Se têm conta no Instagram e não conhecem a Vanessa e o seu novo projecto não sei o que andam a fazer por lá. O #365collarboneproject é um projecto que obriga esta menina criativa a fotografar diariamente e a dar uma nova vida aos objectos mais simples do seu quotidiano. Não podia ser mais engraçado! O branco das imagens, o cabelo característico da Vanessa, a clavícula que dá nome ao projecto e a diversidade fazem desta hashtag uma das mais giras de sempre. O conceito até pode ser muito simples - porque o é, irrefutavelmente - mas a ideia é tão original que é impossível passar despercebida no meio de tantas outras pessoas apaixonadas pelo Instagram e por imagens bonitas. Fico fascinada com a capacidade de equilíbrio da Vanessa mas fico ainda mais fascinada com a qualidade das fotografias e a variedade de peças que ela segura como se fosse fácil. Há pessoas incríveis neste mundo e a Vanessa é uma dessas pessoas: tem um bom gosto e um sentido estético inconfundíveis.
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FOTOGRAFIA | A Lata
Na fotografia há uma coisa que me falta: lata. Tenho demasiada vergonha para me aproximar das pessoas, para pedir para fotografar espaços e para me enfiar no meio duma procissão, duma orquestra ou duma multidão que assiste a um espectáculo de rua. Não tenho lata para me intrometer. Gosto muito de fotografar e adoro evoluir sempre que levo a Matilde a passear mas a verdade é só uma: não tenho lata de fotógrafa e sinceramente não sei se algum dia hei-de ter.
Sou apenas uma miúda que poupou durante três anos para uma boa máquina e que agora se diverte a descobri-la e a fazer experiências com os espaços que a acolhem no seu quotidiano. Não sou especialista no assunto. Não sei editar fotografias. Falho em muita coisa e tenho sempre medo de estar a mais quando tento fotografar - por gozo - um evento ou um monumento. No entanto, acho que esta falta de coragem - se é isso que lhe querem chamar - me dá também uma perspectiva diferente perante os objectos. Transformo-a numa característica que fica impressa nas minhas fotografias através do zoom que uso, da selecção que faço num mar de informação e do enquadramento que lhes atribuo. Podia ser um defeito mas eu reverto-o para minha qualidade. Não tenho alma de fotógrafa mas tenho comigo a motivação de aprender a cada dia. Sei que evoluo a cada clique. Se a minha personalidade interfere com as imagens: porreiro. Mais do que de fotografias perfeitas, eu gosto mesmo é das que me transmitem emoções e me fazem regressar ao momento em que as criei.
FOTOGRAFIA | Homens Comuns vs Modelos de Roupa Interior
Com o objectivo de mostrar o contraste entre a realidade do quotidiano e a ilusão promovida pelos meios de comunicação, o jornal britânico "The Sun" aliou-se ao fotógrafo Jenny Francis e publicou um conjunto de fotografias divertidas que retratam a realidade dos corpos masculinos. O mundo real não é construído à base de edições de imagem ou bronzes artificiais e este conjunto de fotografias - à semelhança do que acontece com as publicidades da Dove - vem mostrar isso mesmo.
Os quatro homens comuns que alinharam na brincadeira vestem, nestas imagens, peças de roupa interior de marcas de renome - como Calvin Klein ou Emporio Armani, por exemplo - e imitam as poses dos modelos que protagonizam os cartazes originais. Nenhum deles teve problemas em colocar-se ao lado de figuras como Cristiano Ronaldo e David Beckham (entre outros) e o resultado divertido, provocante e encorajador para os muitos homens que não se enquadram nos padrões pré-definidos pelas marcas está à vista de todos. O contraste fez-me rir!
Mais fotografias aqui.
