Thirteen

INSTAGRAM | Setembro 2017

Setembro voou e foi um mês tão bonito...! 2017 começou mal e não posso dizer que tenha melhorado nos meses seguintes - até piorou, na verdade - mas, em Setembro, eu finalmente senti aquela paz interior que tão bem me caracteriza quando ando feliz e me sinto realizada. 

Imensos elogios no trabalho - fazermos o que gostamos faz toda a diferença! -, um aniversário fantástico, a oportunidade de conhecer algumas bloggers, imensas encomendas no Thirteen Studio - e já estamos a preparar muitas novidades! -, uma parceria que também será óptima para vocês - na próxima quinta-feira lanço um passatempo muito especial! - e uma mudança de visual em frente ao computador - #CarolinaCaixaDeÓculos é a minha nova hashtag!.

O mês termina com um jantar a dois no nosso restaurante e com a certeza de que se avizinham meses muiiiiito preenchidos. Não posso prometer publicações diárias como talvez pudesse prometer há uns meses mas prometo muitas novidades e muitas coisas bonitas! Finalmente sinto que o mundo começa a colaborar e que as peças do puzzle já estão mais próximas umas das outras. Mal posso esperar pelas surpresas de Outubro e pelos momentos que já tenho bem delineados na minha agenda dos flamingos! Acompanham-me?


Estão a acontecer tantas coisas na minha vida! Mal posso esperar por partilhá-las convosco!

BABY TALK | Babywearing

O Babywearing tem ganho cada vez mais fãs nos últimos tempos mas a verdade é que esta técnica de transporte é, na verdade, a mais tradicional que existe (as mães africanas são especialistas neste tema!). Há umas décadas não havia carrinhos de passeio – nem duos, nem trios, nem carrinhos-bengala – e as mães precisavam de ter as mãos livres para trabalhar mas continuavam a querer ter os seus rebentos junto a si. Como conciliar as duas coisas? Babywearing (vestir o bebé, traduzido à letra)!

Atualmente, o babywearing continua a ser escolhido pelas mamãs por ter inúmeras vantagens e são, cada vez mais, as mães que deixam o carrinho em casa e optam pelo transporte dos bebés junto a si. Existem vários modelos no mercado e cada um será mais indicado para diferentes pais, bebés e carteiras. Quase todos os modelos (à exceção das mochilas) podem ser usados logo após o nascimento do bebé. No entanto, há uns mais confortáveis do que outros (tanto para os pais como para os seus rebentos) consoante as etapas e peso de cada criança.

Pano – O bebé fica enroladinho na mãe (ou no pai) e por isso sente-se aconchegado e fica quentinho (não necessita de muitos agasalhos). Existem vários tecidos – mais ou menos elásticos – com diferentes padrões e cores e este pano acaba por ser bastante versátil na medida em que pode ser utilizado desde o nascimento não só como meio de transporte mas também como cobertor se for necessário e/ou desejado. No entanto, em dias de verão, pode ser muito desconfortável tanto para o adulto como para o bebé.

Sling de Argolas – Este é um sistema curioso que, para além de poder ser usado desde o nascimento, inclui uma argola que permite ajustar o sling à medida do seu portador. É perfeito para passeios curtos, viagens ou até mesmo para andar em casa sendo que o bebé pode ser transportado em diferentes posições: virado para a mamã, deitado (posição de berço, perfeito para a mãe poder amamentar) e lateral (a partir do momento em que o bebé já é capaz de se sentar sozinho).

Pouch Sling – Este é um porta-bebés (que se usa a tira-colo) com uma estrutura simples: trata-se de uma tira de pano cujas extremidades estão cosidas uma à outra, formando uma bolsa onde o bebé é transportado. É um dos sistemas menos versáteis pois o bebé não pode ser transportado em diversas posições nem o sling pode ser usado por pessoas com diferentes estaturas, uma vez que não é ajustável. No entanto, é um dos mais populares para mães de bebés pequeninos pela sua simplicidade, comodidade e pragmatismo.

