Maio foi... paradoxal. Se por um lado me trouxe o regresso à Faculdade e à textura das capas negras, por outro lado fez-me ver que cresci muito no último ano e que, agora, as minhas preocupações são outras.
Maio trouxe-me o traçar da capa do Afilhado, as palavras mais bonitas, as fitas para escrever com canetas metalizadas, dois dias em Lisboa por motivos profissionais, algumas fotografias, muitos mimos, dias apaixonados e o primeiro prémio da Eurovisão. Maio também me trouxe lágrimas, ansiedades e tristezas - e uma frustração imensa por sentir tudo isso! - mas trouxe-me, principalmente, algumas aprendizagens relacionadas com a imagem que eu tenho de mim própria. Com o sol e o calor a espreitar depois de dias de muita chuva, aguardo um Junho mais animado e feliz, com uma nova chave na mão (de preferência).




