos de Serviço Social e de TIC, que ficaram de quatro ao nosso lado muitas vezes, que permitiram que alcançássemos todas as metas e que também fazem parte da nossa história nesta Casa. Aos Caloiros que chegaram depois de nós e que nos obrigaram a ser mais responsáveis e exemplares. Às pessoas que conhecemos após a junção das Faculdades e que nos mostraram outras formas de lidar com os afazeres. Ao Professor Miguel Gonçalves, que foi justo e correto numa fase que nos trouxe muitas coisas positivas enquanto turma. À AE FACIS por ter sempre trabalhado para defender os nossos interesses e nos ter proporcionado experiências tão memoráveis. Aos pais, que todos os dias se esforçam pela nossa Educação e Felicidade. Aos familiares, namorados e amigos que sempre nos respeitaram e compreenderam, celebrando connosco as nossas vitórias e apoiando-nos nas derrotas.

E agora a título pessoal, agradeço aos meus Colegas de Turma, aos que estão cá desde o primeiro dia e aos que chegaram a meio, que estiveram sempre presentes e que me fizeram rir, que superaram comigo as cadeiras demoníacas (A.P.I diz-vos alguma coisa?), que choraram comigo nas serenatas, que me pediram desculpa quando erraram e que aceitaram as minhas desculpas quando o erro foi meu, que me apoiaram, que me viram crescer nos últimos três anos e que ficaram contentes pelos meus sucessos da mesma forma como eu fiquei pelos deles. Não foi sempre fácil - e as vossas bebedeiras deram-me algum trabalho! Gostava que finalmente compreendessem que não vão conseguir ganhar ao Quintas! - mas valeu totalmente a pena. Merecem o melhor do mundo.

Os Caloiros que passaram pelas portas da Faculdade cheios de expectativas em 2013 e os Finalistas que hoje queimam as fitas azuis e amarelas não são as mesmas pessoas. Aliás, não fazia sentido serem-no. Em três anos crescemos, evoluímos, mudámos. E foi uma honra verificar essas mudanças numa turma que, apesar de todas as zangas e discussões e para além da sua disposição óbvia para festas, demonstrou ser unida nas alturas em que precisámos realmente de o ser. Há vitórias que não se esquecem e eu tenho a certeza que recordaremos com carinho e orgulho cada uma daquelas que vivemos aqui. Tivemos direito a verdadeiras provas de amizade, de determinação, de perseverança e de capacidade de agir contra os padrões e eu não podia ter pedido melhor num período tão importante e de tantas incertezas relativamente ao futuro.

Somos a segunda turma de Turismo a terminar a Licenciatura na UCP e saímos com uma vontade paradoxal de partir e de ficar. Não foi nada fácil escrever um discurso capaz de reunir sentimentos, escolhas, emoções, chatices e conquistas que fomos vivendo juntos e duvido que um simples texto algum dia seja capaz de traduzir três anos de momentos partilhados não só com os nossos colegas de turma mas também com os colegas dos outros cursos, destacando novamente - e duma forma mais especial - Serviço Social e TIC, que fazem parte da família que nos acolheu quando as nossas insígnias ainda eram verdes e amarelas. Terminamos hoje, juntos, uma etapa que iniciámos em 2013 e damos o nosso lugar aos que chegaram este ano a uma UCP renovada. Tenho muito orgulho em todos nós e naquilo que construímos nesta fase tão marcante e agora só posso desejar-vos o caminho mais brilhante. Tenho a certeza que, no futuro, comprovaremos a força da UCP.

Boa sorte, Finalistas!


Versão completa do Discurso de Representante de Curso para a Imposição de Insígnias.

A primeira modelo com 100 anos na Vogue é... incrível! Adorei o resultado.

BLOGOSFERA | Carimbo de Qualidade #19

It's her 9th Birthday! Os textos da Inês são sempre genuínos mas eu sinto que essa genuinidade se alia a um carinho ainda mais intenso quando escreve sobre a sua família. A pequena Nonó fez 9 anos e a Inês dedicou-lhe uma publicação amorosa que, para além de transmitir tudo o que há de bom no mundo e de representar o verdadeiro significado da palavra Família, inclui uma dose de fotografias engraçadas, num conceito que gosto sempre de ver. Parabéns Nonó! E parabéns Inês, por seres tão dedicada e querida.