Meh Dai (Mei Tai) – Um porta-bebés de origem asiática que permite fazer a transição entre o sling e a mochila. Tem umas fitas na zona dos braços e da cintura do adulto que lhe permitem fazer o ajuste para que o transporte seja confortável mas, ao mesmo tempo, tem uma bolsa estruturada que faz com que o bebé fique sentado. A zona lateral do assento onde ficam os joelhos do bebé é, normalmente, almofadada.

Mochilas Ergonómicas – Este é o sistema mais caro de todos mas é também um dos mais escolhidos pelos pais. As mochilas ergonómicas podem ser usadas desde o nascimento (existem redutores para recém-nascidos que variam de marca para marca pelo que nem todas serão indicadas para os bebés mais pequeninos), distribuem e suportam o peso do bebé de forma equivalente e confortável e, por terem alças almofadadas, são fantásticas para passeios longos ou viagens. A mochila ergonómica é muito versátil pois é ajustável consoante o adulto que carrega o bebé e é também muito prática.

Para os fãs de babywearing, as principais vantagens apontadas são: 1) o facto do bebé estar sempre juntinho ao portador, 2) a possibilidade de escolha entre diferentes modelos e cores, 3) as mãos-livres, 3) o facto de não haver limitações na escolha do caminho (não existe o problema dos passeios demasiado estreitos onde não se possa passar por causa do carrinho ou a necessidade de evitar escadas) e 4) o facto do bebé ficar mais tranquilo por sentir a mãe (ou o pai) por perto.

Apesar de todas estas vantagens, é essencial relembrar a importância de aprender a colocar o pano corretamente e de treinar algumas vezes antes de experimentar com o bebé, no caso da mãe (ou do pai) escolher as versões mais flexíveis e ajustáveis. Este meio de transporte deve ser tão seguro como um carrinho e deve ser tranquilo tanto para o adulto que carrega o bebé como para o pequenino que ali se sente mais aconchegado.


Texto adaptado. Versão original publicada no site De Mãe Para Mãe.

LIVRO | Licenciei-me... E Agora?

Este é um livro que guardo com muito carinho na minha estante. Primeiro, porque foi escrito pela Catarina - uma blogger que acompanho há já vários anos e a quem desejo o maior sucesso -, segundo, porque tive a oportunidade de dar o meu testemunho e de contribuir para que as ideias da autora tivessem o formato que ela desejava e, terceiro, porque a Catarina fez questão de me oferecer um exemplar.

"Licenciei-me... E Agora?" é um livro muito objetivo. Escolher um curso e enfrentar o primeiro ano de Faculdade é assustador mas ser Finalista e saber que a entrada no mercado de trabalho se aproxima é aterrorizante. Quando nos despedimos das rotinas académicas depois de quinze - ou mais - anos a vivê-las, somos atirados aos lobos e vamos andando e aprendendo, enquanto cometemos alguns erros pelo meio. O diploma serve-nos de pouco e a falta de experiência deixa-nos inseguros - é normal.

A Catarina agarrou-se às dúvidas e perguntas que um recém-licenciado faz assim que se vê num momento de incerteza e compilou nas páginas do "Licenciei-me... E Agora?" as respostas. O resultado? Um livro extremamente informativo e útil que não esquece as várias possibilidades para uma só situação e que oferece dicas, truques e conselhos pertinentes sobre tudo o que está relacionado com uma fase de vida que tem tanto de importante como de desafiante.

A leitura é fluída e a inclusão de experiências pessoais e de testemunhos de outras pessoas faz com que o livro, para além de acessível, seja equilibrado e imparcial. Não há uma fórmula infalível para o sucesso empresarial mas este "Licenciei-me... E Agora?" poderá ser uma excelente ajuda para quem está mais perdido ou não vê resultados nas suas ações.

Não posso dizer que este livro tenha sido essencial para mim pois chegou numa fase relativamente estável da minha vida profissional mas guardo-o com carinho e sinto que, se - e/ou quando - precisar de fazer um CV ou de abraçar um emprego novo, irei consultá-lo. Quanto ao meu testemunho... escrevê-lo-ia de uma forma completamente diferente se o escrevesse agora (não é sempre assim?)  porque já estou a trabalhar noutros projetos e noutras áreas mas não posso deixar de me sentir orgulhosa (e honrada) por ver o meu nome e o link para o "Thirteen" num livro tão bem conseguido. Parabéns, Catarina, e obrigada pela confiança!

