Thirteen

THIRTEEN | Um mês de publicações agendadas

No início do ano decidi que não iria deixar o blogue ao abandono e que iria começar a apostar nas publicações agendadas. Durante um mês, à excepção da reflexão mensal e das publicações com uma só linha, tudo foi escrito com duas semanas de antecedência e devidamente planeado. O resultado? Um blogue coeso com publicações frequentes e assuntos diversos.

O objetivo era simples: garantir conteúdos regulares e relevantes no blogue sem deixar que o trabalho, a ansiedade ou as horas fora de casa me atrapalhassem. No último dia do mês, olho para trás e percebo que foi uma boa decisão. A utilização de publicações agendadas não faria qualquer sentido há dois anos porém, com tantas coisas a acontecer ao mesmo tempo, a possibilidade de me focar a 100% no blogue em alguns momentos da minha semana é essencial para mim e uma verdadeira terapia.

Neste momento, não quero que o blogue represente o ritmo do meu quotidiano. Quero, sim, que represente os meus interesses, as diferentes fases da minha vida, as decisões que tomo, os desafios que enfrento, as marcas que descubro, os produtos que experimento, os filmes que vejo, os livros que leio e as roupas que gosto de vestir. E, atualmente, as publicações agendadas são as minhas melhores aliadas. O Thirteen ainda tem muito por onde crescer e eu ainda tenho muito para vos contar.

INSTAGRAM | Janeiro 2018

O ano começou da melhor forma, ao lado da minha família e do Gui e 2018 trouxe-me uma energia diferente: pela primeira vez, olhei para Janeiro como um verdadeiro recomeço e como uma oportunidade para chegar ao final do ano verdadeiramente concretizada. Tenho objetivos definidos, a curto e médio prazo, e acredito que as minhas expectativas não ficarão defraudadas (mesmo sabendo que existirão entraves; seria irrealista pensar que tudo será ouro sobre azul).

Em Janeiro descobri que vêm vários bebés a caminho, o meu telemóvel foi para arranjar, inscrevi-me no ginásio, trabalhei muito no De Mãe Para Mãe, regressei às aulas de ballet e ao blogue, continuei as remodelações n'O Apartamento e fiquei um passo mais perto da minha casinha de sonho ao criar o elemento que ficará por cima do meu sofá cor-de-rosa.

Janeiro foi longo - não o é sempre? - mas foi um bom mês. A minha medicação mudou novamente e o trabalho intensificou-se uma vez mais, é certo, mas Janeiro mostrou-me que continuo a ser capaz de batalhar e que, apesar das dificuldades, não baixo os braços. Estava a precisar de algo que me fizesse acreditar em mim e o facto de começar o ano mais confiante e com a certeza de que estou a trabalhar para fazer de mim uma melhor pessoa e profissional é o que preciso neste momento.


Alguém já esteve em Budapeste? Têm dicas para partilhar?

VIDA PROFISSIONAL | Não trabalho na minha área de formação... e adoro!

Para quem me segue há mais tempo, isto não é novidade. Para quem acabou de chegar, um parágrafo para contextualizar o que se segue: sou licenciada em Turismo mas, neste momento, trabalho em Marketing Digital e E-Commerce. Quando comecei a minha vida profissional, trabalhei num projeto ligado à minha área de formação mas os meses foram passando, eu fui evoluindo, esse projeto acabou por ficar para trás e ultimamente tenho trabalhado 1) num E-Commerce de puericultura e 2) em algumas vertentes do Marketing Digital na área da moda. São dois mundos completamente diferentes que se misturam perfeitamente no meu quotidiano e que me fazem muito feliz.

Defendo muitas vezes que a nossa licenciatura não é limitativa - nem tão pouco define aquilo que vamos fazer toda a vida - e, quando o digo, a maior parte das pessoas rapidamente concorda comigo. No entanto, nos momentos do quotidiano e nas conversas de café, ainda sou muitas vezes julgada por trabalhar numa área que nada tem a ver com a temática da minha formação-base. Ainda há muitas pessoas que me apontam o dedo e que duvidam daquilo que fui e sou capaz de executar.

Será o certificado académico tão importante ao ponto de nos cegar para todas as oportunidades que o mundo oferece? Serão as licenciaturas limitativas ao ponto de bloquear todas as capacidades que temos para desenvolver? Estaremos mesmo a roubar o lugar a outra pessoa quando damos provas de que somos aptos para evoluir naquele cargo, setor ou profissão?

Trabalho muito para aprender mais, para ser melhor nas minhas funções e para acrescentar valor aos projetos em que estou envolvida. Ser feliz à segunda-feira de manhã - mesmo sabendo que acabo de iniciar uma semana de loucos - é só a prova de que estou no caminho certo.

TURISMO | Cinco Viagens a Fazer

Há muitas cidades e países que quero conhecer. Existe todo um mundo por descobrir à minha frente e acredito que esta escolha tenha a ver, em parte, com o meu estado de espírito atual - não é sempre assim? - mas tentei reunir cinco destinos que gostaria de visitar nos próximos cinco anos e cheguei a uma lista bastante diversificada. Mesmo querendo rever e revistar algumas cidades, excluí locais onde estive desde 2005 - salvo uma excepção que verão mais à frente com a devida explicação - e dei espaço a outros que com certeza terão, também, muito para oferecer.

