Thirteen

SWEET CAROLINE | O Jardim

Tenho descoberto uma tranquilidade que há muito não sentia. Uma sensação boa, de paz (comigo mesma e com os outros), de consciência limpa. E apesar do frenesim do quotidiano, tenho guardado SEMPRE uns minutos do meu dia para estar sozinha, para refletir, para acalmar, para controlar a ansiedade que me atormenta há tantos anos. Sou uma privilegiada por ter um jardim onde há sempre sol e sombra, uma brisa agradável e o som dos passarinhos e faço questão de o aproveitar enquanto a meteorologia me permite fazê-lo.

Sei que sou mais feliz quando, depois da confusão dos dias de trabalho, posso dar um mergulho que me ajuda a ficar menos tensa e que, ao fim-de-semana, posso fazer uma sesta ou ler uns capítulos de um livro debaixo da árvore que finalmente já tem tamanho para me proteger do sol que evito. Não tem sido fácil não pensar em nada mas saber exatamente aquilo que me faz feliz é meio caminho andado para sentir que estou na estrada certa. Trabalho no que gosto, estou rodeada por pessoas maravilhosas que não fazem cobranças e não me canso de aprender mais - o que posso pedir mais? Num ano de grandes desafios e muito intenso a nível emocional, o meu coração começa a recuperar. 

BLOGOSFERA | Solução? Limpar a lista de leitura.

Nos últimos meses - ou até no último ano, se não mais - tenho vindo a notar que os sentimentos negativos se têm multiplicado neste mundo dos blogues. Cada vez há mais textos de crítica baseados em ódio, raiva e inveja. Não me refiro a ninguém em particular - nem tão pouco a um blogue em específico - mas é algo que me entristece de uma forma geral. Há demasiadas opiniões radicais sem fundamento, demasiado egocentrismo, demasiada amargura.

Cada vez mais tenho uma posição despreocupada relativamente a essas publicações que vão aparecendo um pouco por todas as redes sociais mas, ao mesmo tempo, não consigo fingir que não existem. Todos os dias leio frases feias, sarcasmo que disfarça inveja, críticas desnecessárias e crises despropositadas e, ainda que me tente distanciar desse negativismo, não deixo de sentir algum incómodo. Gosto demasiado deste mundo para não me entristecer com esta fase (que espero que seja apenas isso mesmo - uma fase).

Digo-o muitas vezes mas repito-o: há espaço para todos os blogues e para todos os objetivos. A Blogosfera é suficientemente grande para nos permitir escolher aquilo que vai de encontro aos nossos interesses e metas e sinto que seríamos todos muito mais felizes e tranquilos se deixássemos de nos focar naquilo que não gostamos ou que não nos desperta curiosidade. A solução é muito simples: limpar a lista de leitura, escrever sobre aquilo que realmente nos fascina (sem tentar agradar a gregos e troianos) e continuar a acompanhar os bloggers e blogues com quem nos identificamos. Há milhares de blogues pelo mundo fora... para quê ficarmos agarrados àqueles que nos irritam?


O mundo divide-se entre as pessoas que dizem "capuz" e as que dizem "capucho".

SOLIDARIEDADE | Chicco Dá Vida

O nascimento de um bebé é um dos momentos mais significativos na vida de uma família e a missão da Chicco é oferecer qualidade de vida e bem-estar às crianças. Assim, a marca de puericultura propõe-se a contribuir para a melhoria das condições dos serviços de Neonatologia portugueses através do projeto "Chicco Dá Vida".

Iniciado em 2006, o "Chicco Dá Vida" consiste em selecionar, anualmente, um hospital diferente e equipar os seus serviços de Neonatologia, dotando-os de equipamento moderno para prestar cuidados necessários e tantas vezes insuficientes. Em 2017, a campanha solidária da Chicco apoia a Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital do Divino Espírito Santo, na Ilha de São Miguel. 1% das vendas realizadas no mês de Agosto e Setembro reverterão para a compra de equipamento que fará toda a diferença na vida de muitas crianças.

LISBOA, PORTUGAL | Atalho Real

Se eu só pudesse escolher um restaurante para levar o Gui, em Lisboa, seria o Atalho Real. Para os verdadeiros apreciadores de carne, este é O restaurante. Fica no Príncipe Real e, não é - de todo! - indicado para vegetarianos. Num espaço que, noutros tempos, foi um talho, a estrela é a carne servida no seu estado mais simples, sem grandes molhos ou temperos fortes.

A decoração em tons terra e os detalhes das peças em madeira acolhem-nos de imediato e a primeira garfada - depois do bolo do caco com manteiga de alho, é claro - conforta-nos o estômago. Em Portugal come-se bem e este restaurante é mais uma prova disso não só graças ao ingrediente protagonista mas também aos acompanhamentos deliciosos (provem as batatas gratinadas!).