FORMAÇÃO | Masterclass de Marketing Digital: Omnichannel

No próximo dia 27 de Setembro, às 18h30, o Factory Braga promove mais uma Masterclass de Marketing Digital. Depois de várias aulas - inseridas em diferentes temáticas apresentadas por diversos especialistas convidados -, desta vez será abordado o potencial da estratégia omnichannel.

Para quem pretende compreender melhor esta estratégia de venda e experiência de cliente que garante a presença, interação e complementaridade entre canais - tanto online como offline, físicos ou digitais - a aula de Rui Humberto poderá ser um excelente plano para o final da tarde de quarta-feira. Está prometida uma perspetiva prática, com recurso a casos reais e a explicação do impacto desta abordagem na estratégia de venda digital por isso... eu lá estarei e convido-vos a aparecerem também! A entrada é totalmente gratuita e a inscrição (limitada à capacidade da sala), pode ser feita AQUI. Vemo-nos lá?

CINEMA | Crash [2004]

Ainda estou a tempo de vos fazer uma recomendação para este fim de semana? Então, aqui vai: "Crash", um filme de 2004 que continua atual e que nos apresenta histórias paralelas que têm sempre em comum o preconceito, a corrupção e a discriminação racial.

Vencedor de três Oscars, "Crash" consegue ser imprevisível na medida certa e surpreende-nos enquanto o argumento se vai desenrolando e intensificando. As personagens são trabalhadas com detalhe e são tão importantes para o desenvolvimento da(s) história(s) que acabamos por querer saber sempre mais sobre as suas vidas, as suas batalhas, os seus problemas e a forma como se cruzam umas com as outras. Não há momentos mortos e, enquanto espectadores, sentimo-nos presos ao ecrã e queremos seguir atentamente os seus comportamentos e atitudes (ninguém é verdadeiramente inocente).

"Crash" é um retrato do preconceito: as pessoas dizem o que pensam sem filtros, os abusos de poder são constantes, a discriminação racial é óbvia desde o primeiro momento e não há meias palavras. "Crash" conta com um elenco de excelência e é, na verdade, um grande filme por apresentar realidades muito atuais de uma maneira muito concreta e objetiva. Acredito que esta longa metragem possa ser, inclusive, um abre-olhos para muita gente que pensa que as coisas só acontecem longe.

INSTAGRAM | @lauraiz

Laura Izumikawa - @lauraiz -, nasceu em Tóquio mas atualmente vive atualmente na Califórnia com o seu marido e a sua filha Joey Marie. Laura é fotógrafa nos mais variados eventos mas a sua popularidade (pelo menos a nível global) está relacionada com o seu projeto mais caseiro: Laura mascara a filha durante a hora da sesta – com figurinos, perucas e até acessórios! – e tira-lhe as fotografias mais criativas! Entre ícones do cinema, profissões ou trajes tradicionais (#JoeyWorldProject), Joey tem já uma coleção de fotografias divertidas que, com certeza, irá adorar ver um dia mais tarde! Quão amorosas são?

FAMÍLIA | 97

Num ano (muito) difícil para todos nós, celebrar o aniversário da nossa vovó deu-nos um alento diferente e fez-nos sentir extremamente gratos por tudo aquilo que nos une. A vida é matreira muitas vezes - e nos últimos meses o tapete foi-nos arrancado com força mais do que uma vez - mas se há coisa que aprendi com a pessoa fabulosa que está comigo na fotografia é que, para o bem e para o mal, a vida continua e há sempre algo pelo qual devemos estar gratos e felizes. 

A minha avó nasceu em 1920, perdeu muita gente que ama(va), trabalhou muito mais do que aquilo que seria aceitável e, ainda assim, é apaixonada pela vida, valoriza todas as pequeninas coisas do quotidiano e tem a força que eu espero um dia também ter. Completou o seu 97º aniversário numa casa onde (já mal) cabem todos os filhos, netos, bisnetos (de sangue e emprestados) - e onde há sempre espaço para mais um à mesa - e confessou ser genuinamente feliz. E, quando assim é, nós sorrimos e desejamos duas coisas: ser tão incríveis assim e chegar aos 97 tão elegantes, preocupados, sábios e interessantes como ela é.