Polónia | Há muito que sonho com uma viagem à Polónia para visitar os campos de concentração. É uma daquelas viagens que sei que serão duras e um verdadeiro murro no estômago mas que, ao mesmo tempo, me farão dar (ainda mais) valor a tudo o que tenho. Visitar Auschwitz-Birkenau é algo que quero MESMO fazer nos próximos anos. Sei que me vai deixar de rastos mas é algo que preciso de fazer também por mim.

Itália | Uma viagem mais leve: Florença, em Itália. Esta é uma das viagens que eu e o Gui queremos fazer juntos. A cidade da arte, da arquitetura, da comida. Apesar de pequenina, Florença tem, de certeza absoluta, muito para oferecer (e eu confesso que estou particularmente curiosa com as suas ruas que parecem tão preservadas e com dois museus: o Museu Galileo e a Galleria deli Uffizi).

França | A Disneyland Paris conta como cidade? Não? Vamos fingir que sim, tendo em conta a imensidão do Parque e a magia que o envolve, está bem? Tendo em conta que lá estive em 1998, como devem imaginar as minhas memórias são vagas (a minha irmã, sim, aproveitou ao máximo!) e apesar de ter estado em Paris em 2010 pela segunda vez, não tive oportunidade de ir ao Parque. Quero MUITO passar um fim-de-semana prolongado neste Parque de Diversões.

Marrocos | Esta é o destino-batota da lista. Estive em Marrocos em 2008. Na verdade, visitei cinco cidades: Meknès, Rabat, Fez, Marrakesh e Casablanca. Contudo, o estilo daquela viagem em particular não foi compatível comigo e o calor era tanto (e a minha tolerância a ele e aos cheiros estranhos era tão pouca) que sinto que não aproveitei verdadeiramente a viagem. Um dia, espero regressar a Marrocos num contexto diferente e numa viagem mais calma.

Austrália | Apesar desta lista incluir destinos que eu sei que são possíveis de visitar ao longo dos próximos cinco anos se assim fizer sentido, precisava de incluir aqui um desejo mais utópico. E qual o local mais utópico para uma portuguesa visitar antes dos 30 anos? Bem... Consigo lembrar-me de alguns mas Sidney está, impreterivelmente, na lista! A Austrália fascina-me, que posso eu fazer?! Sim, os bichos mais mortíferos estão na Austrália. Sim, são muitas horas de viagem. Sim, fica do outro lado do mundo. Mas uma pessoa pode sonhar, não é?


Coisas boas desta vida: a Blogosfera.

INSTAGRAM | Uma fotografia por dia...

O Instagram é a minha rede social favorita. Acredito que seja a rede social onde as pessoas partilham mais detalhes bonitos e momentos felizes e isso inspira-me. Tenho algumas regras que gosto de cumprir (como não publicar uma fotografia na hora em que a tiro ou antes de sair do local onde foi tirada) mas esta é, sem dúvida, a rede social que mais utilizo e que mais visito.

Decidi, então (uma vez que gosto tanto desta rede social mas que nos últimos meses de 2017 tinha andado mais esquecida), lançar-me um desafio: publicar (pelo menos) uma fotografia por dia. Até agora tem corrido bem: ainda não falhei nenhum dia, apesar de já ter feito algumas batotas e apesar de já ter publicado mais do que uma vez no mesmo dia, mas acho que seria ainda mais giro se pudéssemos juntar-nos nesta aventura de publicar diariamente em 2018. Quem alinha?

TECH | És tu!

Quem perderia o mapa numa viagem? Quem é o pior cozinheiro? Quem faria um curso de bordados? Quem estudaria meses a fio para um exame? As perguntas são variadas mas as respostas são sempre simples e intuitivas. "És tu!", para a PS4, é um jogo de quizz no qual os protagonistas somos nós e os nossos amigos e/ou familiares. O jogo promove, assim, a componente social que muitas vezes fica esquecido no entretenimento digital com a vantagem de ser jogado através de uma aplicação instalada no smartphone ou no tablet (não precisamos de jogar à vez por não haver comandos suficientes, só precisamos de estar todos ligados à mesma rede).

Num formato que só funciona verdadeiramente com três ou mais jogadores, com "És tu!" poderão perceber se os vossos amigos e familiares vos conhecem realmente bem (ou, visto de outra forma, aquilo que pensam sobre vocês!). Num casamento, num transporte público, na escola, num museu... os cenários e histórias vão variando, as perguntas e os desafios vão surgindo e, sempre que dois jogadores dão a mesma resposta, recebem pontos.

O Observador diz que "(...)"És Tu!" é uma celebração das pessoas, amizades e suas diferenças, tal como uma boa aposta para bons momentos de diversão, mas sem esquecer que, na verdade, as partidas são tão divertidas quanto as pessoas com quem estamos a jogar o permitirem." - e eu não podia concordar mais. Bem apostado!

