Thirteen

BABY TALK | Talheres Grabease

O conjunto de talheres da Grabease é mais um produto-estrela que apoia a autonomia dos mais pequenos e que oferece alguma segurança extra na hora da refeição. O garfo e a colher foram ambos desenhados para serem proporcionais ao tamanho das mãos das crianças e para corresponderem à forma como elas agarram os objetos e têm ainda uma espécie de barreira de proteção que evita o engasgamento.

A marca chama-lhe "escudo anti-engasgo" e é isso mesmo que ele é: seguro para a auto-alimentação do bebé, previne que este coloque os talheres demasiado dentro da boca, evitando assim que se engasgue e promovendo a sua independência alimentar. Assim como as colheres Kizingo, com uma curva que se adapta aos movimentos intuitivos dos pequenotes, os talheres Grabease evitam frustrações e são perfeitos para as crianças que estão a começar a aprender a comer sozinhas.

Recomendados por terapeutas ocupacionais (sobretudo porque ajudam no desenvolvimento da força dos dedos e das mãos), a colher e o garfo Grabease são vendidos em conjunto, estão disponíveis em várias cores, podem ser lavados na máquina e estão em conformidade com todas as regras: são criados com plástico não tóxico e estão livres de BPA e de ftalatos.

THIRTEEN STUDIO | Unique: Estrelas Cadentes

A vantagem de disponibilizarmos um serviço de personalização não só é bom para os nossos clientes - que compram uma t-shirt única - como também é bom para nós enquanto marca. Sempre que nos pedem uma versão do modelo "Unique", um novo desafio começa: fazemos novos desenhos e exploramos novos bordados, novos tipos de letra, novos elementos e novas histórias. Fugimos aos modelos inteiramente pensados por nós e abraçamos as ideias de quem nos acompanha, sem esquecer os valores e os traços que fazem do Thirteen Studio aquilo que é. 

"Estrelas Cadentes" foi uma nova aventura lançada pela Ângela, que encomendou uma "Believe" no início do Verão e que nos desafiou a criar uma peça (ainda mais) especial para o seu guarda-roupa. "Há sempre estrelas cadentes" foi a primeira frase que bordámos em português e o elemento colorido, para além da tipografia, torna-a (muito) diferente da primeira encomenda. 

Com a certeza de que ficará em boas mãos, esperamos que esta t-shirt seja o bocadinho de força e de motivação extra nos dias mais cinzentos - também acreditamos que há sempre estrelas cadentes, boas notícias e detalhes bonitos para abraçar, explorar e observar.

O APARTAMENTO | We call it home!

Escrevo-vos esta publicação sentada no meu sofá cor-de-rosa, na minha nova sala, no meu novo apartamento. Depois de meses e meses de espera, de frustrações, de lágrimas, de discussões e de ansiedade, hoje durmo pela primeira vez no T1 e começo uma nova etapa da minha vida ao lado do Gui. Ainda faltam alguns elementos para este apartamento estar realmente pronto mas não podia estar mais orgulhosa daquilo que temos aqui - e não me refiro apenas a móveis, pratos ou livros.

Hoje a tarde vai ser dedicada às arrumações. Agora que está tudo limpinho - e que bom é! - está na hora de preencher as divisões com as nossas coisas. Entre mercearias, roupas, livros, produtos de higiene, acessórios, toalhas, loiças, fotografias e quadros, está na hora de dar personalidade ao apartamento que nos deu muitas dores de cabeça, mas que já é o melhor do mundo.

INTER RAIL | A Mochila

Pode parecer absurdo escrever toda uma publicação dedicada à mochila que me irá acompanhar na viagem do próximo mês mas a verdade é que para quem pretende viajar de mochila às costas (e não tem qualquer experiência com acampamentos e afins), esta acaba por ser uma decisão importante. Afinal, vamos carregá-la durante muitas horas e tem de ser, de verdade, uma mochila todo-terreno e acredito que devemos ter alguns critérios a escolhê-la. Para mim, são estes quatro:

Conforto | Não estou particularmente entusiasmada com as compras que preciso de fazer para o Inter Rail (falo-vos disso daqui a uns tempos) mas a mochila era algo que queria mesmo ser eu a comprar, pois só eu poderia sentir se seria ideal para mim quando a experimentasse. Ter alças almofadadas, por exemplo, era um requisito obrigatório. 

Estrutura | Algumas mochilas de caminhada/campismo não nos dão suporte suficiente e mal as colocamos nos ombros sabemos que, com o peso, serão difíceis de carregar durante algum tempo. A estrutura da mochila, assim como o número de bolsos, os materiais utilizados, as correias abdominais, a ventilação e a forma como a zona das costas está construída são muito importantes. Na verdade, é esta estrutura que vai definir se a mochila é boa e confortável o suficiente para um Inter Rail ou uma longa caminhada.

Capacidade | Vamos viajar durante quinze dias, aproximadamente, e apesar de ficarmos instalados em apartamentos nas cidades que escolhemos visitar, temos que levar tudo o que nos irá fazer falta. Já sou profissional a fazer malas e consigo enfiar o mundo e um par de botas numa mala de cabine (Londres, no Inverno, foi um bom desafio!), mas este tipo de viagem exige cuidados diferentes. Para quinze dias, optámos por uma mochila com capacidade de 40L. Mais do que isso pareceu-nos excessivo mas menos do que 30L também nos parecia pouco. Optámos pela de 40L (e comprámos as últimas três da loja!) com a certeza de que mais vale viajar com uma mochila de 40L folgada do que com uma de 30L a abarrotar.

Relação preço/qualidade | Não sei quando vou voltar a precisar de uma mochila de campismo e apesar dos critérios exigirem uma mochila de qualidade - não quero que se desfaça a meio da viagem! - não queria gastar mais de cinquenta euros na mochila. Sim, vai ficar guardada num local seguro para qualquer eventualidade - e espero que seja usada mais vezes nos próximos anos! - mas não será, certamente, algo de uso frequente. Sem ligar às cores (até porque não havia grandes opções), acabámos por comprar este modelo. E assim começaram as compras para a viagem!


Instagram: @carolinanelas

WANDERLUST | Hello, World!

Mal o avião aterrou em Mumbai percebi que aquela viagem ia mudar a minha vida. Quinze dias na Índia, numa aldeia do estado de Telangana, fizeram-me regressar uma pessoa diferente. A mesma essência mas com uma perspetiva muito diferente do mundo.

Conto-vos isto antes sequer de me apresentar porque foi aí que decidi tatuar a palavra Wanderlust no ombro, essa palavra que dá nome a este cantinho que me foi oferecido. O meu nome é Ana e sou a irmã mais velha da Carolina. Para além disso, sou muitas outras coisas, dependendo do dia, da hora, do momento, há sempre algo diferente que me define. Desde pequena que tive dificuldade em escolher “o que quero ser quando for grande” - e acho que essa resposta nunca chegará, porque o Mundo é demasiado fantástico para nos contentarmos com uma parte tão ínfima dele.

Não sei se "tenho em mim todos os sonhos do mundo", mas nos meus sonhos cabe o mundo todo.

De mim, podem esperar histórias de viagens - vividas, lidas ou sonhadas - e banalidades do mundo e da obsessão com a organização que não me larga (nem eu a ela). O resto… logo se vê. 


Artigo de Ana Nelas.