Instagram: @carolinanelas

Estou cansada desta situação do "muda-não muda" de casa. É desesperante!

THIRTEEN STUDIO | Unique

Começámos este projeto com três modelos de t-shirt mas rapidamente desejámos lançar mais um com a certeza de que seria ainda mais especial para aqueles que nos acompanham e apoiam. Acreditamos que todos temos uma frase ou uma palavra que nos inspira, que nos motiva e/ou que nos faz ir à luta e queremos oferecer-vos a possibilidade de terem uma t-shirt que, para além de ser inteiramente bordada artesanalmente, vos represente na perfeição e que seja só vossa - não há duas peças iguais no Thirteen Studio mas esta nova edição leva essa ideia a um novo patamar.

A t-shirt "Unique", disponível em S, M ou L, poderá ter decote em V ou em U e poderá incluir a palavra ou a frase que desejarem na cor que desejarem, desde que não ultrapasse os 34 caracteres (com espaços incluídos). Uma vez que se trata de uma peça criada à medida de cada um, não está disponível na nossa loja online e um esboço do resultado será enviado para aprovação antes do bordado ser feito. Este modelo (assim como outros, personalizados) pode ser encomendado através de hello@thirteen.pt ou através do email que encontram na barra lateral: carolina@thirteen.pt. Preço: 22,90€.


Quero tanto ir a Itália!

SOCIEDADE | Falamos de Feminismo?

A minha educação levou-me a ser feminista sem saber que havia um nome para aquilo em que eu acreditava. Agora que sei que há, continuo a acreditar nos mesmos valores: que todas as crianças devem ir à escola, brincar com os brinquedos que bem entendem e vestir a cor que mais gostam; que um homem e uma mulher na mesma função e a trabalhar as mesmas horas nas mesmas tarefas devem receber a mesma remuneração; que é uma parvoíce os homens pagarem mais do que as mulheres quando querem ir à discoteca; que não é aceitável ter medo de vestir uma minissaia ou de andar na rua sozinha; que ninguém está acima de ninguém apenas porque tem um útero ou uma próstata. Chamar "igualdade de género" ou "feminismo" àquilo em que acredito é, na verdade, uma questão de preferência.

Cresci com filmes de animação que nunca me fizeram questionar o meu poder - se de um lado havia a Bela Adormecida que era acordada pelo príncipe, do outro havia a Mulan (a minha favorita) que ia à luta sem medos. Passei pela fase de adorar cor-de-rosa e pela fase de detestar cor-de-rosa. Fiz parte do clube de arte e joguei numa equipa de futebol. Será que fui menos menina na altura em que gostava de jogar futebol e detestava saias e vestidos? Não. Será que condenei o meu futuro de mulher forte e determinada quando passei a adorar cor-de-rosa e a fazer parte do estereótipo que a sociedade havia definido? Não. Nem pensar.

Enquanto sociedade, não estaremos a exagerar nesta história do feminismo e da igualdade de género?Vamos obrigar os rapazes a brincar com bonecas mesmo quando detestam bonecas? Vamos inscrever as nossas filhas nas escolinhas de futebol quando o que elas querem mesmo é ir para as aulas de ballet? Se o feminismo falasse, a resposta seria simples: deixem os miúdos brincar com os brinquedos que mais gostam e inscrevam-nos nas atividades em que eles se sentem mais felizes. Comprar uma mochila do Homem Aranha para a menina que quer a mochila da Doutora Brinquedos não vai tornar ninguém mais feminista ou defensora dos direitos das mulheres (até porque não há uma escala para isso) mas mostrar-lhe que pode escolher a mochila azul em vez da cor-de-rosa se assim desejar é importante.