FOTOGRAFIA | Máquina Lomográfica: Fisheye
Apesar da minha colecção não ser enorme, sinto que tenho um conjunto bastante completo no que diz respeito a máquinas fotográficas. São apenas quatro mas enchem-me as medidas e permitem-me captar os meus momentos de quatro formas distintas, o que é óptimo. Quem gosta de fotografia - ou quem percebe um bocadinho mais sobre este tema - entende exactamente o que eu quero dizer com isto. Cada máquina fotográfica - seja analógica ou não - é diferente. Para cada ambiente, para cada luminosidade, para cada condição e para cada efeito pretendido há sempre uma máquina ou uma lente que se adapta melhor. Neste aspecto tenho uma pequena colecção muito interessante uma vez que nenhuma delas substitui a anterior. Tenho uma máquina fotográfica compacta (todo-o-terreno), tenho uma máquina mais profissional (quem não conhece a Matilde?!) e tenho duas outras câmaras peculiares, sendo que uma delas é a minha máquina lomográfica.
A lomografia é, resumidamente, um movimento fotográfico que utiliza máquinas de baixo custo e que salva as fotografias palpáveis da exterminação num mundo onde tudo é digital. Apesar de ser, de certa forma, um investimento constante (os rolos e a revelação levam-nos à falência, daí a minha hesitação sempre que fotografo em analógico), é também uma opção muito interessante para desenvolver a nossa paixão pela fotografia no seu estado mais incrível, envolvente e genuíno. Estas máquinas não são mais do que bocados de plástico e, para ser completamente honesta, não passam de brinquedos (até são chamadas de "Toy Cameras") mas são uma forma singular de captar momentos e de obter efeitos bastante artísticos.
Eu tenho uma Lomo Fisheye 2 resultante duma edição limitada solidária de apoio à Cruz Vermelha Japonesa. É uma máquina muito simples que capta momentos com apenas um efeito - o olho de peixe - e não há muito que saber no que diz respeito ao seu modo de funcionamento: é rodar o rolo, ligar o flash se acharmos necessário, aproximar o mais possível do objecto que pretendemos fotografar e carregar no botão de disparo. Feito. O lema da lomografia é mesmo "fotografar sem pensar" por isso não há grande ciência. Convém apenas ter em atenção o tipo de rolo e as condições de ambiente que temos à nossa disposição adaptando a exposição (prolongada, curta ou normal) para obtermos diferentes efeitos. Não há edição, não há ajustes de zoom. Não há nada a não ser a nossa perspectiva sobre o mundo e algum talento.
Não vou mentir: no meu primeiro rolo - que serve para conhecer a máquina! - muitas das imagens foram para o lixo. Se investem numa máquina lomográfica têm de estar preparados para uma pequenina desilusão e para surpresas muito agradáveis quando a usam pela primeira vez. Por muitos manuais que leiam, as primeiras fotografias serão o oposto daquilo que esperam e isso pode ser muito bom ou péssimo. Esta é, na verdade, a única desvantagem duma máquina de rolo que nunca utilizámos antes: só podemos conhecer os erros quando vemos as fotografias depois de as revelarmos. De qualquer modo, estas máquinas menos complexas só vêm desenvolver as nossas capacidades. São um investimento incrível (e contínuo...) para quem gosta da fotografia no seu estado mais puro. São aparelhos fantásticos se quisermos treinar a nossa visão e o nosso olho fotográfico. Cada fotografia tem um encanto diferente e a Fisheye tem sido uma boa companhia agora que a Matilde está na oficina. Todas as fotografias de aquário são engraçadas (até as más). Estou apaixonada. Os interessados poderão comprar este tipo de câmaras (que existem com efeitos muito diversos) na FNAC ou em lojas locais. Na zona de Braga, sei que existem na Conceito X. Convencidos?
FOTOGRAFIA | A Matilde Está Doente
Tenho o meu coraçãozinho-pedra-de-gelo nas mãos e tudo o que posso fazer é esperar que os Senhores Doutores Engenheiros me digam qualquer coisinha sobre o estado de saúde da Matilde. Fui há pouco deixá-la no Hospital das Tecnologias e não consigo ficar sossegada. Apesar de me terem dito que era um defeito de formação, penso sempre em mil e uma alternativas. E se for um problema grave? E se for contagioso? E se não tiver solução? E se tiver que ser abatida?
