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VIDA PROFISSIONAL | So Far, So Good

Ainda com um pé na Faculdade, escolhi estagiar numa empresa que unia as duas áreas que me despertavam interesse: Turismo e Comunicação. A empresa A - chamemos-lhe assim - não estava na lista de entidades protocoladas com a minha Universidade mas eu gostava tanto dos seus projetos que, mesmo sabendo que iria trabalhar numa área pouco abordada na minha Licenciatura, decidi arriscar. Fui a uma entrevista (a primeira, de sempre!) e fui selecionada, ficando a saber também nessa altura que a empresa A pertencia, na verdade, a um grupo de empresas lideradas pela empresa B (a empresa onde trabalho atualmente).

A empresa B é uma empresa de Marketing Digital, Desenvolvimento Web e de Aplicações Móveis, Design e Produção de Conteúdo que, para além da prestação de serviços a clientes, reúne projetos internos de diferentes áreas. 

Neste momento, estou essencialmente a trabalhar nas áreas da Moda e do Turismo mas não me limito a elas e de vez em quando surgem tarefas no âmbito de outros domínios. Faço gestão de redes sociais, produzo conteúdo sobre as mais diversas temáticas, faço parte do Departamento de Marketing, acompanho o desenvolvimento de produtos, tenho algumas tarefas relacionadas com o apoio ao cliente (...). O meu trabalho não é monótono - de todo! - e se me tivesse limitado à minha área de estudos não estaria a viver uma experiência tão enriquecedora, tão intensa, tão desafiante.

O Estágio Curricular teve um impacto significativo no meu crescimento profissional e pessoal mas o meu primeiro emprego permitiu-me descobrir novos talentos e objetivos que jamais irei esquecer ou parar de alimentar. Neste momento, eu sinto-me capaz de tudo e não olho para a minha formação académica como algo que me condiciona. Basta lutar e trabalhar para atingir o patamar que desejo.

Este emprego dinâmico, na empresa B, ensina-me muito todos os dias. Sobre o mundo profissional, sobre o mundo real, sobre a vida fora do ambiente académico que sempre conheci, sobre métodos de trabalho e, claro, sobre mim própria. Foi bom arriscar, foi bom sair da minha zona de conforto, experimentar, abrir horizontes, afastar-me do que é tradicional na minha área de estudos. So far, so good.

MADRID, ESPANHA | Vamos?

Nunca viajei com uma amiga mas quando a Ângela me desafiou a passar um fim-de-semana em Madrid, imediatamente aceitei. Não tenho férias desde 2015 e estou novamente a precisar de um fim de semana longe da rotina; Madrid pareceu-me a desculpa perfeita e rapidamente comprámos os bilhetes de avião e resolvemos a questão da estadia.

Serão apenas dois dias (a viagem mais curta que já fiz fora do meu país) e com tantas coisas bonitas para ver e tantos lugares fascinantes para visitar, não queremos desperdiçar momentos. Juntas fizemos uma lista de locais a (re)ver (afinal, ambas somos repetentes na cidade): museus, restaurantes, cafés, mercados, jardins e até algumas lojas que queremos espreitar. E mesmo deixando de fora alguns lugares que teremos de visitar noutra altura (porque nunca há tempo para tudo) acredito que esta viagem será absolutamente maravilhosa. 

INSTAGRAM | Janeiro 2017

Depois da euforia da passagem de ano, dos pratos a partirem e dos abraços apertados e sinceros, caiu-me a ficha e fiquei desanimada. Não tive um início de ano ideal e Janeiro foi um mês complicado para mim - tão complicado que exigiu a duplicação da medicação, cartas negras em cima da mesa e um jogo de cintura equilibrado para conseguir lidar com a pressão, a ansiedade, o medo, a incerteza, a falta de experiência. 2017 não começou bem e Janeiro demorou eternidades a passar apesar de me ter ensinado tanto.

Uma palavra para descrever o primeiro mês do ano? Trabalho. Trabalho que acabou por transparecer para o blogue. Trabalho que acabou por condicionar a minha saúde e o meu descanso. Trabalho que me mostrou que estou rodeada pelas pessoas mais extraordinárias. Trabalho que não me deixou passear muito mas que me mostrou que eu sou uma lutadora (mesmo quando as energias estão em baixo). Janeiro foi um mês agitado, looooongo, com muita comida de plástico, agenda preenchida, frio e música. Um mês que me trouxe a Gala Legião de Ouro, a derrota do SC Braga contra o Moreirense na Final da Taça da Liga (choramos juntos?), muitos mimos, a marcação de uma viagem e chávenas de chá em boa companhia. Janeiro foi um mês difícil, sim, e termina pior do que começou, mas foi também o mês em que percebi realmente que sou capaz de tudo, desde que me esforce para tal.