Sou totalmente a favor do movimento feminista - e não é a t-shirt que visto de vez em quando que o prova - mas parece-me que estamos a assistir a um novo movimento que não pode ser chamado de "feminismo" e isso preocupa-me. O feminismo não defende que a mulher não deve depilar-se, usar soutien ou maquilhar-se; defende que deve fazer aquilo que entender de forma a sentir-se bem consigo mesma, tal e qual como um homem faz. O feminismo não defende que os meninos não podem brincar só com dinossauros, carros e pistolas de água nem que as meninas só podem brincar com bonecas, castelos e mini cozinhas; defende que cada criança é livre de escolher os brinquedos que prefere sem ser gozada por isso. O feminismo não defende o ódio aos homens (nem o ódio às mulheres, já agora). O feminismo não defende que as mulheres têm de ser, obrigatoriamente, empreendedoras e líderes; defende que devem ter essa possibilidade se assim desejarem e se trabalharem para tal. O feminismo não defende que os homens devem ficar em casa a cuidar das crianças ou que devem fazer todas as tarefas domésticas enquanto a mulher vê televisão; apenas nega a definição ou divisão de tarefas com base no critério do género.

Não é aceitável contratar uma mulher apenas porque é mulher (na verdade, é tão mau como não a contratar pela mesma razão). Não é aceitável obrigar uma menina a cuidar da casa enquanto o irmão vai à escola. Não é aceitável ignorar as queixas de violência doméstica apresentadas por homens. Não é aceitável uma mulher ter medo de viajar sozinha. Não é aceitável um homem ser forçado a esconder a sua paixão pela dança. Não é aceitável uma atleta ter receio de ir correr ao final da tarde, no Inverno. Não é aceitável obrigar um homem a pagar uma entrada mais cara na discoteca só porque sim.

Feminismo é igualdade de género. É saber que o facto de termos uma vagina ou um pénis não vai definir o nosso futuro e que este será influenciado exclusivamente pelas nossas atitudes, pelas nossas escolhas, pelas nossas capacidades, pelo nosso esforço, pelo nosso trabalho, pelas nossas vontades. Simples assim.

LOOKBOOK | Dream Big

"Now let's talk about dreams. Yes. Dreams. I believe that dreams are one of the best thing in the world. It's so powerful. Because of people dreaming; things are being done and things are being made. Things happen. Dreams are being manifested to beautiful things. Dreams can make people happy, but sad as well (if they don't happen). Well let me tell you, I believe dreams come true because one person decided it so." - Diana Rose Morcilla

LOOKBOOK | Stay strong!

"Don’t accept mediocrity, especially from yourself. You might be going through a hard time, but don’t allow yourself to stay there. Usually, when you feel like giving up, you are on the brink of a powerful transformation. Sometimes, it takes losing everything, including yourself, to know what you want in life and regain inspiration to keep going." - Madonna

BLOGOSFERA | Offline

Depois de muitas incompatibilidades de agenda e com um café marcado em cima da hora, hoje foi o dia em que, finalmente, conheci a Joaninha, a Rita e a Cherry. E que bom que foi! 

As pessoas que nos lêem, que estão do outro lado, que comentam, que nos acompanham e que nos deixam as palavras mais amorosas não são números e é fantástico poder, entre chávenas, conversar sobre tudo como se nos conhecêssemos há anos. Quão maravilhoso é quando a comunidade que temos online ultrapassa as fronteiras dos blogues? 

O final de tarde de hoje foi, numa palavra, impagável. Não sei se falei demais, se disse algo que não devia ou se sou, na realidade, uma pessoa diferente daquela que imaginavam que fosse (espero, genuinamente, que não!) mas sei que o tempo voou e que as conversas fluíram de forma natural e sincera.

Às três meninas que hoje conheci pessoalmente, só posso deixar um agradecimento GIGANTE. Por me acompanharem há tanto tempo, por serem iguais àquilo que demonstram ser nos seus blogues e nas redes sociais e por me fazerem sentir tão à vontade. O facto de não terem existido silêncios constrangedores e de termos conversado sobre temas tão diversificados só vem provar que as redes sociais não matam as amizades offline; pelo contrário - estimulam-nas. Mais uma vez, obrigada!