A Matilde sempre foi uma máquina impecável. Nunca deu grandes chatices tirando esta da leitura do cartão e por isso também não consigo lembrar-me de nada que pudesse causar este problema tão chato que me faz perder a oportunidade de registar momentos incríveis (a não ser, claro, um defeito de fabrico). Ela nunca caiu das escadas, nunca se atirou para a piscina e nunca se armou em parva tentando experimentar as asinhas imaginárias que acha que tem. Nunca aconteceu nada. Eu tive sempre trezentos olhos em cima dela para me certificar que ela não se magoava e ela nunca deu nenhuma queda desastrosa exactamente porque não havia espaço para asneiras. Será que ficou deprimida quando eu lhe arranjei irmãzinhas novas? Será que é mimo? Birra? Pois, não faço ideia. O que eu sei é que não estou preparada para ter uma Matilde 2.0 portanto vamos lá ver se as coisas se recompõem rapidamente. Isto de estar sem máquina fotográfica não é para mim e ter que activar a garantia logo nos primeiros seis meses também não me agrada nada. Vamos lá escrever postais de melhoras rápidas e vamos lá enviar flores, chocolates e gomas. Pode ser que assim ela se anime um pedacinho e pode ser que tenha vontade de vir rápido para casa, que isto de estar um mês sem fotografar decentemente não é vida.
FOTOGRAFIA | A Matilde
A Matilde é a minha Canon 600D. Comprei-a no início do ano e houve várias pessoas que me pediram para elaborar uma publicação deste tipo assim que partilhei a novidade mas só agora é que me sinto minimamente à vontade para o fazer. Confesso que ainda não consegui explorar todas as suas funcionalidades (até porque a época de exames se meteu pelo meio) e é óbvio que ainda tenho muito para descobrir e aprender mas espero, ainda assim, conseguir esclarecer-vos da melhor forma possível relativamente à máquina fotográfica em questão.
Começando pela pergunta que me fazem com maior frequência à descarada em todas as redes sociais... afinal quanto custou a Matilde? Pois bem, o kit do corpo da máquina e da lente de 18-55mm (que normalmente faz parte de todos os conjuntos) estava marcado, na Worten, a 449€. A minha ideia era esperar mais uns meses antes de o trazer comigo para não ficar com o mealheiro completamente vazio mas assim que vi o desconto de 20% em talão considerei que era uma excelente altura para a adquirir depois de quase três anos de poupanças. Não me arrependo. Na realidade, a Matilde custou-me 355€ e eu não poderia estar mais satisfeita. Comparando-a com outras, na minha opinião foi um verdadeiro achado na medida em que é um investimento para a vida. Havia outros kits, com duas lentes ou com acessórios acrescidos (como comando, tripé e afins) mas, dadas as circunstâncias e dados os preços, achei que não valiam a pena e optei por trazer apenas o kit básico que estava a um preço incrível. No futuro investirei em lentes (admito que já tenho algumas na minha wishlist) mas, por agora, sinto que estou bem servida e nem sequer pretendo fazer essas aquisições nos próximos meses.
Para quem quer apostar mais na área da fotografia mas não precisa duma máquina realmente profissional, a Canon 600D é uma excelente opção. Depende sempre das necessidades e gostos de cada um mas, no meu caso, achei que era a indicada. Eliminei logo a hipótese de ter uma mais avançada (como a 700D ou algo do género) porque, para mim, a relação qualidade/preço não compensava. As diferenças entre os dois modelos eram mínimas e não eram melhorias essenciais para mim. No entanto, também não quis a 1100D ou um modelo inferior porque a diferença de preço não era assim tanta (graças ao desconto que encontrei) mas as características da máquina já o eram. Não queria uma muito básica porque quero evoluir e não tenciono trocar de máquina nos próximos dez anos (ou mais, se tudo correr bem) mas também não preciso duma coisa ultra-profissional porque, para mim, esta é uma máquina de quotidiano que servirá, também, para eu ter mais conhecimentos fotográficos e matar o bichinho que se apoderou de mim de há uns anos para cá.