QUERIDO PAI NATAL | Josefinas Lisboa Preto

Coleção Nº 1 da Josefinas será sempre uma das minhas favoritas. Pelas cores, pela simplicidade sempre associada à delicadeza e, claro, por terem marcado o início de uma marca que tanto me diz. 

No Natal tive o prazer de desembrulhar umas sapatilhas que uso com muita frequência: as Louise White. Agora, já a pensar nos dias mais quentinhos, sonho com as sabrinas, as sandálias e os sapatos mais leves. Sou, verdadeiramente, uma miúda de sapatos rasos e adoro que haja uma marca portuguesa a defender que não é preciso usar saltos altos para estarmos (e nos sentirmos!) elegantes. Quando olho para as Josefinas Lisboa Preto, o modelo em verniz, é exatamente isso que vejo: versatilidade, conforto e elegância. Como não desejar um par de sapatos que certamente durará anos e que será criado especialmente para mim? É preciso dizer mais? 


"Queres ir a Madrid no próximo mês?" - perguntou-me uma amiga. A viagem está marcada.

O APARTAMENTO | O Quarto da Tralha

N'O Apartamento há um quarto que ainda não recebeu qualquer atenção da minha parte. Não está decorado e, neste momento, é o "quarto da tralha que não é minha e que está à espera de ser levada para outro local qualquer" (chamemos-lhe apenas o "quarto da tralha"). 

O "quarto da tralha" incomoda-me porque é a única divisão da casa que não está devidamente arrumada e organizada; porque é a única divisão da casa que não mostro a ninguém; porque é a única divisão da casa que não me diz nada, que não grita "CAROLINA" assim que abro a porta. 

Porém, hoje tive a mais brilhante ideia: transformar esse quarto num walk-in closet. Sempre quis ter um e quando mudei de casa esse desejo intensificou-se; esta é a oportunidade perfeita para concretizar a ideia que por aqui paira há tanto tempo.

Tenho feito poupanças com o objetivo de alterar e/ou acrescentar certos elementos no meu apartamento (trocar os candeeiros, arranjar os motores das persianas, pintar a parede da sala, comprar novas cortinas e roupa de cama, decorar as paredes que pedem algo mais...) mas esta ideia leva o objetivo inicial para um novo patamar. Já andei a ver algumas opções e já sei mais ou menos o que pretendo; agora só preciso de arranjar um novo espaço para todas as coisas que ali estão mas que não são minhas e pôr mãos à obra!

FAMÍLIA | Saudades

Mudei-me para uma casa com jardim aos seis anos e imediatamente implorei aos meus pais que me oferecessem um cãozinho. Era uma miúda, ficava amiga de todos os cães que encontrava na rua e não ficava incomodada com as lambidelas ou o entusiasmo. Aquele jardim foi a desculpa perfeita: agora já tínhamos espaço para acolher um novo amigo.

Os meus pais não iam na minha conversa. Até que um dia ouvi uma promessa: "se nestas férias te portares bem, se comeres tudo sem refilar e se não amuares com as horas da piscina, quando voltarmos arranjamos um cão". O meu pai subestimou-me (coisa que nunca faz). Fez-me uma promessa pensando que eu nunca iria conseguir cumprir a minha parte do acordo - afinal, era terrível na hora das refeições e passava os dias ansiosa pela hora da piscina - mas, no final das férias, era óbvio: íamos ter um cão. E assim foi.

Escolhi o mais tristonho, o que se sentou ao junto à parede, aquele que não quis saber de nós enquanto os irmãos nos rodeavam e pediam atenção. O meu pai tentou dissuadir-me - teve medo que o meu preferido estivesse doente - mas a escolha estava tomada. E foi a melhor escolha da minha vida. O Apolo ensinou-me que as promessas são para cumprir e que a nossa palavra vale tanto como um contrato assinado. E foi um companheiro incrível que ainda hoje, um ano depois, me faz muita falta. Afinal, crescemos juntos ao longo de 14 anos.

MÚSICA | Mariza ao Vivo

A oportunidade de ver e ouvir a Mariza ao vivo pela primeira vez surgiu ontem, durante a II Gala Legião de Ouro, no fabuloso Theatro Circo. E confesso: tenho sentimentos contraditórios relativamente à imagem que a artista transmitiu.