SOLIDARIEDADE | Projeto Amélia

O Projeto Amélia tem este nome em homenagem a Amelia Earhart, a primeira aviadora a voar sozinha sobre o Atlântico - uma forma bonita de mostrar que os meios de transporte podem, efetivamente, mudar vidas e fazer a diferença. A missão é simples e difícil em simultâneo: ajudar crianças vítimas de cancro a chegar ao único hospital pediátrico que existe no Myanmar.

O irmão do fundador do projeto combateu e venceu um cancro ainda em criança e, quando nasceu a sua pequena Amélia - a segunda razão para o projeto ter este nome -, Fernando decidiu ajudar as crianças que não têm as mesmas condições. No Myanmar, apenas 10% das crianças com cancro sobrevivem (sim, só 10%) e, na maior parte das vezes, é porque não conseguem chegar ao hospital - a questão dos tratamentos serem caros nem se coloca de imediato porque a primeira preocupação é mesmo conseguir o transporte.

Num país com mais de 50 milhões de habitantes existe apenas um hospital capaz de tratar estas crianças. Para muitas famílias, a única esperança de salvarem os seus filhos está neste hospital, localizado a centenas de quilómetros de distância. Mas num dos países mais pobres do mundo, os pais de crianças como Nyan, não têm dinheiro para pagar a viagem (que pode demorar até 4 dias). Alguns pais vendem tudo o que têm, incluindo o gado que lhes permite alimentar as suas famílias. 

O Projeto Amélia, em associação com a organização "World Child Cancer", está a ajudar centenas de crianças que vivem em pobreza extrema (com menos de 40 cêntimos por dia) a viajarem para o único hospital que as pode salvar. Se isto não é de louvar e apoiar, não sei o que será.


Luz n'O Apartamento? Check!

AMOR | Obrigada, Gui.

Digo "obrigada" muitas vezes por dia, sempre que faz sentido. Quando alguém me passa a caneta que está do outro lado da mesa, quando uma colega me ajuda com a expedição das encomendas, quando um estranho abre a porta por mim ou me deixa entrar primeiro no elevador, quando finalizo o pagamento no supermercado, quando alguém apanha algo que eu deixei cair... agradeço. "Obrigada" é uma palavra que nunca elimino do quotidiano e é uma palavra que nunca elimino da minha relação com o Gui. Sinto-me verdadeiramente grata por tê-lo ao meu lado e, por isso mesmo, faz sentido dizê-lo. Hoje, a publicação do Thirteen traduz-se num agradecimento sincero a quem é sempre incansável e impecável.

Não há muita gente que me faça sentir em casa com um só abraço ou que saiba acalmar-me quando a ansiedade ataca e as lágrimas escorrem pelo meu rosto à velocidade da luz. O Gui faz e sabe. E hoje, só porque sim, quero celebrar essa presença, essa sensibilidade, essa dedicação, essa forma de ser.

Obrigada, Gui. Por alinhares nas minhas ideias. Por seres incansável. Por nunca dizeres que não a uma ida ao IKEA. Por apoiares todos os meus projetos e por acreditares em todas as minhas ideias. Por seres programador, fotógrafo e designer. Por nunca me puxares para trás. Por, apesar de seres muito irritante, teres sempre aquele super abraço depois de dizeres parvoíces. Obrigada. Por seres sempre sincero. Por nunca desvalorizares os monstros com que me debato. Por não te zangares sempre que eu adormeço cedo demais. Por me fazeres sentir em casa em qualquer parte do mundo. Por quereres conhecer o mundo comigo. Obrigada. Por seres tu. Por me teres mostrado o que podemos ser e ter. És impagável.


Instagram: @carolinanelas

QUOTIDIANO | Objetivos para 2018

Mudar de casa. Em 2017 comprei um apartamento e, apesar de estar a demorar mais do que aquilo que eu desejava ou previa, o principal objetivo para 2018 é, sem dúvida alguma, terminar todas as remodelações, decorá-lo ao meu gosto e mudar-me para lá. Espero atingir esta meta ainda na primeira metade do ano mas, com alguma margem de manobra, gestão de expectativas e espaço para imprevistos, Dezembro é o limite dos limites.

Fazer (pelo menos) duas viagens. Quando decidi comprar O Apartamento, as minhas prioridades mudaram e as minhas poupanças passaram a ter finalidades diferentes. Em 2018, agora que sinto que as coisas estão mais ou menos encaminhadas, quero poupar para duas viagens. Uma já está mais ou menos definida e a segunda... ainda é uma incógnita.

Contribuir para o crescimento do De Mãe Para Mãe. Este é o meu objetivo profissional para 2018. Trabalho neste projeto desde Março de 2017, ajudei na sua renovação e no nascimento da nova loja e quero muito que 2018 seja O ano para aquele que já é o maior portal sobre maternidade em Portugal.