Quando tirei as primeiras fotografias com a Matilde, reparei logo na qualidade das mesmas. É uma máquina intuitiva e fácil de usar (com ecrã rotativo e botões que não atrapalham) que faz com que toda a gente consiga captar momentos bonitos sem qualquer tipo de dificuldade independentemente de saber exactamente o que está a fazer. A Matilde é excelente e vale cada cêntimo. Quem percebe minimamente do assunto tira fotos excelentes, quem percebe imenso de fotografia tira fotos incríveis e, quem não percebe nada, tira fotos muito boas. Não há como falhar porque há programas indicados para cada situação e para cada fotógrafo. Nunca a usei no programa automático porque, para mim, é um desperdício ter uma máquina destas e não a explorar e experimentar mas, no geral, é boa para qualquer pessoa que goste de fotografia e que queira ir para além das fotos captadas pelas máquinas digitais compactas. Não estou arrependida por tê-la comprado (quem me dera tê-la tido mais cedo!) e não a troco por nada. A Matilde anda comigo para todo o lado (o Gui até lhe ofereceu um lacinho!) e já é um membro oficial nos meus grupos de amigos! Recomendo sem hesitar.
Para quem quer apostar mais na área da fotografia mas não precisa duma máquina realmente profissional, a Canon 600D é uma excelente opção. Depende sempre das necessidades e gostos de cada um mas, no meu caso, achei que era a indicada. Eliminei logo a hipótese de ter uma mais avançada (como a 700D ou algo do género) porque, para mim, a relação qualidade/preço não compensava. As diferenças entre os dois modelos eram mínimas e não eram melhorias essenciais para mim. No entanto, também não quis a 1100D ou um modelo inferior porque a diferença de preço não era assim tanta (graças ao desconto que encontrei) mas as características da máquina já o eram. Não queria uma muito básica porque quero evoluir e não tenciono trocar de máquina nos próximos dez anos (ou mais, se tudo correr bem) mas também não preciso duma coisa ultra-profissional porque, para mim, esta é uma máquina de quotidiano que servirá, também, para eu ter mais conhecimentos fotográficos e matar o bichinho que se apoderou de mim de há uns anos para cá.
Quando tirei as primeiras fotografias com a Matilde, reparei logo na qualidade das mesmas. É uma máquina intuitiva e fácil de usar (com ecrã rotativo e botões que não atrapalham) que faz com que toda a gente consiga captar momentos bonitos sem qualquer tipo de dificuldade independentemente de saber exactamente o que está a fazer. A Matilde é excelente e vale cada cêntimo. Quem percebe minimamente do assunto tira fotos excelentes, quem percebe imenso de fotografia tira fotos incríveis e, quem não percebe nada, tira fotos muito boas. Não há como falhar porque há programas indicados para cada situação e para cada fotógrafo. Nunca a usei no programa automático porque, para mim, é um desperdício ter uma máquina destas e não a explorar e experimentar mas, no geral, é boa para qualquer pessoa que goste de fotografia e que queira ir para além das fotos captadas pelas máquinas digitais compactas. Não estou arrependida por tê-la comprado (quem me dera tê-la tido mais cedo!) e não a troco por nada. A Matilde anda comigo para todo o lado (o Gui até lhe ofereceu um lacinho!) e já é um membro oficial nos meus grupos de amigos! Recomendo sem hesitar.