A Mariza tem uma voz poderosa e faz-se acompanhar de músicos igualmente competentes e de um cenário tipicamente português que nos faz sorrir antes da banda entrar em palco. No entanto, a sua postura com um toque de superioridade era algo que nunca lhe associaria. 

Sempre achei que a Mariza era uma artista com uma postura forte em palco e uma energia fabulosa e contagiante - características que confirmei e aplaudi - mas imaginava-a também bastante humilde e terra-a-terra. Durante o seu concerto houve momentos genuinamente fantásticos (a artista conseguiu pôr jogadores de futebol a cantar e promover uma reflexão pura sobre Amor) mas também houve momentos que mataram por completo a imagem que tinha dela: frases que caíram mal, que foram despropositadas. 

E tenho (muita) pena porque a sua voz é verdadeiramente incrível e porque a Mariza é, realmente, um monstro em palco. Algumas das suas atitudes não estão de acordo com a voz bela que tem.

INSTAGRAM | @hey.luisa

Não estarei a mentir se vos disser que esta é uma das minhas contas de Instagram favoritas de sempre. A Luísa Azevedo - @hey.luisaé portuguesa, tem dezoito anos e partilha com o mundo uma criatividade inconfundível que a levará muito longe. Neste perfil existe um mundo à parte - o seu mundo! - pronto para ser descoberto (e que bom é poder espreitá-lo todos os dias!).

A Luísa fotografa e edita as imagens de uma forma maravilhosa e surpreendente (nunca sabemos o que aí vem!) e o seu perfil é um daqueles que todos gostaríamos de ter. É bonito, bem pensado, inspirador. Os tons da sua galeria são inconfundíveis e o seu talento merece ser partilhado muitas e muitas vezes.


SOLIDARIEDADE | Women for Women

Com o objetivo de ajudar mulheres em risco, a Josefinas lançou uma coleção em parceria com a "Women for Women International". Constituída por três edições especiais - Women for Women, Women for Women by Gloria Steinem (também ela defensora dos direitos das mulheres) e Women for Women Vie en Rose (uma edição em seda) - esta coleção ajuda a transformar vidas e celebra a amizade enquanto apoia mulheres desfavorecidas.

Cada edição é constituída por dois pares de Josefinas que não são vendidas separadamente. Quando ambos os pares se unem, frente a frente, os detalhes dão origem a um círculo perfeito, símbolo do universo da amizade no feminino. A Women for Women International apoia mulheres de países desfavorecidos ao oferecer-lhes capacidades de negócio, alimentação, medicamentos, educação para os seus filhos, apoio financeiro e emocional e, muito importante, consciência dos seus direitos. A Josefinas não quis ficar longe desta causa tão nobre e apoia a Women for Women International através das vendas destes pares de sapatos tão especiais.


A primeira viagem de 2017 já está marcada!

QUOTIDIANO | (Mais) 4 Dicas de Poupança

Colecionar cartões promocionais. É um hábito que faz a carteira pesar mas é também extremamente útil na hora de enfrentar a caixa multibanco. As lojas apostam cada vez mais em cartões com as mais diversas condições - descontos imediatos, acumulação de pontos, ofertas especiais (...) - e esses mesmos cartões acabam por ser vantajosos para nós enquanto consumidores, especialmente quando a adesão é gratuita (o que temos a perder?).

Não ir ao supermercado com fome. Por uma razão muito simples: vamos achar que precisamos de tudo, tudo nos vai parecer delicioso e, pior, não vamos ter controlo sobre os produtos que vamos acrescentando ao carrinho porque, lá está, não estamos a raciocinar como devíamos. As bolachas, cereais e chocolates já são, por natureza, uma tentação difícil de resistir... quando estamos com fome transformam-se em dementors que nos sugam a conta bancária.

Não comprar apenas porque está em promoção. Esta é uma máxima que privilegio: se não preciso, não compro. Independentemente do valor, não faz sentido gastar dinheiro em algo que não vou usar. A promoção poderá ser aliciante mas aquela compra será, na verdade, sinónimo de dinheiro deitado ao lixo.

Aproveitar dias específicos para encher o depósito do carro. É o dinheiro que mais me custa gastar, confesso. O carro precisa de alimento mas acaba por ser dinheiro para queimar. E, nesse sentido, aproveito todos os descontos, combinações de cartões e talões e dias promocionais. Se puder poupar quinze cêntimos por litro, é isso que vou fazer.


