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O APARTAMENTO | Descodificar o Crédito à Habitação

O processo relacionado com o Crédito Habitação é uma dor de cabeça. Ninguém nos ensina a comprar uma casa, a fazer comparações de taxas, a colocar em cima da mesa as diferentes hipóteses e a escolher aquela que se adequa melhor à nossa vida. Ironia das ironias, na fase em que procuramos a nossa independência, ficamos dependentes de decisões alheias e apenas podemos desejar que nos seja concedido um empréstimo em condições sustentáveis.

Existem três tipos de empréstimos dentro desta área e as diferenças entre uns e outros estão relacionadas com as taxas de juro acordadas: 1) empréstimos com taxa de juro variável (indexada à euribor), 2) empréstimos com taxa de juro mista (taxa fixa no período inicial e depois indexado à euribor) e 3) empréstimos com taxa de juro fixa (taxa de juro fixa durante todo o prazo do empréstimo). Na verdade, a taxa de juro é uma das componentes mais importantes do Crédito Habitação (até porque pode ser negociada entre o cliente e a Instituição Financeira) e é também aquela que reflete o custo do empréstimo.

Um Crédito Habitação é um passo muito importante que levanta muitos receios, dúvidas e questões. O truque para fazer a melhor escolha? Conhecer os termos de trás para a frente, assim como os custos do processo e os prazos a cumprir. Para ajudar com as explicações, aqui fica um infográfico que ajuda a descodificar os principais termos do Crédito Habitação:

Publicação escrita em parceria com a UCI.

1 comentário:

  1. É preciso ter em atenção tanta coisa, há tantos fator em jogo que é mesmo difícil conseguir optar pelo empréstimo mas adequado...

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