FOTOGRAFIA | Canon 600D
O Pai Natal não me trouxe uma máquina fotográfica mas os três anos de poupanças finalmente deram resultado portanto a Canon 600D já veio morar comigo. Depois de alguma indecisão entre Canon e Nikon (visto que esta última é a marca-rainha nas máquinas fotográficas cá de casa), lá me decidi pela Canon 600D uma vez que este modelo em particular oferecia uma melhor relação qualidade-preço quando comparada com a Nikon D3100 ou a Nikon D3200 (aquelas que são mais ou menos equivalentes a esta). Encontrei-a a um preço convidativo na Worten (vejam aqui, sendo que, este fim de semana, recebemos ainda 20% de desconto em talão) e, depois de comparar com outros pontos de venda (como a Fnac, por exemplo), considerei que era a altura ideal para investir as minhas poupanças. Foi, a meu ver, uma boa oportunidade de negócio e apesar de ser, indiscutivelmente, um rombo no orçamento, é também um investimento para a vida. Durante os próximos dois anos não há compras para ninguém mas prometo que vamos ser grandes amigas e que vou tomar muito bem conta dela.
FOTOGRAFIA | TheQ Social Camera
A partilha de fotografias em redes sociais é uma constante. Num mundo em que tudo é partilhado e exposto, os smartphones são quase um essencial para quem gosta de estar sempre em cima do acontecimento e sempre a par das novidades, seja sobre os amigos, as celebridades ou sobre as notícias realmente importantes. Se forem como eu, adoram partilhar fotografias de comida, de roupa, de cremes, de viagens e de momentos engraçados com os amigos mas, se forem como eu, apesar de adorarem o Instagram ou outra rede social qualquer, também vão achar que nem sempre o smartphone é a melhor opção. Em concertos, praias e piscinas, entre outros, surge a incompatibilidade. Um iPhone não pode ir para dentro de água sem protecção (que eu ainda não comprei porque nem sonho em arriscar!) e, em locais pouco seguros, o ideal é mesmo mantê-lo dentro do bolso ou da mala para evitar desastres.
Perante a necessidade de partilha (sobretudo entre a população mais jovem), três amigos escandinavos juntaram-se para criar algo brilhante. Pelas mãos (e cabecinhas pensadoras!) de Joe, Brandon e Andrea, surge a TheQ, uma máquina fotográfica que permitirá, brevemente, a partilha de fotos entre amigos através das redes sociais sem recorrer a smartphones para o fazer de forma imediata. A câmara permite a captura de momentos sendo possível, na mesma hora, editar as imagens com filtros e depois partilhá-las no Facebook, no Twitter e no Tumblr (tenho pena que não seja possível partilhar no Instagram!) através de wireless. A máquina tem cinco megapixéis, é à prova de água, tem incorporado um flash LED, focagem manual, uma lente fixa com uma abertura pré-definida de f2.4, um cartão SIM de 3GB e um flash adicional que pode ser colocado na máquina sempre que necessário. Está disponível em nove cores diferentes com nomes super engraçados que podem descobrir aqui (aqua, ketchup, it's my jam, coffee black, mustard, berry fields, ice baby, cupcake e peppermint) e, por mim, podia vir morar comigo qualquer uma. Pronto, confesso que tenho um carinho especial pelas que têm cores mais fortes (como a Ketchup, a It's My Jam e a Mustard) mas o que importa aqui é que fiquei fã. Apesar de podermos encomendar pelo site espero que elas cheguem às lojas físicas portuguesas (rapidamente, de preferência) e que os preços possam baixar um bocadinho.

FOTOGRAFIA | Máquina Fotográfica à Prova de Água: Fujifilm FinePix
Quando eu digo que tiro fotografias debaixo de água perguntam-me sempre se tenho uma capa protectora para o smartphone ou se tenho uma máquina fotográfica "que não se afoga" e a verdade é que tenho uma Fujifilm Finepix xp10 (um dos primeiros modelos a ser lançado). Para quem gosta de desporto, para quem passa o Verão dentro de água ou simplesmente para quem é desastrado mas não dispensa uma boa dose de fotografias, é a amiga ideal.