Para a minha mãe... Quando a Ana diz que uma das suas maiores influências ao nível do guarda-roupa foi a sua mãe, eu consigo compreendê-la na perfeição. Também foi com a minha mãe que aprendi a gostar de (alguns) padrões, a deixar os básicos de lado e a arriscar mais um bocadinho. E acho maravilhoso rever fotografias antigas e pensar "eu usava esta blusa sem problema" ou "como assim eu comprei umas calças praticamente iguais no ano passado?". Os nossos gostos constroem-se consoante as influências que recebemos e eu acho incrível que sejamos capazes de nos relacionar com as tendências doutros tempos.

Zanze Schans | A Holanda num postal. Sinto que as pessoas associam sempre a Holanda à droga, à prostituição, à loucura, à noite. E é engraçado como eu tenho uma visão muito mais romântica do país: penso imediatamente nos moinhos e campos verdejantes, nos canais, nas bicicletas, no pôr-do-sol sereno. A Holanda é muito mais do que um paraíso de (supostas) ilegalidades e esta publicação da Ana mostra-nos que não vale a pena limitar-nos à azáfama das cidades.

Favoritos da Inês. Favoritos há muitos, é verdade, e cada vez aparecem em maior quantidade no último dia do mês. Recordar aquilo que de melhor aconteceu nas semanas que antecedem a publicação é fantástico, dar opiniões sobre produtos, espaços e filmes é óptimo e agradecer às nossas pessoas é uma forma maravilhosa de terminar o mês. E muita gente tem aderido a esta onda de publicações nos mais variados formatos. Mas o destaque dos Favoritos de Abril vai para a Inês, que desde que encontrou o formato com que melhor se identifica, tem vindo a dar quinze a zero a todos os outros favoritos - perdoem-me a sinceridade. E apesar de eu ler sempre o que ela tem para dizer nesta rubrica, a publicação de Abril despoletou em mim um sentimento interessante e não me causou indiferença. Estamos a chegar ao fim de mais uma etapa e eu sinto que a compreendo em todos os agradecimentos e emoções contraditórias.

Nascer em Portugal. "Deixem-nos ser livres para fazermos as nossas opções, para batermos com a cabeça, para sermos felizes ou infelizes, seja como for. Deixem-nos mudar de opinião ou continuar na mesma, mas não nos façam sentir mal com uma decisão que, acima de tudo, tem a ver connosco, com o nosso próprio julgamento e com a nossa vida. Deixem-nos respirar fundo e deixem-nos ser sinceros com aquilo que vai dentro do peito, com o nosso coração, mesmo que isso vá contra aquilo que pensam que é melhor, que tem a ver com a felicidade absoluta. Nem sempre aquilo que vocês sonham para nós é aquilo que realmente é o melhor para nós". Porque ter filhos é uma escolha e nem toda a gente tem que seguir esse rumo.


Não consigo descrever o que sinto sempre que me entregam mais uma fita com as mensagens mais bonitas e amorosas.

SOLIDARIEDADE | Josefinas Mãe e Filha

No Dia da Mãe - sim, com letra maiúscula -, um presente bonito que faz a diferença. As Josefinas andam nos pés das celebridades e das bloggers mais famosas do mundo e, para o Dia da Mãe, associam-se a uma causa nobre: a da Educação. Faz todo o sentido que este seja o projeto solidário de Maio, correto? Para nós, Maio é o mês das Mães, dos Finalistas e da preparação para a época de avaliações. Para milhares de meninas no mundo, essa realidade está longe de ser verdadeira.

As Josefinas Mãe e Filha chegam em duas cores e ambas estão associadas à CARE, uma organização internacional que tenta combater a pobreza. As Josefinas Sweet, Sweet Love ajudam a construir uma escola, as Josefinas Tenderness Blue oferece uniformes às meninas que, sem eles, não podem ir à escola. Dois pares de Josefinas que não são vendidos separadamente e que unem os laços inquebráveis de Mãe e Filha enquanto contribuem para uma causa universal. A Educação é o primeiro passo para transformar o mundo num lugar melhor.


A minha avó não sabe escrever mas ditou uma quadra para a minha Fita de Finalista, daquelas que só ela sabe inventar no momento. É impagável.