Criar (e cumprir) um calendário editorial. Até hoje olhava para o blogue de uma forma muito despreocupada. Nunca estabeleci temas, horários de publicação ou dias para escrever. Porém, com o trabalho acumulado e os dias que não terminam, o Thirteen foi muitas vezes posto de parte. Apesar de não ser nada de grave ou de preocupante, isso entristeceu-me. Decidi então que, em 2018, iria criar e cumprir um plano editorial. Quero manter a fluidez, a naturalidade e a espontaneidade de sempre mas, simultaneamente, ser capaz de garantir novos conteúdos de uma forma (quase) diária. Acham que aguentam?

Deixar de precisar de medicação. Eu podia perfeitamente dizer "deixar de tomar medicação" mas essa seria uma rasteira - eu quero deixar de PRECISAR dela e não simplesmente deixar de a incluir nas minhas rotinas matinais. Sei que este ponto não depende apenas do meu esforço mas também da forma como o meu organismo reage aos estímulos mas sou sincera quando digo que me sentiria realizada se, no final do ano, pudesse dizer que já não preciso de antidepressivos ou ansiolíticos para não me sentir irritada, nervosa ou ansiosa.

INSTAGRAM | #OApartamentoDaCarolina #CarolinaGordichona (...)

Nas minhas redes sociais pessoais não dou muito uso ao verdadeiro objetivo das hashtags mas  crio-as e utilizo-as com um propósito muito especial: reunir e catalogar todas as fotografias que se inserem num determinado assunto ou fase de vida.

Gosto de criar uma para cada viagem que faço (#CarolinaEmLocal-Ano), tenho uma para o meu aniversário (#CarolinaAniversariante) e tenho duas que utilizo durante todo o ano: #CarolinaGordichona (com todas as referências alimentares e todas as gordices que fazem parte da minha vida!) e #OApartamentoDaCarolina (que criei recentemente e que irá, sem dúvida, acompanhar esta minha nova aventura).

Conheço algumas pessoas que fazem o mesmo e acho fantástico que o Instagram permita seguir esses álbuns também (independentemente de seguirmos, ou não, o perfil das pessoas que utilizam essas mesmas hashtags). Assim de repente, acho que sigo apenas as que são relacionadas com viagens e decoração mas convido-vos, desde já, a partilhar nos comentários as vossas favoritas, assim como os vossos perfis, para que eu possa espreitar!


Instagram: @carolinanelas

LISBOA, PORTUGAL | Dinossauros Alive

A exposição "Dinossauros Alive" está patente na Cordoaria Nacional e apresenta-nos cenários de habitats, fósseis e muita informação sobre os diferentes tipos de dinossauros. Para além das muitas curiosidades e dados interessantes sobre os seus corpos, alimentação e quotidiano, a exposição também aborda o seu desaparecimento e inclui um atelier onde os mais pequeninos podem explorar as suas facetas de paleontólogos e fazer escavações.

"Dinossauros Alive" conta com cerca de cinquenta dinossauros animatrónicos que ilustram, precisamente, os hábitos alimentares e comportamentos dos animais extintos (conselho de amiga: protejam as crianças do dinossauro gigante que come um dinossauro bebé - é traumático!) e dá-nos a oportunidade de percorrer, por ordem cronológica, os diferentes períodos de tempo - desde o Triássico ao Cretáceo -, havendo ainda uma galeria com ossos e esqueletos de diferentes espécies de animais e plantas pré-históricos. 

As informações ao longo do percurso são sempre bastante acessíveis apesar dos nomes técnicos e incluem perguntas e respostas que acabam por nos trazer algumas novidades sobre as espécies menos conhecidas. A exposição pode ser visitada até dia 28 de Janeiro e o preço do bilhete para adulto é de 11€.


Fotografia: Ana Nelas.

Mais sobre Lisboa: 5 Dias na Capital | Museu do Design e da Moda (MUDE) | Tartine | Parque das Nações | Oceanário de Lisboa | Hamburgueria do Bairro | Jardim da Estrela | Karl's Cookies | Noobai Café | Pistola y Corazón | Casa de Fernando Pessoa | Lx Brownie | Sr. Guilho | A Padaria do Povo | Belém | Museu da Eletricidade | Ristorante Pizzeria Valentino | Centro Cultural de Belém (CCB) | Pois, Café | Fundação Saramago (Casa dos Bicos) | A Luz de Lisboa || Cidade Natalícia | Miss Japa | Museu Nacional do Traje | Museu Nacional do Teatro e da Dança || Pop Cereal Café | Lisboa Story Centre | Museu Nacional de História Natural e da Ciência || Hikidashi | Nannarella || A Cultura do Hambúrguer | Atalho Real | Artisani | Castelo de São Jorge | Museu Nacional dos Coches | Pavilhão do Conhecimento || Leitaria Lisboa || A Última de 2017 | Dear Breakfast

GUARDA-ROUPA | O Adeus às Skinny Jeans?

Há uns cinco ou seis anos, no que diz respeito a calças de ganga, eu só vestia skinny jeans. Eram uma escolha segura, independentemente da cor, e ficavam sempre bem. Porém, de há uns anos para cá, comecei a apostar noutros modelos e a encantar-me com outras silhuetas que não agradam a toda a gente mas que me dão uma sensação de poder e de estilo bem vincado.