VIDA PROFISSIONAL | As Despedidas

Hoje saí da empresa com uma lágrima a querer saltar do olho. Cheguei àquele escritório sem nada saber e fui recebida de braços abertos, como se fizesse parte da família há anos e sem nunca me sentir estagiária. Trabalhei imediatamente num projeto ligado à minha área de estudos - o Turismo - e estive, desde o início, rodeada por pessoas que todos os dias me ensinavam algo não só sobre as minhas tarefas laborais mas também sobre o mundo profissional e áreas muito diferentes daquela em que me licenciei. 

A Júlia foi uma dessas pessoas - talvez a principal até agora, por me ter acompanhado no início do meu percurso profissional. Foi, desde o primeiro dia, a minha mentora e, por ser gestora do primeiro projeto em que trabalhei (ainda em modo #CarolinaEstagiária), ensinou-me muita coisa e permitiu que eu aprendesse muitas outras por mim própria.

Hoje, depois de um presente com significado e um abraço de despedida genuíno, não posso deixar de sentir duas emoções paradoxais: 1) felicidade por saber que a Júlia vai abraçar novos projetos que a deixarão realizada e 2) tristeza porque, na verdade, não conheço aquela empresa sem a sua presença. Seja como for, tenho a certeza que vai ser bem sucedida - a mudança tem tudo para ser um sucesso! 


Obrigada por tudo, Júlia. Desejo-te a maior sorte do mundo!

BABY TALK | Tierno Portugal

Como vos disse há uns dias (aqui), cada vez mais estou ligada ao mundo da puericultura, do desenvolvimento infantil da moda para bebés e pensei que podia ser interessante trazer esse mundo também para este blogue. Talvez não seja o primeiro tema que associariam ao Thirteen - nem isso faria sentido - mas acredito que possa ser vantajoso, não só para aumentar o leque de temas que por aqui existem - e que, de certa forma, me definem - mas também porque (quase) todos nós temos, na nossa vida, bebés e crianças a quem, para além de amor e colinho, oferecemos presentes e miminhos.

Assim - e limitando as explicações ao primeiro parágrafo -, hoje falo-vos da Tierno: uma marca portuguesa que cria peças de luxo (personalizadas, se assim for desejado pelo cliente) para bebés até aos 18 meses. As peças são confecionadas da forma mais artesanal possível e todas têm um estilo bastante clássico e elegante, combinado entre si na perfeição e transmitindo tranquilidade e suavidade em cada coordenado.

O branco e os tons pastel (rosa e verde) associam-se aos folhos e ao algodão 100% orgânico - mais saudável para os bebés - e, depois de horas e horas de trabalho, surgem as peças intemporais que dão vida à marca. A preocupação com o detalhe e com o conforto do bebé é inegável e, ainda que os preços possam ser um pouco assustadores para carteiras como a minha, não há como não ficar encantado com as roupinhas amorosas que nos são apresentadas assim que visitamos a Tierno. Quem disse que os portugueses não são talentosos?


Apaixonadíssima por estes sapatos!

LOURINHÃ, PORTUGAL | Museu da Lourinhã

Quando era mais nova visitei várias vezes o Museu da Lourinhã. Na altura ainda podíamos mexer nos ossos de dinossauros à vontade e tinham acabado de descobrir ossos fossilizados por isso ainda estavam a trabalhar neles (os arqueólogos trabalhavam ali mesmo, no Museu, para toda a gente ver, e iam explicando o que tinham encontrado e o que estavam a fazer). Hoje, os fósseis estão mais protegidos e os cuidados são diferentes mas a essência do Museu permanece. Não é por acaso que a Lourinhã se autodenomina de "Capital dos Dinossauros".

O Museu da Lourinhã abrange três áreas temáticas - Arqueologia, Etnografia e Paleontologia - e a visita começa na parte dedicada ao passado da Humanidade, onde encontramos peças que ilustram diferentes períodos da História (Paleolítico, Mesolítico, Neolítico, Cacolítico...) e ainda algumas que nos fazem viajar até à época Romana e à Idade Média. 