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LIVROS | Cada Livro na Sua Estante

Durante toda a minha vida defendi que não gostava de ler, que não tinha paciência, que me sentia aborrecida. Até que percebi: eu andava a ler os livros errados. E, generalizando um pouco, acredito que seja esse o problema das pessoas que não gostam de ler. Quando comecei a ler unicamente aquilo que realmente me dá prazer - sem obrigações! - eu passei a gostar de livros e a incluí-los nas minhas wishlists - é por isso que raramente leio livros recomendados antes de saber mais sobre as sugestões e é por isso que julgo os livros pela capa.

E quando me dizem que TODOS os livros nos ensinam algo, eu torço o nariz - também há livros vazios, livros chatos, livros que nos fazem sentir que estivemos a perder o nosso tempo, livros que mais vale deixar a meio. Há livros incríveis, que nos ensinam e nos preenchem, sim, mas também há livros parvos, aborrecidos, desinteressantes. Pessoas diferentes apreciam leituras diferentes e é bom que aceitemos isso. 

FAMÍLIA | 5 Coisas que o meu pai me ensinou

Tu nunca sabes com quem estás a falar. Assumir que as pessoas sabem tudo - ou que não sabem nada - é um erro. E por isso há duas coisas que nunca devemos fazer: armarmo-nos em Chicos Espertos e fingir um conhecimento que não temos - porque só nós vamos parecer ridículos - ou, por outro lado, assumir que sabemos mais do que os outros e tentar fazer deles parvos (estou-me a lembrar, por exemplo, de um funcionário de uma operadora que tentou dar uma solução estapafúrdia ao meu pai e que não sabia onde se esconder quando ele lhe revelou a sua profissão).

Compras online são uma maravilha. Foi o meu pai que me introduziu o maravilhoso hábito de comprar pela internet - e de verificar sempre se não existe mais barato noutras partes do país e do mundo.

Só não falha quem não tenta. Por muito que me cause confusão, frustração e transtorno, eu sei que ele tem razão: eu vou falhar muitas vezes. Por uma simples razão: eu mexo-me, eu tento, eu quero fazer muito, aprender mais ainda e ser melhor. E se arrisco, há uma grande probabilidade de falhar (e de ser bem sucedida também). Uma coisa é certa: quem fica parado não falha mas também não se supera.

Quando estás doente, bebe muita água - e quando não estás também. Manter o corpo hidratado é essencial e desde muito pequenina que o meu pai faz questão de me relembrar que devo beber muita água. Quando estou doente, essa sugestão é repetida mais vezes ainda e claro, tento cumpri-la porque o meu organismo está em esforço e mantê-lo hidratado é imprescindível.

Trabalhar fora da nossa área de conforto é fantástico. Quando eu era mais nova nunca sabia responder quando me perguntavam qual era a profissão do meu pai. Ainda hoje tenho alguma dificuldade. Isto porque ele trabalha tanto e em tantos projetos diferentes, que fica difícil arranjar uma só profissão para o descrever. E foi com ele que aprendi que não temos de nos limitar a uma só área, a um só tema, a um só projeto. Porque, afinal, aprendemos muito mais quando saímos da nossa área de conforto (e profissionalmente isso também se aplica).

EVENTO | Workshop: Media Kit 101

Se querem aprender umas dicas que vos ajudarão a rentabilizar o blogue, marquem na agenda: 4 de Fevereiro. A Catarina, a Catarina e a Ana - as três criadoras do Bloggers Camp - estão a preparar um workshop que permitirá aos participantes adquirir conhecimentos básicos de Google Analytics, criar um Media Kit e esboçar um email para parcerias (adaptável a diferentes tipos de marcas e propostas).

Em 2016 o Bloggers Camp deixou de ser apenas um fim-de-semana de bloggers e cresceu de diferentes formas - este "Media Kit 101" é mais uma prova desse crescimento. O evento, que acontecerá no CoworkLisboa das 14h às 18h no início do próximo mês, promete ser extremamente útil para quem quer passar ao próximo nível mas não sabe ao certo como começar. As inscrições podem ser feitas através de contacto@bloggerscamp.pt. Infelizmente não poderei estar presente mas aguardo a partilha das vossas experiências!



Estado: completamente exausta.