O meu pai comprou-a na Fnac e ofereceu-ma há mais ou menos um ano e meio e desde então anda comigo para todo o lado. É prática, é resistente à água, ao pó, ao choque e ao gelo, é rápida a cumprir a sua função (dispara num instante) e não nos custa os olhos da cara pois tem um preço bastante acessível para uma máquina deste tipo. Para quem está a pensar em adquirir uma máquina fotográfica compacta para registar momentos de uma viagem ou momentos com amigos, é uma excelente opção e eu recomendo. Não é uma máquina fotográfica profissional mas tem boa qualidade para fotografias de quotidiano.
Quero comprar a Canon 600D mas ter uma máquina fotográfica compacta é essencial. Ter uma máquina leve - de preferência que caiba no bolso - é perfeito e, para mim, ter uma que pode ir comigo para todo o lado sem ter que ter cuidado com a água, a lama, o pó ou seja o que for é ainda melhor. Adoro poder levá-la para a praia sem correr o risco de a estragar. Adoro tirar fotografias e filmar debaixo de água. Foi um excelente presente e acho que tem uma relação qualidade/preço muito muito boa. Pode não ser a melhor máquina do mundo mas é uma máquina boa para os comuns mortais mais aventureiros. Sim, porque se não gostam de desporto nem de água não faz sentido comprarem uma máquina destas.
O meu pai comprou-a na Fnac e ofereceu-ma há mais ou menos um ano e meio e desde então anda comigo para todo o lado. É prática, é resistente à água, ao pó, ao choque e ao gelo, é rápida a cumprir a sua função (dispara num instante) e não nos custa os olhos da cara pois tem um preço bastante acessível para uma máquina deste tipo. Para quem está a pensar em adquirir uma máquina fotográfica compacta para registar momentos de uma viagem ou momentos com amigos, é uma excelente opção e eu recomendo. Não é uma máquina fotográfica profissional mas tem boa qualidade para fotografias de quotidiano.
Quero comprar a Canon 600D mas ter uma máquina fotográfica compacta é essencial. Ter uma máquina leve - de preferência que caiba no bolso - é perfeito e, para mim, ter uma que pode ir comigo para todo o lado sem ter que ter cuidado com a água, a lama, o pó ou seja o que for é ainda melhor. Adoro poder levá-la para a praia sem correr o risco de a estragar. Adoro tirar fotografias e filmar debaixo de água. Foi um excelente presente e acho que tem uma relação qualidade/preço muito muito boa. Pode não ser a melhor máquina do mundo mas é uma máquina boa para os comuns mortais mais aventureiros. Sim, porque se não gostam de desporto nem de água não faz sentido comprarem uma máquina destas.
FOTOGRAFIA | Los Intocables
O artista cubano Erik Ravelo decidiu criar um projecto fotográfico que tem como objectivo denunciar os diferentes tipos de abusos que impedem o direito à infância de milhares de crianças em todo o mundo. "Los Intocables" é o nome de uma série de fotografias que mostram a aparente crucificação de crianças tratando temas internacionais bastante polémicos. Entre eles está a pedofilia na igreja católica, a morte de crianças inocentes em zonas de conflito, a obesidade infantil, o turismo sexual, o tráfico de órgãos e os massacres nas escolas mas a verdade é que cada uma das imagens chama a atenção para mais do que uma temática. Várias formas de abuso infantil são representadas através das fotografias e, pela lente do cubano, fotografias tão simples fazem-nos pensar no que se passa, realmente, à volta deste mundo.
Temas polémicos são apresentados de uma forma crua e forte mas ainda assim inteligente. Um projecto que nos marca mais do que os apelos de caridade e que não conseguem deixar-nos indiferente. Um conjunto de fotografias que cumpre os seus objectivos e que remete o observador para um mundo desigual, injusto e maléfico. Algo que nos obriga a apercebermo-nos do mundo real, fora da nossa linha de visão.

As restantes fotografias podem ser vistas daqui para a frente.
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