Depois, uma viagem até a um passado não muito antigo leva-nos a descobrir as ocupações economicamente dominantes nos dois últimos séculos, a casinha tradicional (não tão antiga assim - a minha mãe e os meus tios viveram numa muito semelhante) e algumas peças de arte sacra. Os brinquedos de outros tempos que trazem recordações aos nossos pais, as máquinas fotográficas antigas e as profissões que caíram em desuso estão representadas na segunda secção do Museu da Lourinhã e é fantástico descobrir os pormenores e ouvir as histórias de quem nos acompanha (visitem este Museu com os vossos pais e/ou avós, se puderem).

Por fim, a exposição de Paleontologia. Na Lourinhã - e neste museu em particular - encontramos a maior exposição ibérica de fósseis de dinossauros do Jurássico Superior. Ninhos com ovos, ossos, pegadas... se gostam tanto de dinossauros como eu, este é um local a visitar sem falta, independentemente da vossa idade. Segundo as notícias que têm surgido, em Outubro deste ano a coleção sairá do Museu e, em Abril de 2018, passará a fazer parte do Dinopark da Lourinhã.

VIDA PROFISSIONAL | Grávidas e Bebés?

A minha vida profissional está, cada vez mais, ligada à puericultura, ao desenvolvimento infantil e à moda para crianças. E se antes de iniciar esta aventura receava não ser capaz de encontrar motivação num tema que nada me dizia, agora sei que o meu caminho não poderia ser outro. 

Adoro, de coração, aquilo que faço diariamente e o facto de não ser mãe, de não estar grávida e de não planear ter um filho nos próximos anos em nada me tem impedido de fazer um trabalho de qualidade ou de ajudar as pessoas que me contactam com dúvidas sobre os melhores produtos para os seus pequeninos. Sinto que, de certa forma, à minha maneira e graças a este projeto, estou a fazer a diferença na vida de alguém e que estou a aprender imenso todos os dias. 

A Carolina de há dois anos - que tinha um ataque de pânico quando precisava de fazer uma chamada - nunca imaginaria tal situação mas, felizmente, a Carolina de agora sente que está no lugar certo e o toque do telefone já não a assusta. 

Uma vez mais, tenho a prova daquilo que sempre defendi: a nossa formação académica não define o nosso rumo profissional - o nosso trabalho, esforço, motivação e vontade de aprender são mais valiosos do que o certificado que guardamos em casa. Não custa ir trabalhar à segunda-feira (mesmo sabendo que é o dia mais complicado da semana!) quando fazemos aquilo que nos apaixona ao lado de uma equipa absolutamente incrível.

LOOKBOOK | Dance!

“You’ll learn, as you get older, that rules are made to be broken. Be bold enough to live life on your terms, and never, ever apologize for it. Go against the grain, refuse to conform, take the road less traveled instead of the well-beaten path. Laugh in the face of adversity, and leap before you look. Dance as though EVERYBODY is watching. March to the beat of your own drummer. And stubbornly refuse to fit in.” - Mandy Hale

ERICEIRA, PORTUGAL | Com Pinta

Para jantar na Ericeira, recomendo o "Com Pinta" - um restaurante que serve pratos italianos de comer e chorar por mais e ainda opções bem portuguesas. O "Pinta" já era o nosso restaurante de eleição quando eu era mais nova mas este novo conceito - "Com Pinta" - fez com que, durante as nossas férias, o escolhêssemos para quatro jantares (uma loucura, eu sei!).

A decoração é moderna - reparem na bicicleta pendurada - e muito cool, num ambiente acolhedor, jovem mas sem o ser demasiado e muito confortável. As opções na ementa vão desde as fabulosas pizzas, às maravilhosas massas e desde o salmão grelhado aos hambúrgueres ou pratos de bife ou de bacalhau - há, realmente, opções para todos os gostos, havendo também menus especialmente criados para crianças. Este é um restaurante extremamente popular (aconselho sempre a fazerem reserva!) e quando os nossos pratos chegam à mesa percebemos imediatamente porquê.

Optei sempre pelas massas e pelas pizzas - é-me muito difícil fugir dessas opções quando elas existem e destaco a "Massa Carbonara" e a "Pizza Romana" (na fotografia) - mas a minha companhia variou um pouco mais e todos ficamos fãs de todos os pratos que provámos. O "Com Pinta" está mais do que recomendado!


Instagram: @carolinanelas