Respondendo à pergunta do título: não, não é o adeus às skinny jeans - nem de perto! - e acho que esse adeus não acontecerá tão cedo. Mas numa altura em que é tão difícil encontrar, nas Zaras desta vida, calças justas que assentem na perfeição e que não sejam demasiado compridas ou largas na zona da cintura, é uma salvação ter aprendido a gostar de outros modelos e sentir-me confortável quando visto diferentes tipos de tecidos. O meu estilo é cada vez mais versátil e as peças que encontro no meu guarda-roupa são cada vez mais diversas - uma representação do meu crescimento e das mudanças que ocorreram nos últimos dois anos.

FAMÍLIA | A Casa de Bonecas

Uma das minhas memórias de infância favoritas está associada à minha casa de bonecas (ESTA). Se brinquei com ela duas ou três vezes foi muito, confesso, mas os momentos que passei a construí-la com o meu pai foram verdadeiramente especiais e ainda hoje os recordo com o maior dos carinhos.

A casa de bonecas veio de Óbidos e trazia papéis coloridos, pedaços de madeira e alguns plásticos que, aos poucos, se transformaram em paredes, janelas, portas, um telhado e divisões. Foi preciso comprar mais materiais, fazer pinturas, colar papel de parede, esperar que a tinta ou a cola secasse, cortar madeira e construir cada um dos andares (dois com divisões e ainda um sótão).

A casa foi construída a pouco e pouco - sempre no fim das aulas e dos trabalhos de casa - e demorou semanas a ficar concluída. Foi um projeto que nos ocupou durante bastante tempo e apesar da minha falta de jeito (própria de uma criança de seis anos), sei que ajudei em todos os passos e que me é tão especial precisamente por esse motivo. Hoje, sempre que olho para ela, faço questão de me lembrar que tive uma infância muito feliz (algo que, infelizmente, nem todas as crianças têm).

SAÚDE | O Susto!

Sendo um tema tão pessoal e delicado, hesitei antes de começar a escrever esta publicação. Até que me caiu a ficha e percebi: isto pode servir como chamada de atenção para os meus leitores; este tema merece ser abordado; o mundo precisa de deixar de ter vergonha de falar neste tipo de assuntos.

Numa bela quinta-feira de Dezembro, acordei com uma dor estranha na mama esquerda (e sim, vamos chamar as coisas pelos nomes). Achei que podia estar dorida do soutien novo, que tivesse ido contra qualquer coisa (acontece!), que talvez me tivesse magoado a carregar as infinitas caixas de fraldas na empresa - na verdade, pensei imediatamente que fosse uma dor muscular. No entanto, a dor intensificou-se durante o dia e, à noite, a minha mama não só estava muito mais dorida como também estava inchada. Fiz a palpação mamária - que alerto já que deve ser feita com frequência! - e reparei em algo que não estava ali antes.

Às 8h15 da manhã do dia seguinte estava no consultório. Queria tirar as teimas o mais rápido possível. A médica detetou, realmente, algo de errado - um quisto que não deveria estar ali e uma inflamação - e, apesar de me ter descansado logo com o diagnóstico das alterações hormonais provocadas pelo stress, pediu que fizesse exames para confirmar que, realmente, não estava ali nada de grave. 

Exames feitos e resultados na mão: tratava-se apenas de um nódulo provocado por alterações hormonais, como ela previa. Não passou de um susto. Porém, aquilo que foi só isso mesmo - um susto - poderia ter sido algo diferente e serviu para me fazer pensar sobre as verdadeiras prioridades da minha vida. 

Nada deve sobrepor-se à nossa saúde e cada vez mais sinto necessidade de alertar para a importância de estarmos atentos ao nosso corpo e de não ignorarmos sintomas. Se não for nada de especial (como aconteceu comigo) melhor ainda - não será, nunca, uma preocupação excessiva ou uma perda de tempo. O diagnóstico precoce é essencial.

Os presentes-surpresa são os melhores e esta carteira é diferente de tudo o que já tenho!

O APARTAMENTO | Remodelações

Ainda não tenho grandes avanços para partilhar relativamente ao Apartamento, confesso. Quando falamos de obras e remodelações, por mais pequeninas e simples que sejam, são sempre bastante dispendiosas e, dessa forma, posso apenas fazer - ou mandar fazer - um pouco a cada mês. Fica então a lista de coisas que estão (ou que ainda serão) feitas:

Pinturas | O Apartamento está em bom estado e as paredes não estavam maltratadas quando o comprei mas eu queria mesmo mudar-me para um apartamento novo e fresco, com paredes pintadas de branco e sem marcas. Assim, a primeira alteração foi, precisamente, a pintura das paredes e dos tetos. Algo óbvio para muita gente mas um pormenor descurado por outras tantas pessoas.

Chão | À excepção da cozinha e da casa-de-banho, onde o chão é azulejo, havia alguns riscos a precisar de correção. Simultaneamente à pintura - de forma intercalada, para dizer a verdade - tratámos do chão. Era necessário polir e envernizar o chão do quarto (o mais crítico), da sala e do corredor... e assim foi.