QUERIDO PAI NATAL | O Livro do Hygge

Tinha "O Livro do Hygge" debaixo de olho há semanas e depois de ver as vossas fotografias no Instagram - com as respetivas descrições - e a maravilhosa opinião da Inês, decidi colocá-lo na wishlist com a certeza de que, de uma forma ou de outra, virá morar comigo em breve. Da autoria do presidente do The Hapiness Research Institute, este livro apresenta-nos o conceito de Hygge - que não se explica e que é a razão de a Dinamarca ser muitas vezes indicada como o país mais feliz do Mundo. Sei que é um pouco cedo para o Natal mas... Pai Natal?


O APARTAMENTO | "Não tens medo?"

Perguntam-me frequentemente se não tenho medo de viver sozinha, se não é estranho não ter com quem conversar quando chego do trabalho ou durante o jantar. E eu sorrio sempre que ouço essas questões porque, na verdade, essa parte desconfortável aos olhos de tanta gente é a minha parte favorita de viver sozinha.

Chegar a casa e ter o meu tempo depois de um dia agitado (como são todos) é tudo o que preciso para respirar fundo e separar as águas. Aproveito o silêncio de um apartamento vazio que tanto me dá e percebo: eu sou perfeitamente feliz comigo mesma - porque estar sozinha e sentir-me sozinha são coisas completamente diferentes.

Adoro receber os meus amigos e namorado no meu apartamento mas gosto igualmente de aproveitar a minha própria companhia. Organizar a minha roupa e agenda, ler um pouco, escrever no blogue, aquecer as mãos numa caneca de chá bem quente, cuidar de mim... Como poderia sentir-me desconfortável ou sozinha quando sou a pessoa que melhor me conhece? 

Alguém já viu estes cereais à venda em Portugal? São os favoritos do Gui e há anos que não os encontra!

O APARTAMENTO | Devagar, Devagarinho...

Quando me mudei para "O Apartamento" fiquei entusiasmada por ter liberdade criativa para o decorar ao meu gosto, sem ter que fazer cedências ou perguntar a outras pessoas se gostavam assim. Ainda não está completamente pronto - tem de ser aos pouquinhos, para não me assustar no fim do mês - mas estou satisfeita com aquilo que consegui criar até então.

Ter mobília que eu própria compraria ajudou (muito!) mas foi quando comecei a acrescentar almofadas, livros, velas, flores, mantas, lençóis, fotografias, cobertores, quadros e afins que pude finalmente sentir-me em casa. Na minha casa. Ter o essencial para viver (mobília básica, cozinha equipada...) é mesmo isso: essencial. Porém, ter elementos que gritam o meu nome por toda a parte e que mostram a quem me visita que este só podia ser o meu apartamento é incrível. Aproveitámos esta tarde de sábado para acrescentar alguns elementos no quarto principal. Agora só faltam alguns detalhes noutros espaços e, claro, pintar de branco a parede azul da sala (!).


LISBOA, PORTUGAL | Miss Jappa

Depois da experiência no Michizaki, risquei mais um restaurante japonês da minha lista, desta vez em Lisboa. O Miss Jappa foi a nossa escolha para um almoço de sábado e superou as minhas expectativas. Este não é um restaurante apenas de sushi e, assim como naquele que experimentei em Braga, é essa a característica que lhe confere vantagem sobre todos os outros restaurantes japoneses.

Num dia de sol quentinho, raro no Dezembro português, escolhemos uma mesa na esplanada e esperamos pela funcionária que rapidamente nos trouxe a ementa, nos explicou o conceito do espaço e se mostrou disponível para clarificar cada prato. Pedimos um chá de jasmim (não fiquei fã) e apontámos os pratos e as quantidades pretendidas no papelinho que ela, posteriormente, veio recolher. Tão simples quanto isso.

Para entrada, pedimos uma dose de "Tártaro in a box" (adorei as chips de camarão!), outra de "Nasu Dengaku" (que não provei, por ser um prato à base de beringela) e duas doses de "Gyozá Trio" (de frango, de vegetais e de camarão) que vêm pousadas num molho que combina todos os sabores na perfeição (gostei das três - mesmo a de vegetais pode ser saboreada por esquisitinhos como eu).

Estava acompanhada por autênticos fãs de bao (um pão tipicamente japonês, cozido a vapor) e o prato principal ficou à sua responsabilidade: cachaço de porco com cogumelos, molho de soja, mirin e gengibre e, claro, o famoso bao. Não tinha grandes expectativas, confesso, mas fiquei contente com a escolha dos repetentes. Que surpresa deliciosa! Não esperava comer carne neste restaurante japonês mas também fiquei fã. A carne era tenra, tudo estava bem temperado e o molho agridoce combinava idealmente com a textura invulgar do pão.