Portas | Falei-vos desta questão quando dei algumas dicas para quartos pequenos. Trocar a direção da porta do quarto e colocar portas deslizantes no armário é imprescindível para mim pois irá permitir-me poupar (muito) espaço nessa divisão. No entanto, para tornar o apartamento mais amplo, decidi também retirar as portas que dividem a sala do corredor e a porta da cozinha (que também rouba imenso espaço numa cozinha que já é, por si só, uma mini-cozinha).

Armário da casa-de-banho | Podia ser giro nos anos 80 ou 90 mas agora está só ultrapassado. Ainda estou indecisa se troco apenas os puxadores (que fazem toda a diferença) e o espelho ou se troco, realmente, o móvel mas uma coisa é certa: assim não vai ficar.

Armários da cozinha | Estão todos em bom estado mas alguém teve a brilhante ideia de colar um plástico (?) cinza escuro em algumas das prateleiras. Resultado: vou ter que arrancar esse plástico autocolante e, depois, ver o estado das prateleiras, substituindo-as ou não consoante aquilo que descobrir. Por outro lado, também será necessário trocar os rodapés dos armários, que já não estão em bom estado e que ficarão ainda piores quando começar a utilizar o espaço (estaria a adiar algo que tem mesmo de ser feito).


É verdade: ainda tenho várias despesas antes de poder continuar as compras.

COPENHAGA, DINAMARCA | Tivoli

Não, não me enganei - também existe um Tivoli na Dinamarca! Fica em Copenhaga, mesmo no centro da cidade, e é um parque de diversões maravilhoso com montanhas-russas, imensos cafés e restaurantes, lojas, jardins, um lago e até espaços próprios para espetáculos - para todos os gostos e idades! Com uma particularidade: apesar deste ser, realmente, um parque de diversões, é muito mais do que isso e tem um sistema de bilheteira que o comprova.

No Tivoli toda a gente paga o bilhete de entrada mas, para usufruir dos divertimentos, são necessários bilhetes avulso (para cada diversão) ou então a pulseira de acesso ilimitado (multi-ride). Ao início achei muito estranho mas depois percebi que, tendo em conta o estilo de vida dinamarquês e a diversidade de atividades, faz realmente sentido - para quem só quer usufruir do espaço, o bilhete é mais em conta.

Quando passamos as portas de entrada, altas e imponentes, sentimos que estamos dentro de um filme. O ambiente é tão aconchegante e único que merece mesmo ser vivido entre ruas estreitas, árvores altíssimas, algodão doce, barraquinhas de jogos, fotografias instantâneas e detalhes tradicionais. É fantástico e ainda que tenha mais de 170 anos é, em simultâneo, clássico e moderno.

Se puderem gastar uma tarde (ou, como nós fizemos, um final de tarde e início de noite) no Tivoli, façam-no! Mesmo que não sejam fãs de montanhas-russas (como eu sou), tenho a certeza que vão adorar o espaço e passar momentos maravilhosos.

BABY TALK | Vem aí uma Luísa!

A minha professora de ballet está grávida e a Luísa, que eu estou sempre a dizer que vai nascer no Dia Internacional da Dança, será uma bebé muito amada, conhecedora de Tchaikovsky e de expressões em francês. É sempre estranho quando, no nosso círculo de amigos, as pessoas começam a casar e a engravidar mas essa é, ao mesmo tempo, uma fase muito especial e feliz. 2018, com tantos bebés a caminho, não pode ser um ano mau!

Esperei para saber se seria uma Luísa ou um Miguel mas não resisti: para além das fraldas Nunex num tamanho seguro ("o primeiro pack de fraldas da Luísa!") e das chupetas mais amorosas do planeta, perfeitas para recém-nascidos graças ao seu formato, comprei também a blusa mais querida, com folhinhos e uma carga emocional forte (pertence à coleção "O Principezinho" e foi feita à mão de propósito para a pequena Luísa). Este é um presente muito especial - e a Luísa vai ficar um amor, não vai?

CINEMA | The Intouchables [2011]

Não é por acaso que, em português, o filme é conhecido como "Amigos Improváveis". "The Intouchables" retrata, com humor e alguma leveza, um tema sério e a possibilidade de dois caminhos se cruzarem quando, à partida, nada têm a ver um com o outro. Este é um filme sobre a vontade de viver, de aprender, de querer ser melhor - mesmo quando a vida é madrasta e coloca um pedregulho na estrada onde tentamos conduzir.

A interpretação da arte, a aprendizagem fora da nossa zona de conforto, as relações humanas, a música (dos mais variados tipos e como podem coexistir sem ser necessário aniquilar um ou outro), a lealdade, a doença e a forma como vemos o mundo são alguns dos temas abordados e a banda sonora, do fabuloso Ludovico Einaudi, completa-os na perfeição. Num mundo cada vez mais egoísta, esta é uma longa metragem que nos convida a refletir sobre aquilo que damos aos outros e sobre a forma como podemos fazer a diferença na vida de alguém.

"The Intouchables" poderia ser um filme dramático sobre vítimas, lágrimas e diferenças entre ricos e pobres mas é precisamente o oposto: é um filme de esperança, de mudança, de sucesso. E, para além de nos fazer questionar sobre aquilo que oferecemos a quem nos rodeia, leva-nos a perguntar o que fazemos por nós próprios e no quão sortudos somos. Aquele que poderia ser apenas mais um filme sobre tolerância e aceitação, transforma-se numa obra que todos devem ver.

DANÇA | Aula Aberta [21.12.2017]

Na minha escola de dança, a última aula antes das férias de Natal - e, posteriormente, a última antes das férias da Páscoa - é uma aula aberta. Isto significa que, excecionalmente, existe público; os familiares e amigos dos alunos podem assistir à aula e tirar fotografias, sem as restrições habituais que fazem todo o sentido nos restantes momentos letivos. Este ano, o meu pai e o meu namorado estiveram presentes pela primeira vez - de máquina fotográfica em punho e olhos atentos. Ficam alguns registos a preto e branco, para mais tarde recordar:

THIRTEEN | #PostaisParaOsLeitoresDoThirteen

Perguntei-vos se alinhavam (aqui) e, para minha surpresa, recebi dezenas de pedidos. Escrevi e enviei cerca de cinquenta postais até ao final de 2017 e, ainda que tenha demorado mais do que aquilo que eu previa, não podia ter ficado mais feliz. Todos os postais foram escritos com carinho e, para além de me terem permitido agradecer individualmente a cada uma das pessoas que acompanham o Thirteen, também permitiram aproximar-me dos leitores que preferem acompanhar-me em silêncio.

A todos os que alinharam na iniciativa #PostaisParaOsLeitoresDoThirteen, o meu mais sincero agradecimento. Obrigada a todos os que me enviaram emails. Obrigada aos que partilharam comigo as palavras mais genuínas e amorosas. Obrigada a todos os que, depois de receberem o meu postal, fizeram questão de retribuir com o mesmo gesto. Obrigada a todos os que me surpreenderam. Obrigada a todos os que me escreveram mensagens bonitas. Obrigada a todos os que estão desse lado e, com esta iniciativa, fizeram questão de mostrar que estão mesmo. Espero que tenham gostado dos meus postais tanto como eu gostei de os escrever - é fantástico contribuir para que este hábito não se perca por completo.


Instagram: @carolinanelas

INSTAGRAM | @livpurvis

A Olivia - @livpurvis - vive em Londres, farta-se de viajar pelo mundo fora e tem um dos perfis mais bonitos que sigo. E apesar das fotografias bonitas - e da miúda gira que gere esta conta - este é um registo fotográfico muito cru e real. A Olivia é uma miúda com quem nos identificamos, que aprecia os detalhes das ruas que pisa e dos momentos que vive e que partilha o seu quotidiano de uma forma muito simples, com algumas parvoíces pelo meio - e é isso que me faz segui-la com atenção.

Neste álbum há chá e bolinhos, há praia e vestidos leves, há livros e perfumes, há selfies, sapatos e espaços bonitos, há carros, mensagens fortes e momentos especiais. A Olivia vem provar que nesta rede social, as pessoas têm tendência para partilhar o lado bom da vida e, só por isso, merece que sejamos seus seguidores.

TELEVISÃO | Young Sheldon [2017]

Uma série para quem acompanha "The Big Bang Theory" ou, simplesmente, para quem gosta de pequenos génios. "Young Sheldon" é o primeiro spin-off da série americana e leva-nos a viajar até à infância de Sheldon Cooper, o protagonista. Podia ter corrido muito mal - há poucos spin-offs bons, sejamos sinceros! - mas o facto de não ser necessário conhecer a série que lhe deu origem muda tudo.

O formato foi bem pensado, as gargalhadas falsas de fundo não existem (yay!) e, claro, a narração da história pela voz de Jim Parsons (o Sheldon original) confere-lhe um toque especial. O elenco, por sua vez, foi escolhido a dedo e Iain Armitage leva a série às costas quase sem querer: não é exuberante e a sua interpretação alinha-se na perfeição com a dos outros atores (Reagan Revord, que interpreta Missy, irmã gémea de Sheldon, é a miúda mais sarcástica e divertida mas todos os outros atores desempenham bem o seu papel).

"Young Sheldon" tem tudo para se tornar um sucesso, podendo até superar "The Big Bang Theory". A série preenche todos os requisitos para ser uma das séries populares entre o público que gosta de momentos descontraídos e as referências aos anos 80 e a alguns nomes importantes nas diversas áreas da ciência são pontos a favor. "Young Sheldon" não tem nada a ver com "The Big Bang Theory" - e é por isso que é tão especial. Aguardo ansiosamente novos episódios!