O Miss Jappa é giro, descontraído, tradicional e uma verdadeira caixinha de surpresas. Em 2016 percebi que gosto de comida japonesa e que esta vai muito além do sushi e do peixe popularizado há uns anos e o Miss Jappa é ideal para os curiosos que querem descobrir a gastronomia japonesa. 


INSTAGRAM | @dearestdaughters

Todos os dias descubro novas contas de Instagram, novos blogues e novas fotografias que me inspiram. Estou sempre à procura de novidades e acredito mesmo que um Instagram recheado de imagens bonitas é meio caminho andado para receber uma lufada de ar fresco. Esta semana descobri a Jessica e a sua bonita família - @dearestdaughters.

Educar três meninas com idades tão próximas deve ser um desafio - nem imagino! - mas deve ser, também uma alegria. Entre birras e choros, há tempo para passeios, para fazer coroas de flores, para brincar na neve e na terra e para ser feliz. As fotografias que a Jessica partilha diariamente têm um ar muito rústico e campestre e, ao mesmo tempo, retratam na perfeição a inocência de ser criança e a possibilidade de viver em harmonia com a Natureza sem fugir às novas tecnologias. Esta é uma conta de Instagram equilibrada, repleta de pormenores deliciosos. 

ALIMENTAÇÃO | To Keep and To Give

Numa época de chocolates e de partilha, a Godiva lançou uma caixa de chocolates muito especial que pode ser oferecida quatro vezes graças ao seu packaging inteligente

A premissa é simples: vocês recebem uma caixa de chocolates que está dividida em duas - ficam com uma e oferecem a outra a alguém que a mereça. Quando essa pessoa abre a caixa de chocolates que recebeu, depara-se com a mesma situação - duas caixas de chocolates (sendo que deve oferecer a segunda a alguém especial). E assim sucessivamente, até sobrar apenas uma caixa com dois chocolates (que também devem ser partilhados). Quão gira é esta ideia?

LIVRO | Ready to Launch: The PR Couture Guide to Breaking Into Fashion PR

"Ready to Launch: The PR Couture Guide to Breaking Into Fashion PR" tem um tom informal, foca a temática das Relações Públicas no mundo da moda e pretende ser um guia para quem inicia a sua carreira no mundo da comunicação de moda.

A linguagem descontraída e jovem de "Ready to Launch" remete-nos para uma conversa com uma amiga que nos conta o seu percurso académico e profissional, que partilha connosco como surgiu o seu interesse pela área e que destaca a sua ligação aos blogues (que, de há uns anos para cá, mostraram ser pontos de referência e de influência para as marcas que querem divulgar os seus produtos).

No geral, achei o livro pobrezinho em termos de conteúdos e dicas mais técnicas - e isso era, precisamente, o que eu procurava - mas, por outro lado, achei-o pertinente em termos de motivação e sentido crítico (talvez por estar numa fase mais complicada a nível pessoal).

Senti que, enquanto lia "Ready to Launch: The PR Couture Guide to Breaking Into Fashion PR" acabei por me colocar em perspetiva. As minhas ideias foram arrumadas nas gavetinhas corretas à medida que os capítulos iam passando e eu terminei o livro sabendo exatamente que caminho preciso de seguir para atingir o meu objetivo gigantesco. Deste livro não recebi dicas técnicas mas recebi, de certa forma, um novo olhar sobre aquilo que pretendo alcançar.


Coisas que me assustam verdadeiramente: ataques terroristas e catástrofes naturais.

FLASH INTERVIEW | Inês Vivas

Descobri o She em 2013 e desde então que acompanho todas as publicações. Vi a sua transformação, a sua evolução, as mudanças de design e de nome. Acompanho a Inês há já algum tempo e não podia deixar de a convidar para a estreia desta nova rubrica mensal que dá pelo nome de "Flash Interview" e que nos irá acompanhar ao longo de 2017. 

A Inês é apaixonada pela família e orgulha-se de dizer que é uma pessoa bastante contemplativa, que procura coisas bonitas em toda a parte. Anda sempre de câmara na mão, faz o impossível para ver os outros felizes, está ligada à ciência, gosta de passar um dia inteiro no centro comercial e não se importa de estar umas horas no café a conversar sobre as últimas tendências. A Inês é uma miúda cheia de vida e estes dez tópicos - especialmente escolhidos para ela - não podiam ser outros.


Sejam felizes!