LOOKBOOK | Pearls

“If we never experience the chill of a dark winter, it is very unlikely that we will ever cherish the warmth of a bright summer’s day. Nothing stimulates our appetite for the simple joys of life more than the starvation caused by sadness or desperation. In order to complete our amazing life journey successfully, it is vital that we turn each and every dark tear into a pearl of wisdom, and find the blessing in every curse.” - Anthon St. Maarten, "Divine Living: The Essential Guide To Your True Destiny".

ROSTO | Máscara Facial: Don't Look at Me!

Quando a minha pele está mais seca ou maltratada, recorro à minha aliada azul: a máscara "Don't Look at Me" da Lush Cosmetics. Esta é uma máscara facial hidratante que guardo no frigorífico e que aplico durante 15 minutos em todo o rosto - e sim, fico hilariante com a cara toda azul! 

Criada à base de citrinos não tem um aroma intenso ou enjoativo e a sua textura espessa e esfoliante ajuda a eliminar impurezas enquanto nutre, protege, refresca, tonifica e hidrata o rosto. Na sua composição estão ingredientes variados - sempre naturais, como a Lush nos habituou - tais como sumo de limão, xarope de arroz e manteiga de murumuru, entre outros. A sensação de frescura que a máscara proporciona logo que aplicada, a facilidade com que é retirada (basta enxaguar!) e a suavidade que assegura transformam a "Don't Look at Me" num dos meus produtos de rosto favoritos - recomendo!

LISBOA, PORTUGAL | Dear Breakfast

Em São Bento, na Rua das Gaivotas, o "Dear Breakfast" é uma ode às manhãs demoradas. Decorado em tons de azul, branco e rosa velho, com muitas texturas e pratos deliciosos, este é um cafézinho para visitar, idealmente, durante a semana. Aqui podemos tomar o pequeno-almoço, almoçar algo leve ou lanchar enquanto lemos uma revista, trabalhamos ou conversamos com alguém que nos é importante. Ao fim de semana, a agitação é maior - e recomendo que façam reserva - tornando o espaço menos agradável, porém os elementos saborosos do brunch compensam a confusão (sobretudo quando vamos em boa companhia).

Os ovos são, sem dúvida, as estrelas do Dear Breakfast - e eu fiquei fã dos Benedict! - mas os croissants e as torradas com doce não lhes ficam nada atrás. Num dia frio, viajei até às fotografias que vejo de Santorini (inevitável não associar!) e, para além de ter ficado satisfeitíssima com o pequeno-almoço que pode ser tomado até às quatro da tarde, não posso deixar de referir o atendimento simpático e a jovialidade do ambiente. Para regressar (mais uma vez).


Alguém me sabe dizer onde posso comprar esta coluna (ou semelhante)?

LIVRO | Quatro Gerações à Mesa

Escrito por Joana Andrade Nunes, autora do Camomila Limão, "Quatro Gerações à Mesa" é um livro de receitas com uma carga emocional enorme e uma ode ao amor pela cozinha e pela vontade de juntar a família e os amigos à volta da mesa - uma tradição bem portuguesa que conhecemos tão bem e que nos faz sentir sempre em casa.

Dividido em quatro partes, "Quatro Gerações à Mesa" inclui as "Receitas da Avó", as "Receitas da Mãe", "As Minhas Receitas" e as "Receitas da Mamã". Joana reúne, assim, um conjunto de fotografias que abrem o apetite e truques que passam de geração em geração sem esquecer as refeições adequadas para os mais pequeninos (tendo em atenção algumas intolerância alimentares e dividindo este último capítulo em receitas para crianças de quatro, seis, nove e doze meses). 

Privilegiando os ingredientes mais naturais, as "Quatro Gerações à Mesa" representam também, de certa forma, a evolução dos hábitos alimentares e dos ritmos de vida e as diferenças entre os cozinhados da avó - à base de hidratos de carbono - e as receitas que Joana gosta de preparar no seu dia-a-dia. Para quem gosta de se rodear de tachos e panelas, este livro poderá ser uma boa sugestão para quando a inspiração falha - ou, simplesmente, para descobrir novas receitas.

QUOTIDIANO | Olá, 2018! Olá, Blogosfera!

No dia 10 de Dezembro de 2017, no comboio com destino a casa, decidi que ia fazer uma pausa no blogue e que regressaria apenas em 2018. Estava a viver uma fase difícil e intensa a nível emocional e achei que a melhor coisa a fazer seria, realmente, respirar fundo, fazer uma pausa, organizar o ano que se avizinhava, pôr as ideias em ordem e preparar novos conteúdos com toda a calma. Reduzi significativamente a utilização das redes sociais a nível pessoal e a minha galeria do Instagram não foi atualizada.

Agora, começo 2018 com uma agenda nova (esta) com espaço para tudo o que preciso, um plano editorial para o blogue (algo que nunca tinha feito até então!) e a certeza de que, este ano, terminarão as remodelações n'O Apartamento. Depois de dois meses difíceis para a minha saúde mental e de um afastamento mais ou menos forçado, regresso com uma motivação diferente, pronta para ler aquilo que vocês têm para partilhar e com vontade de dar continuidade a este projeto. Continuam desse lado?


Desejo-vos um óptimo 2018!